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Os benefícios de ser solteiro; psicóloga de Harvard mostra quais são
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2 anos atrásem
Segundo a psicóloga de Harvard, Bella DePaulo, ser solteiro, apesar de ser bem desafiador, pode trazer vários benefícios para você. Lembre-se, solteiro sim, sozinho nunca!
Especialista em estudo sobre a vida de solteiros, Bella se define como “solteira de coração” e defende que leva uma vida ótima, mesmo por vezes sendo pressionada para casar.
Segundo ela, pesquisas mostram que os casados tendem a ficar mais isolados com seus respectivos pares. Já as pessoas solteiras, permanecem por mais tempo conectadas com os amigos e parentes. Além disso, podem levar a vida no próprio ritmo, fazer o que querem e não ceder a pressões de ninguém.
Cultura dos casados
A cultura em geral favorece o casamento, argumenta Bella. Mas isso não precisa ser verdade para todos.
“Acontece que quando as pessoas se casam, elas não acabam mais felizes do que eram quando eram solteiras.”
Para ela, as pesquisas sobre felicidade e casamento estão desatualizadas. Ao se debruçar sobre um banco de artigos, descobriu algo importante.
“E descobri que, só desde o ano 2000, houve mais de 19.000 artigos sobre casamento e pessoas casadas e apenas 501 sobre pessoas solteiras. E a maioria desses artigos sobre pessoas solteiras ao longo da vida eram apenas artigos nos quais elas eram o grupo de comparação em estudos onde pesquisadores de casamento estavam tentando dizer “Oh, se você se casar, será mais feliz e saudável. O que, claro, não é verdade”, disse em entrevista ao Apa.
Benefícios dos solteiros
E é aí que começa os benefícios de ser solteiro. Bella tem mais de 100 livros publicados sobre o assunto, além de ter dado várias palestras.
Uma das grandes vantagens segundo a profissional é a liberdade para administrar o seu próprio dinheiro. “Os solteiros têm autonomia total para decidir como gastar, economizar e investir.”
Sobre as relações, há uma grande diferença. Ao contrário do que muitos pensam, ser solteiro não precisa significar viver isolado, disse Bella.
As relações com os amigos, familiares e até mesmo alguma comunidade específica, acaba se tornando mais forte.
Dicas para viver melhor
Realizando as pesquisas, a psicóloga descobriu três grandes coisas sobre como viver uma vida de solteiro mais fácil. Veja abaixo!
Valorize a condição: reconheça as vantagens de ser solteiro e assuma isso sem nenhuma culpa. Se você gosta da condição, não há o que se envergonhar!
Seja autossuficiente: aprenda a cuidar de si mesmo, seja resolvendo problemas do dia a dia ou até mesmo pedindo ajuda quando necessário.
Viva e aproveite: aproveite a liberdade de ser solteiro e busque alegria. Viva uma vida autêntica, sem desculpas e aproveite o máximo!
Desafios existem
Mas Bella não nega que os desafios existem. Apesar das vantagens, os solteiros enfrentam uma vida financeira mais delicada.
Dividir as despesas do lar acaba deixando o orçamento mais aberto e eles não podem lidar com isso.
Todavia, isso não é um problema grande! Para viver bem sozinho, Bella diz que é fundamental se planejar.
Como exemplo, ela usa um caso de uma jovem na Inglaterra que juntou dinheiro e reformou sua casa aos 33 anos, deixando acessível para quando se tornar idosa.
Para Bella, ser solteiro não significa ser sozinho. Amigos e famílias estão aí! – Foto: Freepik
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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