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Operação em andamento para resgatar mineiros presos na mina de ouro sul-africana | Notícias sobre mineração

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O grupo Comunidades Afetadas pela Mineração, Unidas em Ação, afirma que pelo menos 400 homens permanecem presos na mina abandonada, onde se acredita que muitos tenham morrido.

Equipes de resgate içaram mineiros ilegais e vários corpos de um local abandonado mina de ouro na África do Sulonde surgem relatos de que centenas podem estar presas e pelo menos 100 já podem ter morrido.

Uma empresa profissional de resgate de minas enviou uma grande gaiola para o poço da mina perto de Stilfontein, cerca de 140 km (90 milhas) a sudoeste de Joanesburgo, na segunda-feira.

“Podemos confirmar que a máquina está funcionando. Ressuscitou sete pessoas”, disse Mzukisi Jam, da Organização Cívica Nacional Sul-Africana (SANCO), aos jornalistas na mina.

Pelo menos quatro corpos também foram recuperados, segundo o líder comunitário Johannes Qankase.

Sabelo Mnguni, porta-voz do grupo Comunidades Afetadas pela Mineração Unidas em Ação (MACUA), disse que um telefone celular enviado à superfície com alguns mineiros resgatados na sexta-feira tinha dois vídeos mostrando dezenas de corpos no subsolo embrulhado em plástico.

Mnguni disse que “um mínimo” de 100 homens morreram na mina onde a polícia lançou pela primeira vez uma operação em Novembro para forçar os mineiros a abandonarem a operação ilegal. Suspeita-se que os mineiros tenham morrido de fome ou de desidratação, disse Mnguni.

Nove corpos foram recuperados em uma operação liderada pela comunidade na sexta-feira, disse ele. Outros nove foram recuperados numa operação oficial de resgate realizada pelas autoridades na segunda-feira, quando 26 sobreviventes também foram retirados, disse Mnguni.

O porta-voz do Serviço de Polícia Sul-Africano, Sabata Mokgwabone, disse que ainda estavam a verificar informações sobre quantos corpos foram recuperados e quantos sobreviventes foram trazidos após o início de uma nova operação de resgate.

As autoridades agora esperam tirar todos os sobreviventes da mina.

A mina tem sido palco de um impasse entre a polícia e os mineiros desde que as autoridades tentaram pela primeira vez retirar os homens e selar a mina, há dois meses.

A polícia disse que os mineiros se recusaram a sair da mina de ouro de Buffelsfontein por medo de serem presos, mas Mnguni, da MACUA, disse que eles ficaram presos no subsolo depois que a polícia removeu as cordas e um sistema de roldanas que os mineiros usaram para entrar e sair da mina.

“O poço tem 2 km (1,2 milhas) de profundidade. É impossível para as pessoas subirem”, disse Magnificent Mndebele da MACUA.

O jornal Sunday Times da África do Sul noticiou que a empresa que lidera o esforço de resgate concebeu uma gaiola especial que poderia ser baixada até 3 km (1,8 milhas) no poço da mina e a operação de resgate – se tudo correr como planeado – duraria 16 dias.

MACUA ganhou um processo judicial em Dezembro que ordenava que a polícia e as autoridades provinciais permitissem o envio de alimentos, água e medicamentos aos mineiros.

A mineração ilegal é comum em partes da África do Sul rica em ouro, onde as empresas encerram minas que já não são lucrativas, deixando grupos de mineiros informais a entrar ilegalmente nelas para tentar encontrar depósitos restantes.

Grandes grupos de mineiros ilegais muitas vezes passam meses na clandestinidade para maximizar os lucros, levando consigo alimentos, água, geradores de energia e outros equipamentos, mas também contando com outros na superfície para enviar mais suprimentos.

A polícia disse não ter certeza de quantos mineiros ilegais permanecem no subsolo, mas diz que provavelmente serão centenas.

As autoridades sul-africanas há muito que tentam reprimir os gangues de mineração ilegal, conhecidos como “zama zamas” – que significa “traficantes” na língua Zulu – e que têm a reputação de serem violentos, muitas vezes armados e parte de sindicatos criminosos.

Mnguni da MACUA disse que este grupo específico de mineiros presos não eram criminosos, mas sim ex-funcionários das minas que ficaram desempregados quando as minas fecharam e ficaram desesperados.

“Os mineiros voltam para a mina porque vivem na pobreza”, disse ele.



Leia Mais: Aljazeera

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Extensão do PZ da Ufac conquista 1º e 2º lugares em Feira do Mel — Universidade Federal do Acre

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Meliponicultores dos seringais Porongaba e Filipinas, na reserva extrativista (Resex) Chico Mendes, obtiveram o 1º e o 2º lugares na 1ª Feira do Mel, ocorrida de sábado, 31, a segunda-feira, 2, no Horto Florestal, em Rio Branco. Os premiados participaram de atividades de extensão desenvolvidas pelo Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac para implantação e manutenção de meliponários em propriedades rurais na Resex.

