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Oficial de Saúde dos EUA desiste após confrontos relatados com RFK JR sobre o sarampo | Administração Trump

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Oficial de Saúde dos EUA desiste após confrontos relatados com RFK JR sobre o sarampo | Administração Trump

Anna Betts

Um porta -voz do Departamento de Saúde e Serviços Humanos renunciou abruptamente ao departamento, apenas duas semanas após o início do trabalho e, à medida que o país lida com um escalado surto de sarampo.

Tom Corry, que atuou como secretário assistente de assuntos públicos no HHS, disse na segunda -feira que renunciou na sexta -feira com vigência imediatamente.

“Quero anunciar aos meus amigos e colegas que na sexta -feira passada anunciei minha demissão com efeito imediato”, Corry, que anteriormente cumpriu um papel semelhante no primeiro Administração Trumpescreveu em LinkedIn. “Para meus colegas da HHS, desejo -lhe o melhor e o grande sucesso.”

Corry, quem era jurado em apenas duas semanas atrásnão forneceu um motivo para sua partida, e o HHS não respondeu por um pedido de comentário.

No mês passado, Corry teve disse O fato de ele ter sido “grato” por fazer parte da equipe “que funcionará para tornar a América saudável novamente e tornar a assistência médica mais acessível e acessível”.

Mas na segunda -feira, duas pessoas familiarizadas com o assunto disse ao Politico que Corry estava colidindo com o secretário do HHS, Robert F Kennedy Jrjunto com seus assessores próximos, sobre a administração do departamento de saúde em meio ao crescente surto de sarampo.

As fontes indicaram que Corry havia se tornado cada vez mais desconfortável com a “resposta suave” de Kennedy ao surto de intensificação de sarampo no Texas, onde Mais de 140 As pessoas ficaram infectadas desde janeiro.

O surto também resultou no Morte de uma criança não vacinadamarcando a primeira fatalidade da doença altamente contagiosa nos EUA desde 2015.

A renúncia de Corry ocorre na semana passada, durante Donald Trumpo primeiro gabinete oficial reuniãoum repórter perguntou a Kennedy sobre o surto do Texas, ao qual ele respondeu que era “Não é incomum”que provocou blowback e crítica de médicos e especialistas em saúde em todo o país.

O sarampo foi declarado eliminado nos EUA em 2000de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças, significando sem surtos se espalharam em uma região por 12 meses ou mais consecutivos.

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Na sexta -feira, Apenas dois dias depois de subestimar inicialmente o surto, Kennedy disse que reconheceu o sério impacto da epidemia em andamento no Texas e que o governo estava fornecendo recursos, incluindo vacinas de proteção, para combater a situação,

Então, no domingo, dois dias após a renúncia de Corry, Kennedy publicou um artigo de opinião em Fox Newsexpressando suas preocupações com a disseminação da doença.

Na peça, o proeminente vacina cética adotou uma posição diferente de suas observações anteriores e disse que “as vacinas não apenas protegem crianças individuais de sarampo, mas também contribuem para a imunidade da comunidade, protegendo aqueles que não podem ser vacinados devido a razões médicas”.

No entanto, ele parou de pedir diretamente a vacinações, sugerindo que as vacinas deveriam ser “prontamente acessíveis para todos aqueles que as querem”.

“Os pais desempenham um papel fundamental na proteção da saúde de seus filhos. Todos os pais devem consultar seus prestadores de serviços de saúde para entender suas opções para obter o Mmr vacina ”, ele também escreveu. “A decisão de vacinar é pessoal.”

A crise em andamento no Texas ocorre como Kennedy supostamente cancelado Uma próxima reunião para discutir as vacinas contra a gripe do próximo ano e no mês passado postergado uma reunião pública sobre imunização.



Leia Mais: The Guardian

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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