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Osamu, descendente adotivo da Suzuki, morre após décadas no comando – DW – 27/12/2024
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O carismático ex-chefe da Suzuki, que ajudou a transformar o japonês especialista em veículos compactos em uma empresa globalmente competitiva, morreu aos 94 anos após uma batalha contra um linfoma maligno, informou a empresa na sexta-feira.
Osamu Suzuki tornou-se CEO da empresa em 1978 e foi diretor-executivo, presidente ou presidente até 2021, quando – já com 90 anos – deixou o cargo e assumiu uma função consultiva.
O início da sua gestão no topo coincidiu com alguns marcos cruciais na expansão da Suzuki para além do mercado automóvel japonês, como o lançamento do pequeno carro urbano, o Alto, em 1979, que se tornaria o carro mais antigo e mais vendido da Suzuki de todos os tempos. .
Além disso, enquanto outros fabricantes japoneses buscavam expansão em mercados como a Europa, as Américas e mais tarde a China, a primeira grande atuação internacional da Osamu Suzuki foi na Índia. Em 1980, sua empresa decidiu fazer parceria com o governo indiano e sua empresa Maruti, em dificuldades.
A mudança foi arriscada, mas a parceria deu certo. A Suzuki vendeu cerca de um terço de todos os seus carros na Índia, tornando a Índia confortavelmente o mercado mais importante da empresa fora do Japão.
A empresa esteve consistentemente entre os 10 maiores vendedores de motocicletas em todo o mundo durante a maior parte do mandato de Osamu Suzuki, e também um participante importante nas corridas de motos no Japão e em outros lugares.
Suzuki – dos teares aos carros compactos
A empresa foi fundada pelo patriarca Michio Suzuki em 1909. Inicialmente especializou-se na fabricação de teares, especialidade de design do engenheiro Suzuki.
Na década de 1930, Michio Suzuki procurava diversificar a empresa e identificou o transporte pessoal, especialmente bicicletas motorizadas ou motocicletas, como um caminho promissor para expansão.
No entanto, durante a Segunda Guerra Mundial, o governo do Japão proibiu a empresa de investir em “produção civil não essencial” e por isso os seus planos foram arquivados.
Logo após a guerra, com seu negócio de teares ameaçado pela automação e outros avanços, Suzuki voltou apressadamente aos seus projetos de transporte.
O primeiro produto para o ainda dizimado Japão do pós-guerra foi quase um precursor de uma E-bike: uma bicicleta simples com um minúsculo motor a gasolina de 1 cavalo-vapor e dois tempos acoplado para impulso extra – a Suzuki Power Free.
Michio também estava à frente de seu tempo com seu primeiro carro, o SuzuLight, que previa a demanda do Japão por carros “kei” supercompactos, projetados para uso em grandes cidades com estradas movimentadas e pouco espaço para estacionamento.
Quem foi Osamu Suzuki, o herdeiro adotivo que percorreu distância?
Nascido Osamu Matsuda em 1930, Suzuki trabalhou no setor bancário depois de se formar na Faculdade de Direito da Universidade Chuo, em Tóquio.
Ingressou na Suzuki Motor em 1958, fruto de seu casamento com uma das netas do patriarca, Shoko Suzuki. Isso foi um ano depois de Michio ter deixado o cargo de presidente e se juntado ao conselho consultivo.
O império da família de Michio não tinha filhos esperando na fila e então Osamu adotou o nome Suzuki e começou a subir na hierarquia da empresa.
Durante os anos seguintes, três outros filhos adotivos tiveram passagens pela liderança da Suzuki, mas nenhum deles desfrutou do sucesso ou da longevidade que Osamu teria ao assumir o comando em 1978.
Conhecido pela sua natureza jovial e comentários sinceros, ele não se esquivou do foco da empresa no segmento mais pequeno e económico do mercado automóvel.
