OPINIÃO
Da rua ao Novembro Azul: Prefeitura de Tarauacá agiliza soluções para os ‘buracos’
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7 anos atrásem
Conversando com alguns tarauacaenses pude perceber seu reconhecimento no que pese todas as dificuldades, ao esforço da Prefeitura Municipal em prestar toda a atenção mais que merecida ao seu povo, povo este que foi jogado a nível nacional com a maior carga tributária e roubalheira institucionalizada já vista na história desse país.
Diante desse fato a Prefeita Marilete Vitorino reconhece que esses impostos têm que ser revertido em prol da população, principalmente a mais carente.
Podemos citar como exemplo disso o inédito serviço disponibilizado pela Prefeita aos homens no Novembro Azul com o exame de PSA, um exame que detecta antecipadamente problemas na próstata livrando muitas pessoas de morrerem desse câncer, realmente um marco na saúde masculina no município. Uma ação que teve uma boa aceitação pelo público masculino, que lotou os postos de saúde.


Outro fato interessante é que, com os que eu conversei, terem consciência que o estado que se encontra nossas ruas, vem de anos e anos de roubo e péssimas decisões econômicas por parte dos Governos anteriores tanto a nível nacional como estadual, já que a principal fonte de receita (dinheiro para investir) vem de Brasília através de convênios, direto ou por emendas parlamentares.
Esse reconhecimento é recíproco tendo a Prefeita Marilete observado que não só a parte material, mas principalmente a humana também deve ser reconhecida, agindo prontamente em dar um abono salarial tanto para a pasta da Educação bem como a da saúde, o que fez a atual gestão fechar 2018 com chave de ouro. Isso dá um sinal claro de que as contas da atual gestão apesar de ter que amargar altos pagamentos da gestão passada está conseguindo equilibrar as contas fechando o ano sem dever nada.
Reclamação
A única reclamação em Tarauacá são os buracos da cidade, mas andando por outros municípios a gente vê que esse problema é geral, o que nos faz ratificar a afirmação acima que, se Brasília e consequentemente a economia tomar rumos certos como às previsões indicam, onde o próximo governo do Presidente eleito Jair Bolsonaro já sinalizou ter uma visão econômica totalmente oposta aos últimos 16 anos administrados pelo PT, liberando mais a economia fazendo-a crescer, teremos com certeza boas novas em todas as áreas.
O que não dá é querer empregos atacando o empresariado por todos os lados e ainda sufocando-os com tanta carga tributária.
Acreditemos no Brasil.
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OPINIÃO
Opinião: Uma parlamentar trans como presidente da Comissão dos Direitos da Mulher na Câmara Federal
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3 semanas atrásem
28 de março de 2026O caso da deputada federal trans Erika Hilton (SP), eleita presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara Federal e contestada por algumas parlamentares de origem biológica feminina, merece reflexão.
Há distinção entre condição biológica e identidade de gênero. O sexo biológico refere-se a características naturais como cromossomos, órgãos reprodutivos e hormônios. Já a identidade de gênero diz respeito à forma como a pessoa se reconhece e se apresenta socialmente.
No campo jurídico, o Brasil assegura às pessoas trans o direito de serem tratadas conforme sua autopercepção de gênero. Isso significa que, legalmente, uma mulher trans é reconhecida como mulher — embora essa definição não corresponda à esfera biológica.
É legítimo — e não proibido — que algumas pessoas não se sintam representadas por indivíduos trans, como demonstrou a deputada federal Chris Tonietto (RJ).
O bom senso sugere que cargos de representação feminina sejam ocupados por mulheres de origem biológica feminina, e o mesmo princípio poderia valer para os homens. A identidade de gênero, embora deva ser respeitada, não pode se sobrepor à maioria formada por homens e mulheres em sua essência biológica.
A sociedade avançou ou retrocedeu ao acolher pessoas trans em espaços de destaque? Eis a questão. É fato que hoje há maior visibilidade de indivíduos trans, mas isso ainda constitui uma situação particular, não uma regra. Por outro lado, é compreensível que muitas mulheres se sintam desconfortáveis em dividir espaços íntimos, como banheiros, com pessoas trans.
Representantes do movimento LGBTQIA+ afirmam que os seres humanos são complexos. Outros, porém, questionam se não seria mais complexo o pensamento de quem rejeita sua própria condição biológica. É evidente que psicologicamente ninguém é igual.
A sociedade brasileira, composta por mais de 221 milhões de habitantes, não foi consultada sobre o reconhecimento das mulheres trans. O que existe é uma construção jurídica que garante seus direitos. Trata-se, portanto, de uma minoria socialmente reconhecida.
Se alguém se identificar psicologicamente como uma loba, por exemplo, não há obrigação de aceitarmos essa identidade no convívio social. O argumento filosófico de que “tudo muda”, inspirado em Heráclito, é apenas uma perspectiva entre tantas. Ou seja, um ponto de vista.
Mudanças de paradigmas sociais não podem ignorar o equilíbrio e a natureza humana: para muitos, homem continua sendo homem e mulher continua sendo mulher. Ou seja, a base biológica deve ser considerada.
Filosofar como se houvesse obrigação de aceitar todas as transformações comportamentais propostas por grupos minoritários é um equívoco diante da maioria que se posiciona contrária à equiparação plena das pessoas trans.
Não se trata de nostalgia por tecnologias antigas, como a máquina de escrever, visto que ela permanece útil quando falta energia elétrica, mas de rejeitar a ideia de que uma exceção possa ser transformada em regra.
Júlio César Cardoso
Servidor federal aposentado
Balneário Camboriú-SC
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8 de fevereiro de 2026Plenário da Câmara: deputados aprovaram reajustes a servidores da Casa e do Senado Foto: Carlos Moura/Agência Senado
A votação dessas duas propostas foi definida na reunião de líderes feita na manhã desta terça-feira, 3, e passou também pela aprovação de outro projeto que cria institutos federais de ensino – um deles em Patos (PB), cidade de nascimento e reduto eleitoral de Hugo Motta (Republicanos-PB).