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OMS espera que Trump reconsidere saída da agência de saúde – 21/01/2025 – Equilíbrio e Saúde
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2 anos atrásem
Raíssa Basílio
A OMS (Organização Mundial de Saúde) afirma que lamenta o anúncio dos Estados Unidos de que pretendem sair da organização e espera que o país reconsidere a medida. A agência destacou a longa parceria com os EUA, que são membros desde 1948, e os avanços alcançados juntos, como a erradicação da varíola e quase eliminação da poliomielite.
“Esperamos que os Estados Unidos reconsiderem e realmente esperamos que haja um diálogo construtivo em benefício de todos, dos americanos, mas também das pessoas ao redor do mundo”, disse o porta-voz da OMS, Tarik Jašarević, em uma coletiva de imprensa em Genebra, de acordo com a Reuters.
O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a saída do país da OMS em seu primeiro dia de mandato, nesta segunda-feira (20). Ele criticou a agência, alegando má gestão durante a pandemia de Covid-19 e acusando-a de ser influenciada politicamente, especialmente pela China. Trump também considerou os valores pagos pelos EUA à organização como desproporcionais em relação a outros países.
Em nota, a agência cita que “os Estados Unidos foram membros fundadores da OMS em 1948 e, desde então, têm participado ativamente na formação e governança do trabalho da organização”.
Ao longo de mais de sete décadas, a parceria entre a OMS e os EUA foi vista como fundamental para salvar vidas e proteger tanto a população americana quanto comunidades em todo o mundo de diversas ameaças à saúde. O país é responsável por cerca de um quinto do financiamento da agência.
Além da nação norte-americana, os maiores financiadores incluem a Fundação Bill & Melinda Gates, cuja maior parte dos recursos é destinada à erradicação da poliomielite, e o grupo global de vacinas Gavi. Outros grandes contribuintes são a Comissão Europeia e o Banco Mundial. Entre os países, a Alemanha ocupa a posição de segundo maior doador, responsável por cerca de 3% do financiamento total da organização.
Com a medida, o governo estadunidense terá 12 meses para se desvincular da OMS e deixará de contribuir financeiramente com a agência. Especialistas alertam que a saída pode comprometer programas essenciais, como os de combate à tuberculose e ao HIV/Aids, além de afetar emergências globais de saúde.
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A iniciativa também inclui a interrupção das negociações sobre o tratado de pandemias da OMS e a revisão da estratégia de segurança sanitária americana. Esses ajustes poderão ter impactos significativos na cooperação internacional em saúde pública.
Essa não é a primeira vez que Trump tenta retirar os EUA da OMS. Durante seu primeiro mandato, ele já havia feito o mesmo movimento, revertido posteriormente por Joe Biden, que restabeleceu a parceria ao assumir a presidência em 2021. Desta vez, a ordem presidencial reforça o descontentamento com a organização e busca redefinir a postura do país em relação à saúde global.
Com informações da Reuters
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre
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28 de agosto de 2026A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.
O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.
“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”
A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”
A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”
Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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