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O que sabemos sobre o modelo Boeing 737-800 que caiu na Coreia do Sul | Queda de avião na Coreia do Sul
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1 ano atrásem
Jasper Jolly
Voo 7C2216 da Jeju Air caiu no domingomatando 179 das 181 pessoas a bordo.
Qual era o modelo do avião que caiu?
O 737-800 é um dos modelos de “próxima geração” da série 737 mais vendida da Boeing, lançada pela primeira vez em 1993. A variante 800 voou pela primeira vez em 1997 e foi a mais vendida daquela geração. Tem capacidade máxima de 189 passageiros.
O 800 e seus irmãos da próxima geração foram substituídos pelo 737-Max, que estava intimamente relacionado, mas com motores maiores e outras atualizações. Falhas de projeto no Max foram responsáveis por dois acidentes fatais em 2018 e 2019 que mataram 346 pessoas. Esses acidentes deram início ao maior crise da história da Boeingcom toda a frota de 737-Max aterrada até que as falhas de projeto fossem corrigidas.
Quantos estão em uso?
O 737-800 será familiar para muitos passageiros. Cerca de 15% da frota global de aeronaves de passageiros (4.400 aviões) são Boeing 737-800, segundo dados da empresa de análise de aviação Cirium citados pelo New York Times.
Mais de 180 companhias aéreas em todo o mundo usam o 737-800 como carro-chefe de suas frotas, de acordo com o site SeatMaps. Eles incluem as três grandes companhias aéreas dos EUA – American Airlines, United Airlines e Delta – a maior companhia aérea da Europa, Ryanair, e muitas outras, incluindo Qantas, Singapore Airlines e a KLM da Holanda, de acordo com SeatMaps.
O que aconteceu no vôo?
O voo 7C2216 foi cheio de veranistas viajando de Bangkok para Muan na Coreia do Sul. Pode levar algumas semanas até que os investigadores tornem públicas quaisquer descobertas sobre o que causou o acidente. Os controladores de tráfego aéreo emitiram um alerta de colisão com pássaros quando o avião se aproximava da pista, mas alguns especialistas questionaram se que poderia ter causado o acidente.
A aeronave parou de transmitir dados de rastreamento automatizado pouco antes de pousar sem o trem de pouso estendido. O avião então deslizou ao longo da pista antes de colidir com um conjunto de antenas e pegar fogo. As autoridades confirmaram 179 mortes, com apenas dois tripulantes encontrados na cauda sobrevivendo. As vítimas tinham entre três e 78 anos.
O que Jeju Air disse?
O presidente-executivo da companhia aérea coreana, Kim E-bae, disse que queria “inclinar a cabeça e pedir desculpas”, de acordo com um comunicado no site da empresa. Ele expressou suas condolências às famílias dos mortos e disse que a Jeju Air faria tudo o que pudesse para apoiá-los.
No comunicado, Kim disse que foi “difícil determinar a causa do acidente”, acrescentando: “Independentemente da causa do acidente, sinto-me responsável como CEO”. A empresa removeu as ferramentas de reserva da página inicial do seu site.
O que a Boeing disse?
Um porta-voz da empresa disse: “Estamos em contato com a Jeju Air em relação ao voo 2216 e estamos prontos para apoiá-los. Estendemos as nossas mais profundas condolências às famílias que perderam entes queridos e os nossos pensamentos permanecem com os passageiros e a tripulação.”
O fabricante disse que era legalmente obrigado a encaminhar todas as dúvidas sobre o acidente ao Conselho de Investigação de Acidentes Aéreos e Ferroviários da Coreia do Sul (ARAIB).
O que acontecerá agora?
O acidente aconteceu com a Coreia do Sul em turbulência política após o impeachment de Yoon Suk Yeolo presidente, depois de ter decretado e depois cancelado a lei marcial. No entanto, o presidente em exercício, Choi Sang-mok, ordenou uma inspeção de segurança de emergência de todas as operações aéreas do país, bem como um período de luto nacional de sete dias.
O ministério dos transportes da Coreia do Sul também ordenou uma inspeção de todos os Boeing 737-800 em operação no país.
Entretanto, a Jeju Air revelou que registou um aumento nos cancelamentos de reservas, afirmando que cerca de 68.000 reservas de voos foram canceladas, segundo a agência de notícias Yonhap.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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