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O Réveillon que passei com o Faustão na Bahia – 02/01/2025 – Receitas do Marcão

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Marcos Nogueira

Não é preciso dominar o latim para captar o significado da expressão “annus horribilis”.

Para mim, não foi o caso de 2024. Em comparação com os anos anteriores, foi um ano bacana. Saldei dívidas, meus dois filhos voltaram para perto de casa.

Sem querer esquentar o champanhe de ninguém, 2025 tá com uma enorme pinta de que será um “annus horribilis”. Não só para mim, para a humanidade. Como foi 2020, por exemplo.

Não temos controle sobre o que se passa na Casa Branca, em Moscou ou em Tel Aviv. Não temos controle sequer sobre nossas próprias vidas. Veja o caso do infeliz que ficou milionário na Mega-Sena, apenas para morrer alguns dias depois na cadeira do dentista.

O que nos resta é esperar que tenhamos um ano bom.

O meu começou bem. Fui à casa de um amigo e cozinhamos. Ele preparou lula à provençal, eu grelhei um pernil de cordeiro. Foi uma passagem tranquila, gostosa, sem sobressaltos. Mas já tive algumas viradas bem horríveis.

Em dois ou três Réveillons, meti-me com amigos e familiares em viagens que quase acabaram no soco. Na virada em si, a roubada mais marcante ocorreu de 1999 para 2000. Viajamos, eu e minha então mulher, para uma pousadinha charmosa, pé na areia, numa praia do sul da Bahia. O tempo estava magnífico, sublime, glorioso.

O dono da pousada, mineiro, faria um pernil com feijão-tropeiro. Nutri altas expectativas.

Na tarde do dia 31, depois da praia, acordei da sesta e fui direto vomitar minhas tripas. Tinha intoxicação alimentar, insolação, estava debilitado por tanta manguaça. Passei a meia-noite me contorcendo no quarto, com a TV ligada no Réveillon do Faustão. Dormi sem comer.

Acordei renovado, sentindo-me ótimo, no primeiro dia do novo ano. Mas havia perdido o feijão-tropeiro. A vingança chega com 25 anos de atraso, na receita a seguir, que preparei para minha família nos estertores de 2024.


FEIJÃO-TROPEIRO

Rendimento: 6 porções

Tempo de preparo: 2 a 4 horas

Dificuldade: Média

Ingredientes

250 de feijão vermelho

3 folhas de louro

2 colheres (sopa) de banha

200 g de bacon

400 g de linguiça fresca

6 dentes de alho

2 cebolas roxas

6 ovos

1 maço de couve

1 maço de cebolinha verde

Sal a gosto

Preparo

Cozinhe o feijão com sal e o louro, até os grãos ficarem macios, porém inteiros. Reserve.

Numa panela grande, frite na banha o bacon picado e a linguiça em rodelas. Refogue o alho e a cebola picados. Acrescente o feijão escorrido e cozinhe até todo o líquido evaporar.

À parte, prepare os ovos mexidos. Junte ao feijão. Adicione a farinha, misturando bem, e ajuste o sal. Desligue o fogo e junte a couve e cebolinha picadas.


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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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