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o PNF exige julgamento de Rachida Dati e do ex-CEO da Renault-Nissan

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O laço judicial está a apertar-se sobre Rachida Dati. Confirmada em 21 de setembro em seu cargo na rue de Valois no governo de Michel Barnier, a ministra da Cultura poderá ser julgada. Como aprendido O mundo junto ao Ministério Público Financeiro Nacional (PNF), este último solicitou, na sua acusação final, proferida em 13 de novembro, o encaminhamento ao tribunal criminal do prefeito (Les Républicains) de 7e distrito de Paris por “ocultação de abuso de poder e quebra de confiança”, “corrupção e tráfico passivo de influência por pessoa investida de um mandato público eletivo dentro de uma organização internacional” (neste caso, o Parlamento Europeu) no âmbito da o caso Carlos Ghosnem homenagem ao ex-CEO da Renault-Nissan (2005-2019), alvo de dois mandados de prisão internacionais da justiça francesa e em fuga no Líbano.

Cabe agora aos juízes de instrução emitirem o seu despacho e decidirem sobre a destituição da Sra.meu Dati perante o tribunal criminal. Contactados, os advogados do Mmeu Dati, Olivier Pardo e Olivier Baratelli afirmam que“uma acusação é apenas a visão da promotoria sobre um caso. Não reflete a realidade. Embora todas as provas da inocência de Rachida Dati tenham sido fornecidas, esta acusação vai contra todos os elementos, testemunhos, documentos, documentos fornecidos. »

O PNF solicitou ainda o encaminhamento para o tribunal criminal de Carlos Ghosn por “abuso de poder de administrador de empresa, abuso de confiança, corrupção e tráfico de influência ativo”. Contatado por O mundoa sua advogada, Jacqueline Laffont, estava no processo de determinar a sua posição relativamente a esta acusação.

O arquivamento do processo foi solicitado pelo PNF sobre a vertente dos contratos celebrados entre a filial holandesa da aliança Renault-Nissan, Renault-Nissan BV (RNBV), e a empresa AB Conseil, empresa do lobista Alain Bauer, testemunha assistida desde 2021.

“Nunca fui informado da sua intervenção”

Os juízes de instrução centram-se nos honorários (900 mil euros excluindo impostos por alegadas 900 horas de trabalho) pagos a M.meu Dati como advogado, de 2010 a 2012, pela RNBV. Neste momento, M.meu Dati foi deputado ao Parlamento Europeu, membro suplente da Comissão da Indústria, da Investigação e da Energia. No entanto, as atividades de lobby são proibidas no Parlamento Europeu.

Leia também (2021): Artigo reservado para nossos assinantes Acusada no caso Carlos Ghosn, Rachida Dati denuncia “luta política não reconhecida”

Os magistrados de instrução duvidam da realidade do trabalho do ministro. Além de algumas notas gerais, os juízes encontraram poucos vestígios dos seus supostos serviços: ausência de relatórios anuais de atividades de Mmeu Dati, ligado ao Sr. Ghosn por um acordo confidencial de honorários assinado em outubro de 2009, relativo a “a política de expansão internacional do grupo, nomeadamente nos países do Médio Oriente e do Magrebe” ; ausência de relatórios de despesas para possíveis viagens ao exterior; raros encontros entre Mmeu Dati e M. Ghosn; “falta de documentação” capaz de justificar os pagamentos, ausência de “faturas detalhadas” por Mmeu Dados e “rescisão por escrito indicando o fim do (s)uma missão »de acordo com uma auditoria realizada em 2019 à gestão da RNBV.

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Leia Mais: Le Monde

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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