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Preço do petróleo cai em meio à desaceleração da China e à diminuição dos temores sobre o Oriente Médio | Óleo

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Jillian Ambrose Energy correspondent

Os preços globais do petróleo caíram quase 3,50 dólares por barril, num contexto de preocupações contínuas sobre um abrandamento na China e à medida que diminuem os receios sobre a possibilidade de um ataque por parte da China. Israel nas instalações energéticas do Irão.

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, teria oferecido garantias à Casa Branca de que a sua retaliação contra o Irão pelo seu ataque com mísseis no início de Outubro não teria como alvo os terminais de exportação de petróleo ou as instalações nucleares, o que poderia fazer disparar os preços de mercado.

Os relatórios, que apareceu pela primeira vez no Washington Postajudaram a acalmar os receios no mercado e a alimentar uma queda no preço do petróleo de quase 78 dólares por barril no início da semana para menos de 74 dólares na terça-feira.

Os preços do petróleo oscilaram em resposta à escalada das tensões no Médio Oriente, atingindo máximos de pouco mais de 80 dólares por barril no início deste mês, mas ainda permanecem bem abaixo da média de quase 82,50 dólares no ano passado.

A procura mundial de petróleo é mais fraca do que o esperado este ano devido a uma desaceleração da economia da China impulsionou o declínio, que piorou recentemente em meio a preocupações de que as recentes medidas fiscais de Pequim não ser suficiente acelerar o crescimento económico do maior importador de petróleo do mundo.

Os preços do petróleo caíram ainda mais esta semana, depois de um relatório do cartel petrolífero da Opep e dos seus aliados, conhecidos coletivamente como Opep+, ter reduzido as previsões para o crescimento da procura mundial de petróleo para 2024 e 2025 pelo terceiro mês consecutivo.

A Agência Internacional de Energia (AIE) utilizou o seu relatório mensal sobre o petróleo, publicado na terça-feira, para alertar que o abrandamento da procura de petróleo e a oferta abundante de petróleo bruto podem significar que o mercado se dirige para um excedente significativo no novo ano.

A agência sediada em Paris também garantiu ao mercado que qualquer interrupção nas exportações de petróleo do Irão poderia ser absorvida porque os níveis de petróleo armazenado atingiram mais de 1,2 mil milhões de barris e que a capacidade de produção disponível entre os países da Opep+ estava em máximos históricos.

“À medida que a evolução da oferta se desenrola, a AIE está pronta para agir, se necessário”, afirmou a agência de energia. “Por enquanto, a oferta continua fluindo e, na ausência de uma grande interrupção, o mercado enfrenta um excedente considerável no novo ano.”

A AIE reduziu a sua previsão para o crescimento da procura mundial de petróleo este ano para 860 mil barris por dia, uma queda de 40 mil bpd em relação à previsão anterior. Para o próximo ano, prevê-se que a procura mundial de petróleo se expanda em 1 milhão de bpd, o que é cerca de 50 mil acima do esperado no mês passado.

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A AIE tem alertado consistentemente que o crescimento económico chinês mais lento e uma mudança para veículos eléctricos significariam uma procura de petróleo mais fraca por parte da segunda maior economia do mundo.

A expectativa é que a procura chinesa cresça apenas 150 mil bpd em 2024, depois de o consumo ter caído 500 mil bpd em Agosto, em comparação com o mesmo mês do ano passado, um quarto mês consecutivo de descidas.

“A procura chinesa de petróleo continua a ficar abaixo das expectativas e é o principal obstáculo ao crescimento global”, afirmou a AIE.



Leia Mais: The Guardian

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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural — Universidade Federal do Acre

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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna-1.jpg

A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex) da Ufac realizou o lançamento do projeto “Extensão Universitária: Implantação e Divulgação de Unidade de Produção Rural Integrada para a Amazônia”, o qual coordenado pela professora Marilene Santos, é viabilizado por emenda parlamentar do senador Alan Rick (Republicanos-AC), no valor de R$ 5,7 milhões. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 3, no laboratório de mecanização, e foi marcado pela entrega de equipamentos agrícolas para uso de agricultores familiares.

