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Quase 10.000 imagens de bolas de tênis despencam até 90% em valor enquanto o Aberto da Austrália parece abandonar os NFTs | Tênis

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Josh Taylor

Quase 10.000 imagens de bolas caíram até 90% em valor após Tênis A Austrália parece ter abandonado seu programa de tokens não fungíveis (NFT) três anos depois de começar a vender as obras de arte aos apostadores.

Lançado no auge do entusiasmo em torno dos NFTs, o programa Artball do Aberto da Austrália permitiu que fanáticos entusiasmados comprassem 6.776 obras de arte de bolas vendidas como tokens não fungíveis (NFTs) vinculados a parcelas de 19 cm x 19 cm na quadra do Melbourne Park. Em 2023, o Open tinha 2.454 NFTs adicionais em oferta.

As bolas em 2022 custaram 0,067 na criptomoeda Ethereum – cerca de US$ 278 no momento da cunhagem em 22 de janeiro de 2022 – e todos os NFTs foram vendidos. Em 2023, as bolas foram cunhadas a partir de 0,23 ETH cada – cerca de US$ 446 na época.

Devido ao aumento do valor do ethereum em relação ao dólar australiano, hoje esses NFTs valeriam US$ 338 e US$ 1.162, se tivessem mantido seu valor.

Um trabalho de Artball do Australian Open. Fotografia: arte AO Artball 2023 criada como parte do lançamento de 2023 NFT.

No entanto, os clientes que ficaram com as bolas NFT podem ter notado uma queda significativa no valor de seus ativos NFT. O preço mínimo atual para as bolas em Mar Aberto é 0,005ETH, o que equivale a aproximadamente US$ 25. As vendas recentes de bolas NFT variaram de 0,003ETH (A$ 15) a 0,0175ETH (A$ 89) – todas significativamente inferiores aos preços pelos quais foram cunhadas.

A Tennis Australia comercializou o programa NFT como semelhante a um programa de passageiro frequente, oferecendo um canal Discord para titulares de NFT, passes terrestres para as semanas finais e acesso aos bastidores, bem como passes para partidas do ano seguinte se a parte da quadra realizado no NFT estava vinculado ao gráfico do match point na quadra.

Em 2024, o Aberto da Austrália parecia não cunhar nenhum novo NFT, mas permitiu que os proprietários existentes resgatassem passes terrestres para a semana final. Em 2025, não há menção ao programa do Aberto da Austrália ou qualquer oferta de resgate de passes, e os sites do programa Artball permanecem inativos. O servidor Discord foi desligado.

A Tennis Australia não respondeu a vários pedidos de comentários.

Em 2023, quando o mercado de criptografia estava volátil e o valor dos NFTs havia caído quase US$ 100, Ridley Plummer, então gerente sênior de metaverso, NFTs, web3 e criptomoeda da Tennis Australia defendeu a decisão permanecer no negócio NFT.

As vendas recentes de bolas NFT variaram de 0,003ETH (A$ 15) a 0,0175ETH (A$ 89). Fotografia: arte AO Artball 2023 criada como parte do lançamento de 2023 NFT.

“Não deveríamos simplesmente largar as nossas ferramentas e ir embora porque o mercado está enfrentando seus desafios”, disse ele. “Obviamente, há uma série de fatores externos que entram em jogo quando você está explorando uma nova tecnologia como web3 e NFTs, e quando você é uma empresa inovadora como a Tennis Australia e a AO, obviamente há desafios e recompensas que vêm com isso também .”

O título de Plummer, de acordo com a Tennis Australia, é agora gerente sênior de vendas digitais e metaverso.

Desde então, o Aberto da Austrália voltou sua atenção para outros empreendimentos digitais, incluindo o lançamento de uma maneira para os usuários jogarem tênis com comentários simulados no Roblox e um desafio para jovens estudantes construírem o Aberto da Austrália no Minecraft.

The Age relatado na segunda-feira o Aberto da Austrália também estava usando tecnologia de reconhecimento facial no local do torneio para “aumentar a segurança e a proteção dos clientes”. Acontece apesar do comissário de privacidade australiano decisão no ano passado que Bunnings violou a privacidade do cliente ao usar tecnologia de reconhecimento facial nas lojas.

Foi relatado que vários locais esportivos, incluindo o MCG, o SCG e o Qudos Bank Arena, usaram tecnologia de reconhecimento facial em seus locais, mas nenhum respondeu aos pedidos do Guardian Australia sobre se continuariam a usar tal tecnologia à luz da decisão de Bunnings. .



Leia Mais: The Guardian

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Extensão do PZ da Ufac conquista 1º e 2º lugares em Feira do Mel — Universidade Federal do Acre

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Certificado Concurso-2026.png

Meliponicultores dos seringais Porongaba e Filipinas, na reserva extrativista (Resex) Chico Mendes, obtiveram o 1º e o 2º lugares na 1ª Feira do Mel, ocorrida de sábado, 31, a segunda-feira, 2, no Horto Florestal, em Rio Branco. Os premiados participaram de atividades de extensão desenvolvidas pelo Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac para implantação e manutenção de meliponários em propriedades rurais na Resex.

