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Operação do Paquistão para libertar reféns depois que o seqüestro de trem termina com dezenas de mortos | Paquistão

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Operação do Paquistão para libertar reféns depois que o seqüestro de trem termina com dezenas de mortos | Paquistão

Shah Meer Baloch in Islamabad

Uma operação para resgatar centenas de pessoas tomadas reféns quando um O trem foi seqüestrado Por um grupo militante separatista no remoto sudoeste do Paquistão, terminou com dezenas mortas no ataque, disse um porta-voz do Exército.

Os serviços de segurança do Paquistão reivindicaram na quarta -feira ter resgatado cerca de 190 pessoas que estavam sendo mantidas em cativeiro depois que militantes do Exército de Libertação de Baloch (BLA) explodiram uma linha ferroviária e lançaram um ataque ao trem Jaffar Express.

O seqüestro ocorreu quando o trem, que carregava cerca de 450 passageiros, estava viajando por um túnel nas montanhas acidentadas da província do Baluchistão na terça -feira à tarde.

Autoridades disseram que 33 militantes e 21 reféns foram mortos, depois que o pessoal militar e de segurança lançaram uma ofensiva aérea e de terra para recuperar o controle. Os esforços foram prejudicados pelo terreno remoto e traiçoeiro, que dificultou a comunicação e a mobilização.

O BLA ameaçou começar a matar reféns, a menos que as autoridades cumprissem seu prazo de 48 horas para a libertação de prisioneiros políticos de Baloch, ativistas e pessoas desaparecidas que dizem ter sido seqüestradas pelos militares.

Na noite de quarta -feira, o grupo afirmou em comunicado que matou 50 dos reféns sobre o “fracasso do Paquistão em se envolver em uma séria troca de prisioneiros”.

Segundo relatos da mídia local, o BLA havia estacionado homens -bomba em coletes explosivos próximos a alguns dos reféns, complicando ainda mais seu resgate. “Os terroristas estão usando pessoas inocentes como escudos humanos”, disse um funcionário à Radio Pakistan.

Yousaf Bashir estava entre os passageiros que tiveram permissão para deixar o trem. Descrevendo o momento em que o trem foi sustentado pelos militantes, ele disse: “Houve uma grande explosão. Todo mundo estava assustado e as pessoas estavam gritando e chorando alto. Nós deitamos durante as explosões. Todo mundo deitado no trem, pois também havia disparado. ”

Ele disse que os militantes vieram depois que o tiro parou e exigiu que todos os passageiros saíssem do trem ou fossem mortos. “Eles libertaram meus filhos, minha esposa e eu também. Eles nos avisaram para não olharem para trás e continuaram andando. Eu não vi quantas pessoas foram deixadas para trás ”, disse Bashir.

Aqueles que o BLA permitiram deixar o trem descrito andando durante a noite em segurança através do terreno robusto da montanha por mais de sete horas.

Em uma declaração escrita enviada ao The Guardian, o BLA disse que o seqüestro foi “uma resposta direta à ocupação colonial de décadas do Paquistão no Baluchistão e aos crimes de guerra implacáveis ​​cometidos contra o povo Baloch”.

O Baluchistão, uma região vasta e subdesenvolvida na fronteira com o Irã e o Afeganistão, há décadas abriga uma insurgência separatista lutando contra o estado e o militar paquistaneses, que acusou de negligenciar e explorar a região.

“A operação de Bolan é uma resposta tática a essas atrocidades, destinada a demonstrar que as forças de ocupação não são invencíveis e que sua presença contínua no Baluchistão será recebida com resistência inabalável”, disse o comunicado da BLA.

O BLA recentemente aumentou suas operações no Baluchistão e está por trás de alguns dos piores ataques terroristas no Paquistão nos últimos anos.

Zahid Hussain, analista de segurança, disse que o seqüestro de trem era “sem precedentes”. Ele acrescentou: “Esse ataque mostra que a situação no Baluchistão se tornou muito desafiadora para os militares. Eles falharam em conter a insurgência e os militantes estão recrutando grandes números para realizar esses ataques. ”



Leia Mais: The Guardian

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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