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onde assistir, escalações e detalhes do confronto

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No dia 25 de outubro de 2024, um dos maiores confrontos do futebol feminino europeu acontecerá, quando as seleções da Inglaterra e da Alemanha se enfrentam em mais uma etapa decisiva. Este jogo promete ser um dos destaques da temporada, colocando frente a frente duas das seleções mais tradicionais do continente.

Onde assistir ao vivo

O duelo entre Inglaterra e Alemanha poderá ser acompanhado por meio de transmissões ao vivo por canais de esportes e plataformas digitais, que geralmente cobrem os grandes eventos do futebol feminino. Para quem deseja acompanhar em tempo real, há também a possibilidade de acessar a partida por serviços de streaming especializados em esportes, garantindo acesso tanto via smartphones quanto em televisores conectados.

Horário e local da partida

A partida será disputada no famoso estádio de Wembley, em Londres, palco de grandes momentos do futebol mundial. O horário marcado para o início do jogo é às 17h (horário de Brasília), uma hora perfeita para os torcedores aproveitarem a emoção desse clássico europeu, que já conta com grande expectativa.

Retrospecto e situação atual

A seleção inglesa chega para o confronto com uma excelente campanha ao longo dos últimos meses. Sob o comando da treinadora Sarina Wiegman, as “Lionesses” têm mostrado grande evolução em termos táticos e técnicos. O histórico recente também é favorável, com a equipe conquistando vitórias importantes, inclusive sobre seleções de peso como a Suécia e a Espanha.

Por outro lado, a Alemanha, comandada por Martina Voss-Tecklenburg, é a equipe mais vitoriosa da história do futebol feminino europeu, com oito títulos continentais. Além de sua tradição, o time alemão apresenta uma defesa sólida e um ataque avassalador, liderado pela experiente atacante Alex Popp, uma das maiores goleadoras da seleção. Essa combinação de força ofensiva e defesa estruturada torna a Alemanha uma adversária temível para qualquer equipe.

Escalações prováveis

As duas seleções devem contar com suas principais jogadoras para este duelo crucial. A Inglaterra provavelmente entrará em campo com Mary Earps no gol, Lucy Bronze e Leah Williamson na defesa, e Beth Mead e Ellen White no ataque, formando uma linha ofensiva perigosa que tem dado trabalho às defesas adversárias.

Por outro lado, a Alemanha deve apostar em Frohms no gol, acompanhada de defensores de destaque como Gwinn e Hegering. No meio-campo, Oberdorf e Däbritz são os nomes esperados para comandar as ações, enquanto no ataque a presença de Svenja Huth e da estrela Alex Popp promete ser a maior ameaça para a defesa inglesa.

Expectativas e confronto direto

A Inglaterra e a Alemanha têm um histórico equilibrado em confrontos recentes, embora o retrospecto geral favoreça ligeiramente as alemãs. Em competições como a Eurocopa Feminina, as duas seleções já se enfrentaram em finais memoráveis, com a Alemanha levando a melhor na maioria das ocasiões, como na final de 2009. No entanto, nos últimos anos, a Inglaterra tem conseguido se aproximar do nível da poderosa seleção alemã, culminando em uma vitória histórica na final da Eurocopa de 2022, que coroou as “Lionesses” como campeãs continentais.

Este embate promete ser uma batalha de estratégias. A Inglaterra, jogando em casa, tem a pressão de manter o nível de desempenho e, ao mesmo tempo, buscar a vitória diante de sua torcida. Já a Alemanha, mesmo atuando como visitante, carrega consigo a tradição e a confiança de uma equipe acostumada a grandes conquistas internacionais.

Ponto-chave do jogo

O meio-campo será, sem dúvida, um dos setores mais disputados nesta partida. As duas seleções possuem jogadoras técnicas e fisicamente fortes nessa posição. Na Inglaterra, Keira Walsh e Georgia Stanway são peças fundamentais para ditar o ritmo e criar oportunidades. Pela Alemanha, a jovem Lena Oberdorf tem sido uma das revelações do futebol europeu, com grande capacidade de desarme e transição rápida para o ataque.

Além disso, a precisão nas finalizações será crucial. Ambas as seleções possuem ataques poderosos, mas a defesa também precisará estar em seu melhor dia para evitar que qualquer erro seja fatal. A Alemanha é conhecida por seu estilo agressivo e pressionante, enquanto a Inglaterra tem mostrado grande habilidade em controlar a posse de bola e explorar os espaços nas laterais.

O que esperar do confronto

Os torcedores podem esperar uma partida de alto nível técnico e muitas emoções. A atmosfera em Wembley será um espetáculo à parte, com a torcida inglesa pronta para empurrar suas jogadoras em busca de mais um título. Por outro lado, a Alemanha entrará em campo com o objetivo claro de retomar o posto de protagonista no cenário europeu, buscando mais uma vitória memorável.

Com duas seleções de alto nível em campo, o jogo tem todos os ingredientes para ser um dos grandes eventos do futebol feminino em 2024. A Inglaterra tem a chance de solidificar sua nova era de sucesso, enquanto a Alemanha tentará mais uma vez provar por que é considerada uma das maiores potências da modalidade.

Impacto no cenário internacional

Este confronto também terá um grande impacto no cenário do futebol feminino internacional. Ambas as seleções estão entre as favoritas para competições futuras, como a Copa do Mundo Feminina. Além disso, o desenvolvimento do futebol feminino em ambos os países tem ganhado força, atraindo cada vez mais investimentos e visibilidade.

A partida entre Inglaterra e Alemanha no dia 25 de outubro de 2024 será muito mais do que um simples jogo de futebol. Será um confronto entre duas nações que têm sido pilares do desenvolvimento do futebol feminino mundial. Seja qual for o resultado, o impacto desse jogo será sentido tanto pelos fãs quanto pelas futuras gerações de jogadoras, que continuarão a elevar o esporte a novos patamares.



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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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