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O último reino do leão asiático, na Floresta Gir, Índia

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Mahendra Shekhva parou repentinamente o veículo e deu ré cerca de dez metros em 18 de outubro. Ele viu marcas em uma árvore. O homem examina cuidadosamente a casca entalhada de uma árvore extravagante. Uma fera arranhou as garras nesta árvore conhecida por suas espetaculares flores vermelho-alaranjadas e por suas propriedades medicinais e antibacterianas. Ele procura vestígios no chão, a terra encharcada é maleável. Um grupo de cervos brinca não muito longe na grama alta. As monções, ainda activas em meados de Outubro, trouxeram vegetação densa e fresca.

Não demora muito neste amanhecer para ver o que o naturalista está procurando. Dois leões descansam tranquilamente num caminho de terra vermelha, um terceiro num tapete de relva, observados por cerca de dez veículos de safari. “Eles são jovens, têm no máximo 3 anos, provavelmente irmãos, porque os leões não ficam juntos a menos que sejam parentes. É o único felino que vive em um clã”murmura o naturalista. Eles caçaram? Não tenho certeza, o grande carnívoro não precisa de presas diárias, ele pode devorar 30 quilos de carne em uma única refeição e ficar satisfeito por vários dias.

Mahendra Shekhva trabalha na floresta de Gir, localizada em Saurashtra, em Gujarat, no extremo oeste da Índia, não muito longe do Paquistão. Esta gigantesca floresta, povoada principalmente por tecas e acácias, coberta por mata rasteira, prados, colinas, rios e lagos, constitui o último território natural do leão asiático.

O rio Hiran, na floresta Gir (Índia), no coração do território do leão, 18 de outubro de 2024.

Seiscentos e setenta e quatro exemplares, de acordo com o último censo de 2020, sem dúvida muitos mais hoje, vivem em estado selvagem apenas no estado de Gujarat. Estas estatísticas são um feito, pois, em 1913, a espécie estava à beira da extinção, existindo apenas vinte animais selvagens, apesar da protecção proporcionada desde o século XIX.e século pelos nababos de Junagadh que governaram a região para salvar o emblemático animal, vítima da caça e do desmatamento. Seus esforços foram arruinados pela fome em 1901, que forçou os moradores locais a caçar o animal para sobreviver.

Meios financeiros e tecnológicos

O predador migrou da África para a Península Arábica, depois para a Ásia, para chegar ao subcontinente indiano. De todos estes países anfitriões, apenas a Índia conseguiu conter o declínio. O resultado é ainda mais notável tendo em conta que os conservadores enfrentaram muitos obstáculos: uma densidade populacional muito elevada, uma urbanização crescente e práticas agrícolas extensivas.

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Revista da gestão de Guida Aquino registra legado de 8 anos — Universidade Federal do Acre

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A Ufac lançou a revista online “Avanços que Deixam Legado para o Futuro: 2018-2026” (124 p.). A publicação marca o encerramento da gestão da professora Guida Aquino à frente da Reitoria e reúne, em formato interativo, com dez capítulos, o balanço das principais conquistas e ações desenvolvidas pela administração superior nos últimos oito anos. O evento ocorreu nessa quinta-feira, 6, no Órgão dos Colegiados Superiores, campus-sede.

A revista serve como um registro de prestação de contas e memória institucional. O lançamento reuniu a equipe que esteve ao lado da gestão nesse período, num momento de agradecimento e celebração pelo trabalho realizado. “Agradeço o apoio e a colaboração de todos”, disse Guida.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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Ufac registra fase final de construção do novo CAp no campus-sede — Universidade Federal do Acre

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A Ufac realizou a solenidade de registro da fase final das obras de construção do novo prédio do Colégio de Aplicação (CAp). O evento ocorreu nesta sexta-feira, 7, no campus-sede, marcando a entrega parcial do complexo educacional, que já atinge 90% de execução física. O projeto de transferência do colégio para o campus universitário foi priorizado em 2022 pela Reitoria.

A estrutura foi concebida para atender às exigências da educação básica, contando com salas de aula, refeitório, auditório, parque aquático, laboratórios de informática e pontos de acesso à internet com tecnologia wi-fi 7. Os recursos financeiros foram viabilizados por meio de emendas parlamentares do Orçamento Geral da União.

“Essa obra representa mais do que tijolos e concreto; é a realização de um compromisso com a qualidade da educação básica e com o futuro das nossas crianças no Acre”, disse a reitora Guida Aquino. Ela informou que o antigo prédio do colégio, localizado no centro da capital e tombado como patrimônio histórico da instituição, passará por revitalização para abrigar o Palácio da Cultura da Ufac.

A vice-reitora eleita, Almecina Balbino, reafirmou a continuidade dos projetos de expansão da infraestrutura da instituição. “Eu estarei sempre à disposição, de portas abertas, para seguir os mesmos passos que a professora Guida deixou.”

O diretor do CAp, Ceilton França, enfatizou a adequação do projeto arquitetônico às necessidades da educação básica. “Para nós o sonho já está acontecendo. Quando enxergamos que a construção existe, é uma construção adequada à nossa realidade da educação básica.”

A vice-diretora do CAp, Alessandra Perez Lima, destacou a relevância do novo espaço para a rotina pedagógica e acadêmica. “Muito em breve vamos deixar de ser nômades e teremos o nosso lugar. Eu olho para cada espaço aqui e já vejo essas crianças correndo e sendo felizes.”

Também participaram da cerimônia o pró-reitor de Planejamento, Alexandre Rid; o pró-reitor de Administração, Marcelo Cruz; o prefeito do campus, Artesson Cruz; além de professores, técnico-administrativos, estudantes e representantes da construtora responsável pela obra.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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Reitora visita obra da passarela do curso de Medicina Veterinária — Universidade Federal do Acre

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A reitora da Ufac, Guida Aquino, visitou, nesta quinta-feira, 6, a fase final da obra da passarela do curso de Medicina Veterinária, no campus-sede. A estrutura liga a Clínica de Medicina Veterinária ao Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) e deve ser entregue em duas semanas.

Segundo Guida, a construção da passarela atende a uma antiga reivindicação dos estudantes e integra os compromissos assumidos pela gestão. “Em breve estará pronta, em torno de duas semanas, e esse será mais um legado da nossa gestão”, afirmou. A reitora também agradeceu à equipe pelo trabalho, dedicação e compromisso ao longo dos últimos oito anos.

Além da passarela de Medicina Veterinária, a obra do novo Colégio de Aplicação da Ufac também está em fase de conclusão e deve ser entregue em breve.
Participaram da visita pró-reitores e membros da administração superior da Ufac.

 



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