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OAB/AC visita parlatório no presídio Francisco de Oliveira Conde

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Após parceria com IAPEN, ambiente foi revitalizado. Além de outras mudanças favoráveis à classe.

Após parceria firmada entre Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Acre (OAB/AC) e Instituto de Administração Penitenciária do Acre (IAPEN), a OAB/AC realizou a reforma do parlatório do presídio Francisco de Oliveira Conde. Além da reforma, outras conquistas significativas foram realizadas, como maior cordialidade entre agentes penitenciários e advogados; advogados e defensores públicos não possuem mais limitação de horário para ingresso e solicitação, de segunda a domingo – sendo que às quartas-feiras (visita íntima) e sábados e domingos (visita de familiares) aos clientes, a OAB/AC recomenda que o atendimento do advogado seja realizado após às 16h30, devido o grande fluxo de pessoas na Unidade Prisional.

A OAB/AC também recomenda que os atendimentos noturnos sejam realizados após às 18h somente em caso de urgências, dispensando justificativa prévia.

Outra grande mudança é que agora são disponibilizados diariamente sete agentes penitenciários para, de forma exclusiva, conduzir o detento até o parlatório para ser entrevistado pelo advogado. Quando houver a impossibilidade de o cliente sair do pavilhão, o advogado poderá ser encaminhado até onde se encontra o encarcerado. Ou seja, remoção do preso mais rápida, atendendo às solicitações da classe.

Segundo o presidente da OAB/AC, Marcos Vinícius Jardim Rodrigues, as mudanças atendem os anseios da classe. “Todas solicitações da classe foram atendidas. Então é uma grande conquista da classe, tendo à frente da parceria a presidente da Comissão de Prerrogativas, Helane Christina, que tanto se empenhou em sanar as reivindicações”, afirmou.

Através do acordo entre OAB/AC e IAPEN foram derrubados todos os problemas. A parceria inclusive fortaleceu o cumprimento de Alvarás de Soltura. Quando advogado estiver com o Alvará, não havendo justificativa secundária, salvo questões de segurança, ele deverá ser cumprido imediatamente. Mesmo sabendo de todas as dificuldades dos agentes penitenciários, por falta de efetivo, ainda assim não mediram esforços para resolver os problemas dos advogados que há anos passavam pelas mesmas situações. É uma vitória sem tamanho. Deixo meus cumprimentos ao diretor do IAPEN, Aberson Carvalho, e ao diretor-geral da Unidade Prisional Rames Mesquita que nos ajudaram para que todas essas mudanças fossem possíveis.” Ressaltou a presidente da Comissão de Assistência, Defesa e Prerrogativas, Helane Christina.

Na última terça-feira, 17, o presidente da OAB/AC, a vice-presidente Marina Belandi, o gerente-geral da OAB/AC Adauto Feitoza e a presidente da Comissão de Prerrogativas Helane Christina realizaram visita ao parlatório no Francisco de Oliveira Conde. A visita foi acompanhada diretor-geral da Unidade Prisional Rames Mesquita, e o coordenador-geral administrativo Aldemar Neto. Por Assessoria OAB/ACRE.

  

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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