A premiação ocorreu na categoria Melhor Mel de Abelha sem Ferrão. O 1º lugar foi concedido ao mel da espécie ‘Melipona crinita’, conhecida como uruçu-amarelo; o 2º lugar ficou com o mel de ‘Melipona eburnea’, conhecida como uruçu-roxo. No concurso, também houve participação de outras duas variedades de mel de abelhas sem ferrão, provenientes do meliponário didático do PZ, das espécies ‘Melipona titania’ (uruçu-boi) e ‘Melipona grandis’ (uruçu-cinzenta).

O trabalho da equipe do PZ teve início no seringal Porongaba, foi ampliado para o seringal Filipinas e, atualmente, também alcança o seringal Venezuela. As ações envolvem acompanhamento técnico e troca de conhecimentos com os produtores. Na feira, foram expostos méis de abelhas ‘Apis mellifera’, com ferrão, e de abelhas sem ferrão, além de outros produtos.

A diferença de preço entre os tipos de mel evidencia o potencial econômico da meliponicultura. Na feira, o mel de ‘Apis mellifera’ foi comercializado de R$ 100 a R$ 120 por litro, enquanto o mel do gênero ‘Melipona’ alcançou média de R$ 300 por litro. A valorização varia conforme a produtividade entre os tipos comercializados. Uma colônia de abelhas ‘Apis mellifera’, como as italianas, pode alcançar aproximadamente 50 quilos anuais em condições favoráveis. Já para as melíponas abordadas, uma colônia pode produzir cerca de dois a quatro litros de mel por ano.

Estiveram presentes na 1ª Feira do Mel os servidores do PZ Nilson Alves Brilhante, responsável pelo setor de Entomologia e pelo Meliponário Didático; Plínio Carlos Mitoso; e Wanderson da Silva Gomes, coordenador administrativo.



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Projeto do Hospital Universitário da Ufac tem continuidade garantida — Universidade Federal do Acre

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2026.11.04 Reunião Ufac-HU Brasil (2).jpg

O reitor Josimar Ferreira se reuniu com o presidente da HU Brasil (novo nome da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), Arthur Chioro, para tratar da retomada do projeto do Hospital Universitário da Ufac. O encontro ocorreu nesta quarta-feira, 4, em Brasília.

“Está garantida a continuidade do nosso Hospital Universitário”, afirmou Josimar após a reunião. Ele comemorou o resultado das discussões e classificou o momento como uma retomada de uma ação importante para a instituição.

Para o diretor do Centro de Ciências da Saúde e do Desporto, professor Carlos Viga, a retomada do planejamento do Hospital Universitário é resultado das articulações conduzidas pela gestão superior. “O hospital é extremamente importante para nossa sociedade, em especial para comunidade acadêmica da universidade”, disse.

Também participaram da reunião o professor do curso de Medicina, Nilton Ghiotti de Siqueira; e o professor João Batista Francalino da Rocha, coordenador do curso de bacharelado em Enfermagem e coordenador pró-tempore do PPG em Ciências da Saúde na Amazônia Ocidental.



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Reitor da Ufac participa de encontro sobre censo da educação superior — Universidade Federal do Acre

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Reitor da Ufac no 11º Ences-2026 (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, participa do 11º Encontro Nacional do Censo da Educação Superior, realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) nesta quarta-feira, 4, e quinta-feira, 5, em Brasília. O evento visa discutir procedimentos de coleta, qualidade das informações e indicadores utilizados no planejamento e na avaliação da educação superior brasileira.

“Enquanto reitor, conhecer o censo e os sistemas de coleta de dados é importante, considerando que nós estamos alimentando as informações que gerarão relatórios técnicos, tanto para o MEC [Ministério da Educação] quanto para o orçamento”, afirmou Josimar.

Segundo ele, a qualidade das informações depende da integração entre as coordenações de cursos, os setores de registro acadêmico e as unidades administrativas responsáveis pela alimentação dos sistemas institucionais. Ele ressaltou a necessidade de acompanhar os fluxos de informações desde o ingresso e a matrícula dos estudantes até a integralização curricular e a conclusão dos cursos.

Além disso, Josimar lembrou que os dados do levantamento integram indicadores relacionados à matriz orçamentária das universidades federais. Para ele, o aperfeiçoamento dos procedimentos internos de coleta e conferência das informações é fundamental para que os dados encaminhados ao Inep representem a realidade institucional da Ufac.

Realizado anualmente pelo Inep, o Censo da Educação Superior reúne informações sobre instituições, cursos, vagas, matrículas, ingressantes, concluintes, docentes e infraestrutura. Os dados subsidiam a produção de estatísticas e indicadores utilizados no acompanhamento, na avaliação e no planejamento da educação superior brasileira.

A programação do primeiro dia do encontro contempla a avaliação do Censo-2025, o novo cronograma de preenchimento, as boas práticas de coleta, a evolução da classificação Cine Brasil e os indicadores da educação superior. Nesta quinta-feira, 5, os debates abordam as perspectivas para o Censo-2026, o sistema e-MEC, o diploma digital, a qualificação dos dados de cor/raça e o Censo da Pós-Graduação Stricto Sensu, além da apresentação de experiências institucionais.

O coordenador da Diretoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional, Alex Souza Mello, da Pró-Reitoria de Planejamento, também está no evento, onde estão participando da programação representantes do Inep, do MEC, do IBGE, da Capes e de instituições de ensino superior de diferentes regiões do país.



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