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Trump para impor tarifas às importações do Canadá, México e China | Administração Trump
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Callum Jones in New York and George Chidi
Donald Trump irá impor tarifas abrangentes em CanadáAssim, México E a China, no sábado, disse a Casa Branca, apontando o palco para uma guerra comercial prejudicial entre os EUA e três de seus maiores parceiros comerciais.
Mercadorias exportadas do Canadá e México Para os EUA, será atingido com uma tarifa de 25%, enquanto os produtos da China enfrentam uma taxa de 10%, disse o secretário de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, na sexta -feira.
O Canadá prometeu retaliar com um “forte, mas razoável” resposta. O México também elaborou os planos, mas se recusou a fornecer detalhes. A China disse que “defenderá firmemente” seus interesses.
Trump afirmou que a imposição de tarefas sobre mercadorias do exterior levantará centenas de bilhões de dólares para o governo federal, enquanto forçam os países – até dois dos aliados mais próximos da América – a se curvar às suas demandas.
Mas os economistas alertaram repetidamente que tarifas mais altas, um pilar fundamental da estratégia econômica de Trump, arriscar os preços para milhões de americanos, desafiando a promessa do presidente de reduzir os preços “rapidamente” em meio a uma onda de frustração sobre o custo de vida.
Os investidores também parecem apreensivos. As ações em Wall Street caíram após o briefing da Press Casa, com a média industrial da Dow Jones em queda de 0,5% em Nova York.
Após sua vitória nas eleições em novembro, o presidente se casou Canadá e o México, os vizinhos dos EUA e a China, exigindo que façam mais para parar “estrangeiros ilegais” e drogas como o fentanil de cruzar para os EUA. Trump disse que imporia tarifas imediatamente ao entrar no cargo, mas horas após a inauguração disse que o faria em 1 de fevereiro.
Trump, que discutiu uma tarifa universal de 20% em todas as importações estrangeiras de todo o mundo enquanto concorreu à reeleição, deixou claro que outros mercados importantes, incluindo a União Europeia, também estão à sua vista.
Em seu discurso inaugural, o presidente estabeleceu seu plano de revisar os laços econômicos dos EUA com o mundo. “Em vez de tributar nossos cidadãos para enriquecer outros países, tarifamos e tributamos países estrangeiros para enriquecer nossos cidadãos”, declarou ele, alegando que isso levaria a “quantias maciças de dinheiro que despejam nosso tesouro, provenientes de fontes estrangeiras”.
As tarifas não são cobradas pelo exportador, mas o importador – neste caso, empresas baseadas nos EUA – e geralmente são transmitidas aos consumidores. É por isso que os economistas advertem que o aumento dos deveres sobre as importações poderia exacerbar a inflação.
Não se abreteria, Trump lançou uma consulta na criação de um “Serviço de Receita Externa” para a coleção de tarifas.
A Fundação Tributária Conservadora estima que Trump impôs cerca de US $ 80 bilhões em tarifas em cerca de US $ 380 bilhões em produtos em 2018 e 2019, descrevendo -o como “um dos maiores aumentos de impostos em décadas”. O governo Biden manteve a maioria das tarifas em vigor e aumentou as tarifas em mais US $ 18 bilhões de produtos chineses, incluindo semicondutores e veículos elétricos.
Em um discurso no início desta semana, Trump afirmou que seus funcionários apresentariam tarifas em semicondutores, drogas e aço no exterior “em um futuro muito próximo”, destacando Taiwan e sugerindo que tais tarefas incentivassem os fabricantes a fabricar esses bens nos EUA.
A imposição de tarifas, pelo menos usando o manual convencional, leva tempo. Uma investigação necessária requer 270 dias por estatuto. Mas as autoridades de Trump têm explorado outras opções, como a declaração de uma emergência econômica, na tentativa de se mover mais rapidamente.
Os importadores dos EUA, ou seu corretor aduaneiro, são exigidos pela Alfândega e Proteção de Fronteiras para registrar um resumo de entrada para mercadorias que chegam aos EUA, com detalhes sobre sua remessa, como o que é, quanto vale a pena e de onde é . As mercadorias recebem um código específico de acordo com o Cronograma tarifário harmonizadoque tem as taxas tarifárias aplicáveis.
Os importadores são responsáveis pelo pagamento das tarefas calculadas sobre o valor dos bens que eles importaram.
Tem uma pergunta sobre as tarifas de Trump? Quer saber como eles afetam a inflação, os preços ou a economia? Estamos aqui para ajudar. E-mail callum.jones@theguardian.com E responderemos em uma história futura.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.
A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.
Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.
A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.
O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”
O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”
A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.
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