Ele também reconhecia regularmente que a Suzuki estava atrás de gigantes japoneses como Honda e Toyota em vendas – uma vez que se autodenominava um “velho de uma empresa de pequeno e médio porte”.
msh/dj (AP, dpa)
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Ufac realiza formatura de alunos do CAp pela 1ª vez no campus-sede — Universidade Federal do Acre
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30 de janeiro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de certificação dos estudantes concluintes do ensino médio do Colégio de Aplicação (CAp), referente ao ano letivo de 2025. Pela primeira vez, a solenidade ocorreu no campus-sede, na noite dessa quinta-feira, 29, no Teatro Universitário, e marcou o encerramento de uma etapa da formação educacional de jovens que agora seguem rumo a novos desafios acadêmicos e profissionais.
A entrada da turma Nexus, formada pelos concluintes do 3º ano, foi acompanhada pela reitora Guida Aquino; pelo diretor do CAp, Cleilton França dos Santos; pela vice-diretora e patronesse da turma, Alessandra Lima Peres de Oliveira; pelo paraninfo, Gilberto Francisco Alves de Melo; pelos homenageados: professores Floripes Silva Rebouças e Dionatas Ulises de Oliveira Meneguetti; além da inspetora homenageada Suzana dos Santos Cabral.

Guida destacou a importância do momento para os estudantes, suas famílias e toda a comunidade escolar. Ela parabenizou os formandos pela conquista e reconheceu o papel essencial dos professores, da equipe pedagógica e dos familiares ao longo da caminhada. “Tenho certeza de que esses jovens seguem preparados para os próximos desafios, levando consigo os valores da educação pública, do conhecimento e da cidadania. Que este seja apenas o início de uma trajetória repleta de conquistas. A Ufac continua de portas abertas e aguarda vocês.”

Durante o ato simbólico da colocação do capelo, os concluintes reafirmaram os valores que orientaram sua trajetória escolar. Em nome da turma, a estudante Isabelly Bevilaqua Rodrigues fez o discurso de oradora.
A cerimônia seguiu com a entrega dos diplomas e as homenagens aos professores e profissionais da escola indicados pelos concluintes, encerrando a noite com o registro da foto oficial da turma.
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Especialização em Enfermagem Obstétrica tem aula inaugural — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
27 de janeiro de 2026O curso de especialização em Enfermagem Obstétrica teve sua aula inaugural nesta terça-feira, 27, na sala Pedro Martinello do Centro de Convenções, campus-sede da Ufac. O curso é promovido pela Universidade Federal de Minas Gerais, com financiamento do Ministério da Saúde, no âmbito da Rede Alyne; a Ufac é um dos 39 polos que sedia essa formação em nível nacional.
A especialização é presencial, com duração de 16 meses e carga horária de 720 horas; tem como objetivo a formação e qualificação de 21 enfermeiros que já atuam no cuidado à saúde da mulher, preparando-os para a atuação como enfermeiros obstetras. A maior parte dos profissionais participantes é oriunda do interior do Estado do Acre, com predominância da regional do Juruá.
“Isso representa um avanço estratégico para o fortalecimento da atenção obstétrica qualificada nas regiões mais afastadas da capital”, disse a coordenadora local do curso, professora Sheley Lima, que também ressaltou a relevância institucional e social da ação, que está alinhada às políticas nacionais de fortalecimento da atenção à saúde da mulher e de redução da morbimortalidade materna.
A aula inaugural foi ministrada pela professora Ruth Silva Lima da Costa, com o tema “Gravidez na Adolescência e Near Miss Neonatal na Região Norte: Dados da Pesquisa Nascer no Brasil 2”. Ela é doutora em Ciências da Saúde pela Fiocruz, enfermeira da Ufac e docente da Uninorte.
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Calendário 2026 do Acre: Veja o calendário do Governo e Judiciário que vai ditar o ritmo do ano
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20 de janeiro de 2026Clique aqui para baixar o calendário estadual completo: Decreto 11.809, Calendário 2026 Acre, ed. 14.173-B, de 22.12.2025
Há quem organize a vida por metas, há quem organize por boletos… e existe um grupo que planeja o ano inteiro por uma régua silenciosa, porém poderosa: o calendário oficial. Desde início de janeiro, essa régua ganhou forma no Acre com dois instrumentos que, na prática, definem como o Estado vai pulsar em 2026 — entre atendimentos, plantões, prazos, audiências e aquele respiro estratégico entre uma data e outra.
