“O tribunal queria distinguir Dominique Pelicot dos outros, o “pervertido XXL”, culpado sozinho de mais de uma centena de violações contra a sua esposa”
Os colunistas jurídicos do “Le Monde” contam “oito semanas num “pântano””
Meados de novembro. O julgamento de violação de Mazan emerge do túnel de interrogatórios em que entrou dois meses antes.
Normalmente, este é o momento em que você deseja esvaziar seus cadernos. Para contar a cena esquecida. O testemunho inesperado, o riso, o diálogo brilhante, o momento alegre, a fuga. Compartilhar a memória da emoção de uma mãe, a fantasia de uma resposta, a luz de um olhar. Em suma, de todas estas coisas vistas que são a riqueza de uma longa prova.
Em nossos cadernos preenchidos com as audiências de estupro de Mazan, há: “Galo na boca”, “comendo bunda”, “Jacques dedilhando”, “magnífico de perto e por trás”, “bem cheio”, “entra sozinho”, “bem revistado e bem fodido”, “bateu nas costas 2”, «3e jardim “, “esguicha na bunda”os títulos dos vídeos gravados por Dominique Pelicot, que o presidente do tribunal criminal, Roger Arata, acabou deixando de pronunciar ao lançar sua transmissão. O que fazemos com isso?
São cinquenta réus num pequeno tribunal. Nesta terça-feira, 19 de novembro, último dia de debates antes das peças processuais e da acusação, não há mais dispensas, todos foram reconvocados. Brancos, maioria de brancos, norte-africanos, três negros. Altos, magros, médios, franzidos, barrigudos, muitos barrigudos, alguns obesos. Carecas, muitas carecas. Rabos de cavalo, muito presentes no rabo de cavalo, doentios ou exuberantes. Algumas barbas bem cuidadas, outras não. Cabeças raspadas, cabelos brancos, grisalhos, oleados, tingidos de preto, com tufos coloridos. Piercings, tatuagens. Dois pares de muletas, um par de tênis. E no depoimento, um último acusado.
O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.
A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).
O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.
O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.
O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.
O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.
O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.
O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”
Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48
You must be logged in to post a comment Login