A rede de apoio atende produtores orgânicos, integrantes do Movimento das Mulheres Camponesas e produtores de cacau de Acrelândia (AC), englobando ações em municípios acreanos como Rio Branco, Porto Acre, Bujari e Capixaba. Entre as frentes técnicas desenvolvidas, destacam-se a implantação de sistemas agroflorestais, o incentivo à adubação verde, melhorias na suinocultura, o manejo de pastagens e o fomento à cultura do cacau, com a meta de ampliar a produção regional para mais de 10 mil pés.

No total, a iniciativa atende a cinco grupos de produtores que recebem o acompanhamento especializado de uma equipe de cinco pesquisadores da Ufac, cinco engenheiros agrônomos, técnicos de nível superior, além de bolsistas de graduação e de mestrado.

“Aqui temos os melhores pesquisadores. Estamos muito felizes com essa entrega, que temos certeza de que ajudará nossos estudantes a entrarem com uma perspectiva diferente no mercado de trabalho”, destacou a reitora Guida Aquino.

A coordenadora do projeto, Marilene Santos, disse que a ação é uma semente que foi plantada e colherá bons frutos quando chegar ao resultado final. “Agradeço ao senador pela iniciativa.” Segundo Alan Rick, é preciso investir na base. “Não vamos conseguir colher a plantação se não houver nada plantado”, pontuou. “É um imenso prazer saber que contribuí em um projeto como esse.”

Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna2.jpg

A equipe técnica e de pesquisadores que compõem o projeto é formada pelos professores Almecina Balbino Ferreira, Bruna Viana, Eduardo Pacca Matar, Eduardo Mitke Brandão, Matheus Matos e Sebastião Elviro Neto, além dos colaboradores Patrícia Cunha e Rogério da Silva Correia.

Também compuseram o dispositivo de honra os vereadores Neném Almeida (MDB) e Zé Lopes (Republicanos).

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel — Universidade Federal do Acre

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Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel.jpg

Proposta da Ufac, elaborada pelo Instituto eAmazônia, sobre energia sustentável e inovação para o edifício múltiplo do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, obteve o 3º lugar na classificação nacional e o 2º na classificação da região Norte na chamada pública Energia Zero em Prédios Públicos, do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel).

O projeto contempla a modernização dos sistemas de iluminação e de climatização do edifício, além da instalação de um sistema de geração de energia fotovoltaica. As intervenções têm como objetivo reduzir o consumo de energia elétrica da edificação e equilibrar a geração local com o consumo anual, caracterizando o conceito de “Edifício Energia Zero”.

A nota final da proposta da Ufac foi de 7,62. No projeto, o eAmazônia prevê investimento de R$ 1.348.587,92 em recursos não reembolsáveis da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A., no âmbito do Procel.

Após a homologação do resultado da chamada pública, a Ufac dará continuidade aos procedimentos para assinatura do termo de cooperação técnica. A previsão é que a execução das intervenções ocorra em até 24 meses, seguida por um período de monitoramento para verificação das metas estabelecidas pelo programa.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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Fórum de reitores debate desafios para ensino superior público — Universidade Federal do Acre

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A reitora Guida Aquino participou do 1º Fórum de Reitoras e Reitores da América Latina e do Caribe, realizado na segunda-feira, 29, e terça-feira, 30, em Foz do Iguaçu (PR), reunindo dirigentes de 89 instituições brasileiras, entre universidades e institutos federais, além de 67 representantes de 17 países latino-americanos e caribenhos, para debater os desafios e as perspectivas da educação superior pública, da cooperação internacional e da integração regional.

“A integração entre as universidades da América Latina e do Caribe é fundamental para o fortalecimento da educação superior pública, da produção científica e da construção de respostas conjuntas aos desafios sociais, econômicos e ambientais que compartilhamos enquanto região”, disse a reitora.

Durante a programação, foram debatidos temas estratégicos como a democratização do acesso ao ensino superior, a inclusão social, a mobilidade acadêmica, a pesquisa e a inovação, bem como mecanismos para ampliar a cooperação internacional e fortalecer as redes de produção científica e tecnológica entre os países participantes.

O evento contou com a participação do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e do secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Marcus David, além de representantes de organismos internacionais e lideranças acadêmicas.

 



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