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‘Operação Natal’ tem Dwayne Johnson e muito bom humor – 07/11/2024 – Ilustrada

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Thales de Menezes

Mais um filme de Dwayne Johnson nos cinemas. É um atrás do outro, e desta vez ele aparece numa equipe de heróis natalinos. Tem Chris Evans, sem o uniforme do Capitão América, um urso gigante, que é a cara daquele do anúncio da Coca-Cola no Natal, e o próprio Papai Noel, que desta vez não é gordinho, mas saradão, interpretado pelo cruel professor de bateria de “Whiplash”, J.K. Simmons.

Depois de ver essa turma no cartaz do cinema, que também tem a ex-“PanterasLucy Liu, é um pouco difícil acreditar que poderá sair alguma coisa boa dessa empreitada. Mas aí “Operação Natal” traz duas horas de aventura em bom ritmo e humor inteligente, quebrando a cara de quem gostaria de falar mal do filme.

Tudo vai bem quando começa bem, e o ponto de partida da história é inventivo. Papai Noel existe, vive no Polo Norte, numa cidade futurista, onde moram milhares de trabalhadores, entre pessoas, gnomos, ursos falantes e renas do tamanho de um ônibus. Ali, todos trabalham para preparar os brinquedos que serão distribuídos a todas as crianças do planeta e dão o seu o máximo durante 364 dias por ano. Sim, 364, porque no dia 26 de dezembro eles tiram folga.

Uma organização altamente tecnológica do governo americano dá apoio e infraestrutura para ajudar o bom velhinho a manter o trabalho que ele faz há mais de 800 anos. É uma agência que trabalha no monitoramento de criaturas mitológicas. A coisa toda lembra um pouco os agentes secretos de “Homens de Preto” e aquela rede maluca que acompanha milhares de alienígenas que habitam a Terra.

Mas a história começa longe dessa cidade de brinquedos. Nos Estados Unidos, o temido hacker “Lobo” é contratado para entrar no sistema de um laboratório que observa fenômenos sísmicos. Sua missão é rastrear qualquer atividade numa área do Polo Norte determinada pelo sujeito que está pagando pela invasão. Jack, o hacker, é o papel de Chris Evans, que vai bem no tipo “espertalhão que não é tão esperto”.

Na noite de 23 de dezembro, homens invadem a cidade no Polo Norte, localizada pela engenhosidade de Jack, e levam o Papai Noel. Quem enlouquece e precisa encontrá-lo de qualquer jeito é Cal, seu chefe de segurança há seis séculos, interpretado por Dwayne Johnson.

O fortão vai percorrer o mundo atrás de seu chefe sequestrado, e sua primeira pista é a invasão de Jack no laboratório de fenômenos sísmicos. Então Cal decide levar o hacker à força para acompanhá-lo na busca por Papai Noel.

Em pouco tempo, eles descobrem que quem o raptou é uma bruxa, antiga conhecida de Noel, que quer extrair o poder fantástico que ele tem para comandar a entrega dos presentes todos os anos. Ela pretende usar essa energia para um plano maléfico —distribuir punições a quem não tenha sido um bom menino, mesmo que apenas uma vez na vida. Seus critérios são rígidos, o que transforma quase todas as pessoas na Terra em alvos dessa vingança.

O número de criaturas fantásticas que aparecem pelo caminho de Cal e Jack só aumenta, e a situação se torna desesperadora com a perspectiva de um Natal não acontecer, o que já seria uma catástrofe monumental. Mas há também a preocupação maior, que é evitar que a Bruxa mande para o limbo eterno pessoas que simplesmente falaram uma mentirinha algum dia.

As sacadas do roteiro são muito boas, como, por exemplo, usar os depósitos de todas as lojas de brinquedos do mundo como portas de entrada e saída para Cal e Jack, numa rede de teletransporte planetário no meio de caixas empilhadas de bonecas e carrinhos. É também sensacional a maneira como os heróis utilizam os brinquedos como armas.

O final da história é bem previsível, mas ninguém em sã consciência vai esperar algo diferente em um filme que se propõe a ser entretenimento natalino. O que vale mesmo é que as piadas são boas, a ação não para e existe uma boa química entre Chris Evans e Dwayne Johnson.



Leia Mais: Folha

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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