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O Veganuary não precisa causar divisão – é simplesmente uma chance de reavaliar nossa relação com a comida | Comida
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2 anos atrásem
Meera Sodha
Este artigo é um trecho do boletim informativo Guardian’s Feast, apresentando textos exclusivos de Yotam Ottolenghi, Rachel Roddy, Felicity Cloake e mais – inscreva-se aqui para receber o boletim informativo completo diretamente em sua caixa de entrada todas as quintas-feiras
Aprendi algo novo sobre Laxmidas Sodha, meu avô, enquanto passava um tempo com meus pais no Natal. Ele não teve uma vida fácil, mas também não tornou a vida fácil para si mesmo. Depois de sobreviver à pobreza, à morte da sua esposa durante o parto e a ser expulso do Uganda por Idi Amin, ele optou por não ir ao casamento do seu querido filho (o meu pai) por princípio, porque a família da minha mãe comia carne.
É estranho ter isso em mente ao chegar ao Veganuary, uma época em que escolhemos nos dividir pela forma como comemos. Essa divisão, plantas versus carne, coloca as pessoas em lados opostos da mesa e pode fazer parecer que há alguma batalha a ser vencida. Mas tenho uma sugestão radical: não existe.
Na verdade, estamos todos do mesmo lado e todos (em geral) nos preocupamos com as mesmas coisas – boa alimentação, a nossa saúde, o ambiente e o bem-estar dos animais. A grande história não é se você é vegano ou comedor de carne, mas sim sobre todos nós fazermos parte de uma mudança histórica de milhões de pessoas que optam por comer menos carne durante todo o ano.
E se o objetivo é comer menos carne, o Veganuary é uma ótima ferramenta para todos. É uma forma brilhante de iniciar uma nova relação com a comida e permitir-se experimentar novos vegetais e sabores numa altura em que o caminho é relativamente claro: não há jantares de peru iminentes e todos, desde familiares e amigos até aos meios de comunicação, supermercados e restaurantes estão em apoio.
Além disso, se você puder comer menos carne no inverno, quando os vegetais não são tão abundantes, poderá fazê-lo em qualquer época do ano e, de acordo com a pesquisavocê também terá menos probabilidade de querer comer carne depois do Veganuary. Talvez estejamos todos um passo mais perto das coisas boas: uma dieta mais variada e deliciosa e, potencialmente, uma melhor perspectiva para o ambiente.
Certo, agora vamos para algumas das minhas receitas favoritas.
Você terá que me perdoar por ignorar o café da manhã – é a refeição vegana mais fácil, então compre um bom leite e manteiga vegana (eu gosto de leite de aveia Minor Figures e manteiga Naturli, embora esta última possa ser difícil de encontrar) . Enquanto isso, para algo mais brunch, há tofu mexido coberto com maionese de sriracha – experimente meu, Felicity Cloake ou Yotam Ottolenghi – ou Tacos de feijão preto de Anna Jones.
O almoço, para mim, costuma ser sobras de sopa ou uma salada bem energética. Uma boa sopa pode ser comprada, é verdade, mas se você mesmo for prepará-la, eu darei sopa de beterraba da minha mãe uma mensagem, bem como a sopa de lentilha de Ottolenghi. Para almoços rápidos em WFH, experimente um macarrão verde revitalizante rápido ou isso salada de bulgur e pesto (troque os tomates frescos por tomates secos picados e o feijão verde por couve lombarda). Eu sempre quis tentar Macarrão de uma tigela de Kali e agora é a minha vez. Se a comida caseira não for opção, faça um piquenique no supermercado: homus, bom pão, azeitonas, alcachofras, nozes e sementes; adicione um pouco de beterraba ou lentilhas prontas, se desejar.
após a promoção do boletim informativo
Vamos ao evento principal. Nesta época do ano, recomendo sempre o meu brotar arroz frito– é reconfortante e alegre – laksa de cenoura e caril katsu (faça uma porção dupla do molho), porque essas são todas as coisas que eu quero comer. Se você estiver com pouco tempo, tente essas berinjelas: o tempo de preparo é mínimo e o forno faz todo o trabalho. Ou se rápido é o que você quer, eu recomendo estes macarrão de amendoim, repolho e gochujang.
Se você é um grande cozinheiro (meu marido, Hugh, é um), Ragu de Felicity Cloake parece ótimo e Minestrone de inverno de Rachel Roddy é o que farei (sem a casca do parmesão). No ano passado, optei por adicionar uma ou duas colheres de sopa de fermento nutricional para adicionar um sabor saboroso à minha comida. Eu também recomendo dobrar isso ensopado de erva-doce, batata e alcachofra – não fica chato – e sempre tem dal. Estou fazendo o meu Curry Dal da Malásiamas existem muitas outras opções.
Se você tiver solicitações específicas, pode me enviar um e-mail para banquet@theguardian.com e farei o possível para entrar em contato com você. Boa sorte e muitos novos começos felizes para todos vocês.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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7 horas atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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