ACRE
Vereadora feijoense, apresenta reclamação contra Médico Rodrigo Damasceno
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8 anos atrásem
A Vereadora do município de Feijó, Terezinha dos Santos Moreira (PP), em visita recente à Presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Acre, Excelentíssima Senhora Desembargadora Denise Bonfim, reclamou da ausência e necessidade do médico Rodrigo Damasceno, que é ginecologista e mora no município de Tarauacá/Acre.
Conforme fotos publicadas no seu perfil do Facebook, a Vereadora Terezinha Moreira, visitou também a decana da Corte, Excelentíssima Senhora Desembargadora Eva Evangelista, onde tratou de temas diversos, dentre os quais, a problemática do Hospital Geral de Feijó.
No encontro firmaram parceria para atender o Município de Feijó em diversas áreas. Entre elas a garantia da realização de um Projeto Cidadão que deve acontecer durante 3 dias atendendo a zona urbana e rural, nas aldeias indígenas nos próximos meses em Feijó, com o apoio da Desembargadora e a parceria do Poder Judiciário. Outro tema discutido no encontro foi sobre as precárias condições que se encontram o Hospital Geral de Feijó, com a falta de profissionais especialistas.
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Segundo afirmaram dois sites locais de Feijó (1,2), a falta de médico especialista em ginecologia e obstetrícia, no Hospital Geral de Feijó e na Maternidade Nair Correia de Araújo foi denunciada pela Vereadora, Terezinha Moreira (PP), em audiência mantida com o Tribunal de Justiça e o Ministério Público do Acre.
Entretanto, nossa Redação verificou em 20.04.18, junto ao Tribunal de Justiça do Estado do Acre, e não há ação judicial formalmente ajuizada e distribuída ao Judiciário do Acre, sobre a suposta denúncia feita pela vereadora feijoense. Ao que tudo indica, houve uma espécie de reclamação oral, formalizada na reunião, sobre a situação do Hospital e do médico ginecologista, que trabalha atualmente no município de Tarauacá.
Segundo noticiou o site, de acordo com a vereadora Terezinha Moreira, o médico Rodrigo Catão, ao prestar serviços na cidade de Tarauacá, ignora todas as normas contidas no edital de concurso público e ainda o indeferimento do pedido de transferência, de uma cidade onde nunca trabalhou.
A Vereadora responsabilizou o Governo do Estado, pela falta de lisura com os feijoenses, principalmente quando se trata de um setor extremamente delicado e de maior comprometimento com a população. Ela cita ainda, que a propocionalidade desse caso, requer atenção redobrada das autoridades para fazer prevalecer os direitos da população feijoense – afirmou o site.
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ACRE
Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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1 dia atrásem
23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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ACRE
Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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7 dias atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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ACRE
Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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