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ONU alerta sobre catástrofe humanitária no Líbano em meio à guerra entre Israel e Hezbollah | Israel ataca o Líbano Notícias
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A UNICEF e o PMA apelam ao apoio às centenas de milhares de pessoas deslocadas pelos combates, sendo as mulheres e as crianças quem mais sofrem.
As agências das Nações Unidas apelaram a um aumento urgente do financiamento para lidar com a crise humanitária que se desenrola no Líbano, à medida que os militares israelitas continuam a sua ofensiva contra o Hezbollah.
A UNICEF e o Programa Alimentar Mundial (PMA) alertaram numa declaração conjunta na terça-feira que os combates, que deslocaram centenas de milhares de pessoas no Líbano, “desencadearam uma catástrofe”.
“Estamos nos preparando para a realidade de que as necessidades estão aumentando”, afirmaram as agências. “Precisamos de financiamento adicional, sem condicionalidades.”
Autoridades libanesas disseram que 1,2 milhão de pessoas foram afetadas pelo conflito, no qual Israel conduziu ataques aéreos a Beirute e a muitas outras partes do Líbano, além de enviar tropas terrestres para o sul.
“Cerca de 1,2 milhões de pessoas foram afetadas, com um impacto significativo nas comunidades vulneráveis”, alerta o comunicado. “Quase 190 mil pessoas deslocadas estão atualmente abrigadas em mais de 1.000 instalações, enquanto outras centenas de milhares procuram segurança entre familiares e amigos.”
Além disso, centenas de milhares de pessoas cruzaram a fronteira para a Síria, observa o comunicado, complicando ainda mais a resposta humanitária.
As agências da ONU dizem que estão a trabalhar para prestar apoio vital. O PMA atende diariamente às necessidades de aproximadamente 200 mil pessoas com alimentos prontos para consumo e dinheiro.
A UNICEF afirmou que está a prestar apoio essencial às crianças e às famílias, incluindo cuidados de saúde primários, água e kits de higiene, colchões e cobertores, e serviços de apoio psicossocial, em cooperação com o governo libanês.
A agência alertou para uma “geração perdida” no Líbano, dizendo que 400 mil crianças foram deslocadas nas três semanas desde o início das grandes hostilidades.
Mulheres e crianças
Há uma preocupação crescente relativamente aos efeitos dos ataques israelitas, que os seus militares insistem que têm como alvo as instalações do Hezbollah, sobre os civis.
O escritório de direitos humanos informou na terça-feira que a maioria das 22 pessoas mortas em um greve na aldeia de Aito, no norte na segunda-feira eram mulheres e crianças e apelou a uma “investigação rápida, independente e completa”.
“O que ouvimos é que entre as 22 pessoas mortas estavam 12 mulheres e duas crianças”, disse um porta-voz, acrescentando que isto levanta “preocupações reais no que diz respeito… às leis da guerra e aos princípios de distinção, proporção e proporcionalidade”.
Um funcionário da Agência da ONU para Refugiados disse que as novas ordens de evacuação israelenses para 20 aldeias no sul do Líbano significaram que mais de um quarto do país foi afetado.
“As pessoas estão atendendo a esses apelos para evacuar e estão fugindo quase sem nada”, disse ela.
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Enquanto isso, os combates dão poucos sinais de diminuir.
O exército israelense informou na terça-feira que lançou 200 ataques em todo o Líbano nas últimas 24 horas, enquanto expandia seus ataques contra o Hezbollah.
O grupo libanês também disse ter realizado um ataque com foguetes contra os subúrbios de Tel Aviv durante a noite.
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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