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Ópera com freiras nuas e papa anã faz público passar mal na Alemanha

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18 pessoas que estiveram no espetáculo precisaram de atendimento médico; obra tem sangue real e sexo explícito

Dezoito espectadores passaram mal e tiveram que ser atendidos durante a apresentação de uma ópera na Alemanha no sábado (5.out.2024). Segundo o jornal alemão Bild, um médico teve de ser chamado para atender 3 pessoas.

A obra, chamada de “Sancta”, apresenta sexo lésbico explícito, nudez e sangue real. A ópera é dirgida pela coreógrafa austríaca Florentina Holzinger. É uma releitura de “Sancta Susanna”, de Paul Hindemith, composta em 1921. 

O espetáculo conta a história de uma jovem freira chamada Susanna, que está descobrindo sua sexualidade. Segundo Florentina Holzinger, a obra “mostra o desejo feminino em um ambiente hostil”.

Durante a apresentação, de duas horas e 45 minutos, há cenas de uma mulher com nanismo vestida com as roupas do papa, freiras nuas de patins e uma atriz engolindo uma espada em formato de cruz.

Assista ao trailer de “Sancta” (50s):

Vejo fotos do espetáculo:

Galeria: apresentação da ópera Sancta

Atriz vestida com roupas de freira patinando numa pista de stake durante a apresentação de “Sancta”

Na imagem, artistas durante um trecho do espetáculo de “Sancta”

Espetáculo mescla músicas clássicas com atuais

Na imagem, uma atriz vestida de freira durante o espetáculo

Na imagem, artistas vestidas de freiras cantam com mulheres nuas escalando ao fundo

Na imagem, duas mulheres nuas se beijam durante a apresentação de “Sancta”

Na imagem, artistas vestidas de freiram cantam durante a apresentação de “Sancta”

Na imagem, artista cantando com uma mulher pendurada dentro de um sino ao fundo durante a apresentação de “Sancta”

Na imagem, artista nua pendurada num sino durante a apresentação de “Sancta”

Na imagem, mulheres nuas sentadas na frente de uma pista de skate cenográfica

A apresentação é para maiores de 18 anos. Na descrição do espetáculo, os espectadores são avisados sobre o conteúdo explícito.

“Esta performance retrata atos sexuais explícitos, bem como representações e descrições de violência (sexual). Também apresenta sangue real e sangue cenográfico, processos de perfuração e a inflição de feridas. A performance inclui efeitos estroboscópicos, alto volume e incenso”, diz a descrição disponível no site da ópera.

Também há um aviso sobre o conteúdo ser traumatizante para alguns espectadores.

“Alguns aspectos [da apresentação] podem causar desconforto para certos indivíduos e, para outros, podem até ser traumatizantes. O foco da noite é a espiritualidade e a sexualidade, mas também a crítica à religião e um exame crítico da violência religiosa e social”, diz outro trecho.

“Sancta” estreou em maio no Mecklenburg State Theatre, na cidade de Schwerin (Alemanha). Também foi apresentada em Viena (Áustria) em junho. Agora, está em cartaz na Ópera Estatal de Stuttgart. Os ingressos on-line para os espetáculos estão esgotados. Ainda podem ser adquiridos na bilheteria do teatro a partir de € 10 (R$ 61).

Em novembro, a ópera estará em cartaz no Volksbühne, em Berlim.



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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Foto de capa [internet]

Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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