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Os ventos nos EUA para continuar atingindo houthis até que os ataques de envio parem – DW – 16/03/2025

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Os ventos nos EUA para continuar atingindo houthis até que os ataques de envio parem - DW - 16/03/2025

O Estados Unidos continuará a atacar o Iêmen Rebeldes houthis Até que eles terminem os ataques ao transporte internacional, disse o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, no domingo.

“Quero ficar muito claro, esta campanha é sobre liberdade de navegação e restaurar a dissuasão”, disse Hegseth em entrevista à emissora de negócios da Fox.

“No minuto em que os houthis dizem: ‘Vamos parar de atirar em seus navios, pararemos de atirar em seus drones.’ Esta campanha terminará. Mas até então, será implacável”, acrescentou.

Presidente dos EUA Donald Trumppublicar nas mídias sociais, também prometeu “usar força letal esmagadora” para acabar com os ataques houthi.

“Para todos os terroristas houthis, seu tempo acabou e seus ataques devem parar, começando hoje. Se não o fizerem, o inferno choverá sobre você como nada que você já viu antes!” ele escreveu.

Trump acrescentou um aviso ao Irã, exigindo que Teerã “imediatamente” encerre seu apoio aos terroristas houthis.

As pessoas se reúnem no local de uma casa atingida por uma greve nos EUA em Saada, Iêmen
Cinqüenta e três pessoas, incluindo mulheres e crianças, foram mortas nos ataques aéreos dos EUA, de acordo com o ministério da saúde da Houthi, administradoImagem: Naif Rahma / Reuters

Houthis promessa para segmentar navios nos EUA no Mar Vermelho

Os houthis relataram explosões em áreas sob seu controle Sábado à noite e domingo. O Ministério da Saúde Houthi-Run disse no domingo que o número de mortos havia subido para 53, incluindo mulheres e crianças, com outras 101 pessoas feridas.

Em resposta aos ataques dos EUA, os rebeldes prometeram mais escalados. O líder rebelde Abdul Malik al-Houthi disse que os militantes houthis direcionariam navios nos EUA no Mar Vermelho enquanto os EUA continuarem seus ataques a Iémen.

“Se eles continuarem sua agressão, continuaremos a escalada”, disse ele em um discurso televisionado.

Al-Houthi também pediu uma manifestação de desafio “milhões de fortes” nas áreas controladas por rebeldes na segunda-feira, o aniversário de uma célebre vitória militar do Profeta Mohammed no século VII.

Os houthis também disseram, sem fornecer evidências, que o grupo havia como alvo o porta -aviões dos EUA USS Harry S. Truman e seus navios de guerra no Mar Vermelho com mísseis balísticos e drones em resposta aos ataques dos EUA.

Não houve confirmação do ataque de autoridades americanas.

Dobrado – o Iêmen no aperto da milícia houthi

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Como o mundo reagiu às greves?

Secretário-Geral das Nações Unidas Antonio Guterres pediu “a maior restrição e uma cessação de todas as atividades militares” no Iêmen.

Guterres também alertou que a nova escalada poderia “combinar ciclos de retaliação que possam desestabilizar ainda mais o Iêmen e a região e representar riscos graves para a já terrível situação humanitária no país”, disse seu porta -voz em comunicado.

Enquanto isso, o chefe da Guarda Revolucionária do Irã, o general Hossein Salami, negou que seu país estivesse envolvido no Ataques houthienquanto o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, escrevendo em X, instou os EUA a interromper seus ataques aéreos e disse que Washington não pode ditar a política externa do Irã.

A Rússia também pediu aos EUA que parassem as greves. O ministro das Relações Exteriores Sergei Lavrov chamou o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, para instar uma “cessação imediata do uso da força e a importância para todos os lados se envolverem em diálogo político”, disse Moscou.

Os houthis lançaram vários ataques ao frete depois A guerra de Israel com o Hamas começou no final de 2023dizendo que eles estavam agindo em solidariedade com os palestinos em Gaza.

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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