A premiação ocorreu na categoria Melhor Mel de Abelha sem Ferrão. O 1º lugar foi concedido ao mel da espécie ‘Melipona crinita’, conhecida como uruçu-amarelo; o 2º lugar ficou com o mel de ‘Melipona eburnea’, conhecida como uruçu-roxo. No concurso, também houve participação de outras duas variedades de mel de abelhas sem ferrão, provenientes do meliponário didático do PZ, das espécies ‘Melipona titania’ (uruçu-boi) e ‘Melipona grandis’ (uruçu-cinzenta).

O trabalho da equipe do PZ teve início no seringal Porongaba, foi ampliado para o seringal Filipinas e, atualmente, também alcança o seringal Venezuela. As ações envolvem acompanhamento técnico e troca de conhecimentos com os produtores. Na feira, foram expostos méis de abelhas ‘Apis mellifera’, com ferrão, e de abelhas sem ferrão, além de outros produtos.

A diferença de preço entre os tipos de mel evidencia o potencial econômico da meliponicultura. Na feira, o mel de ‘Apis mellifera’ foi comercializado de R$ 100 a R$ 120 por litro, enquanto o mel do gênero ‘Melipona’ alcançou média de R$ 300 por litro. A valorização varia conforme a produtividade entre os tipos comercializados. Uma colônia de abelhas ‘Apis mellifera’, como as italianas, pode alcançar aproximadamente 50 quilos anuais em condições favoráveis. Já para as melíponas abordadas, uma colônia pode produzir cerca de dois a quatro litros de mel por ano.

Estiveram presentes na 1ª Feira do Mel os servidores do PZ Nilson Alves Brilhante, responsável pelo setor de Entomologia e pelo Meliponário Didático; Plínio Carlos Mitoso; e Wanderson da Silva Gomes, coordenador administrativo.



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Projeto do Hospital Universitário da Ufac tem continuidade garantida — Universidade Federal do Acre

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2026.11.04 Reunião Ufac-HU Brasil (2).jpg

O reitor Josimar Ferreira se reuniu com o presidente da HU Brasil (novo nome da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), Arthur Chioro, para tratar da retomada do projeto do Hospital Universitário da Ufac. O encontro ocorreu nesta quarta-feira, 4, em Brasília.

“Está garantida a continuidade do nosso Hospital Universitário”, afirmou Josimar após a reunião. Ele comemorou o resultado das discussões e classificou o momento como uma retomada de uma ação importante para a instituição.

Para o diretor do Centro de Ciências da Saúde e do Desporto, professor Carlos Viga, a retomada do planejamento do Hospital Universitário é resultado das articulações conduzidas pela gestão superior. “O hospital é extremamente importante para nossa sociedade, em especial para comunidade acadêmica da universidade”, disse.

Também participaram da reunião o professor do curso de Medicina, Nilton Ghiotti de Siqueira; e o professor João Batista Francalino da Rocha, coordenador do curso de bacharelado em Enfermagem e coordenador pró-tempore do PPG em Ciências da Saúde na Amazônia Ocidental.



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Reitor da Ufac participa de encontro sobre censo da educação superior — Universidade Federal do Acre

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Reitor da Ufac no 11º Ences-2026 (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, participa do 11º Encontro Nacional do Censo da Educação Superior, realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) nesta quarta-feira, 4, e quinta-feira, 5, em Brasília. O evento visa discutir procedimentos de coleta, qualidade das informações e indicadores utilizados no planejamento e na avaliação da educação superior brasileira.

“Enquanto reitor, conhecer o censo e os sistemas de coleta de dados é importante, considerando que nós estamos alimentando as informações que gerarão relatórios técnicos, tanto para o MEC [Ministério da Educação] quanto para o orçamento”, afirmou Josimar.

Segundo ele, a qualidade das informações depende da integração entre as coordenações de cursos, os setores de registro acadêmico e as unidades administrativas responsáveis pela alimentação dos sistemas institucionais. Ele ressaltou a necessidade de acompanhar os fluxos de informações desde o ingresso e a matrícula dos estudantes até a integralização curricular e a conclusão dos cursos.

Além disso, Josimar lembrou que os dados do levantamento integram indicadores relacionados à matriz orçamentária das universidades federais. Para ele, o aperfeiçoamento dos procedimentos internos de coleta e conferência das informações é fundamental para que os dados encaminhados ao Inep representem a realidade institucional da Ufac.

Realizado anualmente pelo Inep, o Censo da Educação Superior reúne informações sobre instituições, cursos, vagas, matrículas, ingressantes, concluintes, docentes e infraestrutura. Os dados subsidiam a produção de estatísticas e indicadores utilizados no acompanhamento, na avaliação e no planejamento da educação superior brasileira.

A programação do primeiro dia do encontro contempla a avaliação do Censo-2025, o novo cronograma de preenchimento, as boas práticas de coleta, a evolução da classificação Cine Brasil e os indicadores da educação superior. Nesta quinta-feira, 5, os debates abordam as perspectivas para o Censo-2026, o sistema e-MEC, o diploma digital, a qualificação dos dados de cor/raça e o Censo da Pós-Graduação Stricto Sensu, além da apresentação de experiências institucionais.

O coordenador da Diretoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional, Alex Souza Mello, da Pró-Reitoria de Planejamento, também está no evento, onde estão participando da programação representantes do Inep, do MEC, do IBGE, da Capes e de instituições de ensino superior de diferentes regiões do país.



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