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O vice-presidente da Assembleia Nacional, Roland Lescure, deixa o X, com algumas outras figuras políticas

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O ex-ministro e atual vice-presidente da Assembleia Nacional, Roland Lescure, anunciou no sábado, 18 de janeiro, que estava deixando a rede X (antigo Twitter), como algumas outras figuras políticas, um movimento longe de ser muitos emuladores, inclusive dentro o governo.

O histórico macronista dá a conhecer em O parisiense que ele está indo ” fechar (filho) conta nesta rede social »e lança “um apelo transpartidário” fazer o mesmo, invocando um “responsabilidade coletiva”.

Segundo ele, vários governantes eleitos já aderiram a esta iniciativa, como os presidentes regionais Loïg Chesnais-Girard (várias esquerdas, Bretanha) ou Franck Leroy (várias direitas, Grand-Est), o ecologista Jérémie Iordanoff, os deputados macronistas Florent Boudié (presidente da comissão jurídica) e Ludovic Mendes.

Leia também | Artigo reservado para nossos assinantes “O dilema”: devemos deixar X?

Ele justifica sua escolha explicando que “uma rede de divisões, de confrontos, que por vezes propagava ódio”agora se tornou “uma ferramenta de propaganda” para o bilionário americano Elon Musk, que “no controle do algoritmo” et “comporta-se como editor-chefe da plataforma”.

“A Rede X deve se tornar algo que já existiu. Quando uma noite sai do controle, você tem que deixá-la para ir para algum lugar mais tranquilo”justifica o Sr. Lescure.

Propriedade de Elon Musk, X é suspeito de espalhar informações falsas e manipular o debate público na Europa. Várias instituições ou meios de comunicação anunciaram nas últimas semanas a sua saída da rede social, ou a cessação da atividade nas suas contas.

Para os políticos, esta rede “substitui frequentemente os comunicados de imprensa”

Entre as figuras políticas, poucas tomaram a iniciativa. Alguns da esquerda estão se perguntando ou anunciaram, como os ambientalistas Sandrine Rousseau, Yannick Jadot, Cyrielle Chatelain ou Pouria Amirshahi, que deixarão a rede nos próximos dias.

Mas, para o governo de François Bayrou, um afastamento “não é nada atual”segundo sua porta-voz, Sophie Primas. “Não cabe a nós sair dessas plataformas, (como X, Instagram, Facebook ou Tiktok)mas sim para que cumpram as regras europeias em vigor”ela justifica. Benjamin Haddad, ministro delegado para a Europa, também confirmou neste sábado que permanecerá no palanque.

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Roland Lescure disse que “sair de X tem um custo”e que, para os políticos, esta rede “frequentemente substitui comunicados de imprensa”mas ele diz estar convencido de que“haverá outras saídas” e especifica que ele irá “encontrar outros canais para informar e (s’)informante ».

Um coletivo francês facilita o êxodo de usuários X

Instituições, ministérios, cidades, meios de comunicação, figuras públicas… Nas últimas semanas, os anúncios de saídas da rede social americana multiplicaram-se por todo o mundo.

Em França, este é nomeadamente o caso da Câmara Municipal de Paris, do Instituto Pasteur e de mais de 80 associações, incluindo a Liga dos Direitos Humanos e a Emmaüs, que denunciaram “a ausência de moderação e a configuração de algoritmos” Quem “promover a proliferação de conteúdo de ódio” em X.

É para apoiá-los que foi criado o HelloQuitteX, um projeto cidadão-ciência hoje composto por mais de 30 pessoas de diferentes associações e organizações, quase todos voluntários, incluindo uma pequena equipe de desenvolvedores coordenada pelo Centro Nacional de Pesquisa Científica (CNRS). ).

“Acabei de fazer meu #eXit”

Assim como o astrofísico Eric Lagadec ou a associação ambiental Générations Futures, os usuários do HelloQuitteX exibem a mensagem automática em suas contas “Acabei de fazer meu #eXit”.

“Muitos usuários estão cativos de seu público no X”explica à Agence France-Presse David Chavalarias, matemático do CNRS que deu origem ao conceito. “Alguns não conseguem decidir sair, por medo de perder as suas fontes ou o seu público. » Mais de 5.000 pessoas e organizações se inscreveram em uma semana, segundo Chavalarias.

O mundo com AFP

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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