NOSSAS REDES

ACRE

O supremacista negro Kemi Seba, suspeito de interferência estrangeira, libertado da custódia policial sem processo

PUBLICADO

em

Colocado sob custódia policial na segunda-feira na Direção-Geral de Segurança Interna (DGSI) por suspeita de interferência estrangeira, o supremacista negro Kemi Seba foi libertado na quarta-feira sem processo, soubemos. O mundo com o Ministério Público de Paris, quinta-feira, 16 de outubro. Sua custódia policial, que começou na tarde de segunda-feira, foi suspensa no final do dia de quarta-feira. “As investigações sobre o crime de interferência estrangeira continuam como parte da investigação preliminar”acrescentou o Ministério Público.

Segundo seu advogado, João Brancoque denunciou veementemente esta custódia policial, Kemi Seba foi interrogado no âmbito de uma investigação aberta para “inteligências com uma potência estrangeira (…) com o objetivo de suscitar hostilidades ou atos de agressão contra a França” – um crime punível com trinta anos de prisão, disse à Agence France-Presse. Kemi Seba também foi interrogado por suspeita de“manter inteligência com uma potência estrangeira (…) susceptível de prejudicar os interesses fundamentais da nação”. Crime punível com dez anos de prisão.

Hery Djehuty, coordenador das Emergências Pan-Africanistas, também foi colocado sob custódia policial. Ele também foi libertado sem processo, de acordo com a promotoria.

Multi-condenado e destituído de sua nacionalidade francesa

Nome verdadeiro Stellio Gilles Robert Capo Chichi, ex-líder do Tribu Ka, um pequeno grupo que alegou anti-semitismo e defendeu a separação entre negros e brancos antes de ser dissolvido pelo governo francês em 2006, foi condenado várias vezes na França por incitar ódio racial.

O supremacista negro, então franco-beninense, tinha sido despojado de sua nacionalidade francesa no início de julho. Quatro meses antes, ele havia se filmado nos subúrbios de Paris queimando seu passaporte francês. O motivo de sua prisão permanece desconhecido neste momento.

Principal crítico da política francesa em África, cujas actividades foram financiadas durante algum tempo pelo grupo paramilitar russo Wagner, o presidente da ONG Urgences Panafricanistes recebeu então um passaporte diplomático no início de Agosto pelo General Abdourahamane Tiani na sua qualidade de. “assessor especial” do chefe da junta governante do Níger. Uma resposta fornecida, de acordo com Kemi Seba, “ao procedimento de confisco de (s)uma nacionalidade cometida por Françafrique contra (s)para qualquer um »anunciou na rede social

Nos últimos anos, Kemi Seba, 42 anos, organizou ou participou em várias manifestações hostis ao franco CFA em África, onde tem sido regularmente preso, expulso ou expulso, nomeadamente da Costa do Marfim, Senegal e Guiné.

Em França, foi acusado no ano passado pelo deputado (renascentista) Thomas Gassilloud, então presidente da Comissão de Defesa Nacional e Forças Armadas da Assembleia Nacional, de ser um “retransmissão da propaganda russa” e para servir “uma potência estrangeira que alimenta o sentimento anti-francês”.

A aplicação mundial

A manhã do mundo

Todas as manhãs, encontre nossa seleção de 20 artigos imperdíveis

Baixe o aplicativo

Na tarde desta quarta-feira, seu advogado criticou a prisão “violento” de seu cliente nas ruas de Paris enquanto Kemi Seba, de passagem pela capital com um “passaporte diplomático” do Níger esteve em França nomeadamente para visitar “seu pai”doente. “Estamos enfrentando uma situação extremamente preocupante”com um “criminalização de um adversário político e de um intelectual”Juan Branco ficou indignado.

Leia também | Artigo reservado para nossos assinantes O ativista supremacista negro Kemi Seba teve sua cidadania francesa revogada

O mundo com AFP



Leia Mais: Le Monde

Advertisement
Comentários

Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48

You must be logged in to post a comment Login

Comente aqui

ACRE

Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

//www.instagram.com/embed.js



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

MAIS LIDAS