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O principal tribunal de Israel interrompe a demissão do chefe de segurança – DW – 21/03/2025
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1 ano atrásem
IsraelA Suprema Corte da sexta -feira ordenou uma parada temporária ao primeiro -ministro Benjamin NetanyahuA demissão de Ronen Bar, chefe de segurança interna do país, até que seu apelo possa ser ouvido.
A decisão do Tribunal ocorreu depois que o governo israelense votou na quinta -feira “por unanimidade” em favor da decisão de Netanyahu de disparar.
“O governo aprovou por unanimidade a proposta do primeiro -ministro Benjamin Netanyahu de encerrar o mandato do diretor da ISA Ronen Bar”, afirmou o comunicado.
Dezenas de milhares de pessoas demonstraram contra o governo desde terça -feira, após a intenção de disparar. Shin Bet, Serviço de inteligência interna de Israel, Juntamente com a polícia israelense, está atualmente investigando vários assessores de Netanyahu sobre as supostas conexões financeiras com o Catar, enquanto também trabalham para o líder israelense.
Bar não compareceu à reunião onde foi demitido
Bar não compareceu à reunião em que ocorreu a votação de sua demissão, optando por enviar uma carta.
Na carta, que vazou para a mídia israelense, o bar chamou o processo de demiti-lo de “inapropriado para qualquer funcionário, muito menos para um alto escalão, muito menos a cabeça da shin aposta”.
Em relação ao raciocínio de Netanyahu para a mudança, Bar escreveu que parecia que a argumentação do líder israelense para a mudança teve como objetivo “esconder os motivos reais” por trás de seus motivos de demitir, que ele rotula como “profundamente errado” mais tarde na carta.
Na carta, Bar abordou a alegação de Netanyahu de que ele havia perdido a confiança no líder da Bet Shin.
“Não se trata da falta de confiança, mas da percepção da lealdade pessoal sobre a lealdade ao público”, escreveu Bar.
Como Netanyahu reagiu?
Netanyahu levou sua conta X para culpar o que ele chamou de “o estado profundo de esquerda” por tentar “frustrar a vontade do povo”.
A polícia israelense fez várias prisões depois que várias centenas de manifestantes entraram em conflito com os policiais a caminho da residência oficial do primeiro -ministro israelense.
Os relatórios da mídia israelense sugeriram que alguns dos manifestantes tentaram romper barricadas da polícia em frente à casa de Netanyahu. Vários manifestantes ficaram feridos, com a polícia usando canhões de água.
Apoio ao acordo de reféns
Yair Golan, o chefe do Partido da Oposição Democrata, foi empurrado para o chão por policiais enquanto participava da manifestação.
“Alguns empurrões não vão me impedir”, ele postou em sua conta X. “Agora, continuamos lutando, trazemos de volta os reféns e paramos o golpe!”
Os manifestantes também estavam expressando sua consternação sobre a retomada de lutar em Gazaquebrando um cessar-fogo de dois mesesprincipalmente devido às implicações da decisão na perspectiva de mais reféns voltando para casa do cativeiro em Gaza.
Muitos dos reféns divulgados durante o cessar-fogo de dois meses foram às mídias sociais para criticar a decisão do governo de acabar com o cessar-fogo. Alguns até chamaram de sentença de morte para os reféns ainda mantidos pela organização palestina islâmica Hamas.
O grupo, designou uma organização terrorista de Israel, Alemanha, Estados Unidos e vários outros países, ainda mantém 59 reféns que sequestrou após seu ataque terrorista em 7 de outubro de 2023, com cerca de 20 deles ainda está vivo.
De acordo com pesquisas de opinião recentes, a maioria dos israelenses gostaria que seu governo continuasse negociações sobre um acordo de troca de reféns que encerraria a guerra e resultaria em uma retirada completa dos soldados israelenses da faixa de Gaza.
Milhares de protestos em Israel renovados com Gaza ofensiva
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Editado por: Sean sinico
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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