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O que Israel e grupos palestinos estão dizendo sobre os ataques mortais | Notícias de conflito de Israel-Palestina
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Israel lançou uma onda de ataques aéreos na faixa de Gaza em seu ataque mais pesado desde o cessar -fogo em janeiro.
Pelo menos 342 palestinos foram mortos quando Israel lançou um enorme Assault a Gazaquebrando um frágil cessar-fogo de dois meses com o Hamas.
O ataque surpresa quebrou um período de relativa calma durante o mês sagrado muçulmano do Ramadã e aumentou as chances de um retorno total a lutar em uma guerra de 17 meses que causou destruição generalizada em Gaza e matou mais de 48.000 palestinos.
Aqui está o que todos os lados estão dizendo sobre os ataques israelenses:
Hamas
O Hamas pediu pessoas em todo o mundo a “levantar sua voz na rejeição da retomada da Guerra Sionista de Exterminação contra nosso povo na faixa de Gaza”. O grupo também disse que considera Israel “totalmente responsável por violar e derrubar o acordo”.
“Netanyahu e seu governo nazista retomam sua agressão e guerra genocida contra civis indefesos na faixa de Gaza”, afirmou em comunicado. “Temos o criminal Netanyahu e a ocupação sionista nazista totalmente responsáveis pelas repercussões da agressão traiçoeira a Gaza, e sobre os civis indefesos e nosso povo palestino sitiado, que estão sendo submetidos a uma guerra brutal e uma política sistemática de fome.
“Netanyahu e seu governo extremista estão tomando a decisão de anular o acordo de cessar -fogo, expondo prisioneiros em Gaza a um destino desconhecido.”
Jihad islâmica palestina
A jihad islâmica palestina (PIJ) diz que Israel está continuando sua “guerra de extermínio” em Gaza depois de “sabotar deliberadamente todos os esforços para alcançar um cessar -fogo”, de acordo com um comunicado compartilhado pelo mídia israelense Haaretz.
Pij disse que o ataque renovado de Netanyahu e seu “governo nazista sedento de sangue” não darão a Israel “superioridade sobre a resistência, nem no solo nem nas negociações”.
“Afirmamos que o que Netanyahu e seu exército bárbaro não conseguiram alcançar em 15 meses de crimes e derramamento de sangue, eles não terão sucesso em alcançar novamente, graças à firmeza de nossas pessoas oprimidas e à coragem de nosso Mujahideen nos campos da … resistência”.
Israel
As autoridades israelenses disseram que o último ataque a Gaza será aberto e poderá expandir.
“Israel, a partir de agora, agirá contra o Hamas com o aumento da força militar”, disse o escritório do primeiro -ministro israelense Benjamin Netanyahu.
Alegou que o Hamas “recusou repetidamente a libertar nossos reféns e rejeitou todas as ofertas recebidas do enviado presidencial dos EUA, Steve Witkoff e dos mediadores”.
“Netanyahu e o ministro da Defesa Israel Katz instruíram a IDF a tomar fortes medidas contra a organização terrorista do Hamas na faixa de Gaza”, disse um comunicado. “A IDF está, neste momento, atacando alvos da organização terrorista do Hamas em toda a faixa de Gaza, a fim de alcançar os objetivos da guerra, pois foram determinados pelo escalão político, incluindo a liberação de todos os nossos reféns, os vivos e os falecidos.
“Israel, a partir de agora, agirá contra o Hamas com o aumento da força militar.”
Em um comunicado, o escritório de mídia do governo em Gaza disse que o último ataque de Israel representou “uma violação flagrante de todas as convenções internacionais e humanitárias, a ocupação israelense continua seus massacres como parte do genocídio em andamento contra nosso povo palestino, desconsiderando o acordo de cessar -fogo”.
Acrescentou que “a maioria desses mártires e pessoas desaparecidas são mulheres, crianças e indivíduos idosos, vítimas de crimes de genocídio visando a humanidade, a terra e a história palestina”.
“Esses massacres brutais cometidos pelo Exército de Ocupação de Israel reafirmam que essa ocupação só entende a linguagem do assassinato, destruição e genocídio”.
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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