De um lado, o Governo do Estado publicou o Decreto nº 11.809, de 22 de dezembro de 2025, fixando feriados e pontos facultativos de 2026 para os órgãos do Poder Executivo, do dia 1º de janeiro ao último dia do ano, com a ressalva de que serviços essenciais não podem parar.
Do outro, o Tribunal de Justiça do Acre respondeu com a sua própria cartografia do tempo: a Portaria nº 6569/2025, que institui o calendário do Poder Judiciário acreano para 2026, preservando o funcionamento em regime de plantão sempre que não houver expediente. O texto aparece no DJe (edição nº 7.925) e também em versão integral, como documento administrativo autônomo.
Clique aqui para baixar o calendário forense completo: DJE – Portaria 6.5692025, edição 7.925, 22.12.2025
O “mapa do descanso” tem regras — e tem exceções
No calendário do Executivo, as datas nacionais aparecem como pilares já conhecidos (como Confraternização Universal, Tiradentes, Dia do Trabalho, Independência, Natal), mas o decreto também reforça a identidade local com feriados estaduais e pontos facultativos típicos do Acre.
Chamam atenção duas engrenagens que costumam passar despercebidas fora da rotina pública:
- ponto facultativo não é sinônimo de folga garantida — a chefia pode convocar para expediente normal por necessidade do serviço;
- quando o servidor é convocado nesses dias, o decreto prevê dispensa de compensação para quem cumprir horário no ponto facultativo.
No Judiciário, a lógica é parecida no objetivo (manter o Estado funcionando), mas diferente na mecânica. A Portaria do TJAC prevê expressamente que, havendo necessidade, pode haver convocação em regime de plantão, respeitando-se o direito à compensação de horas, conforme regramento administrativo interno.
Quando o município faz aniversário, a Justiça muda o passo
O “calendário do fórum” também conversa com o mapa das cidades. A Portaria prevê que, em feriado municipal por aniversário do município, não haverá expediente normal nas comarcas correspondentes — apenas plantão. E, quando o município declara ponto facultativo local, a regra traz até prazo de comunicação no interior: pelo menos 72 horas de antecedência para informar se haverá adesão.
É o tipo de detalhe que não vira manchete — mas vira realidade para quem depende de balcão, distribuição, atendimento e rotina de cartório.
Um ano que já começa “com cara de planejamento”
Logo na largada, o Executivo lista 1º de janeiro como feriado nacional e já prevê, para 2 de janeiro, ponto facultativo (por decreto específico citado no anexo). Também aparecem o Carnaval e a Quarta-feira de Cinzas como pontos facultativos, desenhando, desde cedo, o recorte de semanas que tendem a ser mais curtas e mais estratégicas.
No Judiciário, a Portaria organiza o mesmo período com olhar forense — e, além de datas comuns ao calendário civil, agrega as rotinas próprias do Poder Judiciário, preservando a prestação jurisdicional via plantões e regras de compensação.
Rio Branco também entra no compasso de 2026
Para além do calendário estadual e do Judiciário, a capital também oficializou seu próprio “mapa do tempo”: o Prefeito de Rio Branco editou o Decreto Municipal nº 3.452, de 30/12/2025, estabelecendo os feriados e pontos facultativos de 2026 para os órgãos e entidades do Poder Executivo Municipal, com referência expressa ao calendário do Estado.
Na prática, a cidade reforça o mesmo recado institucional: serviços essenciais não param, funcionando por escala ou plantão, e os gestores ficam autorizados a convocar servidores em dias de ponto facultativo, sem exigência de compensação para quem cumprir expediente. No anexo, aparecem datas que impactam diretamente a rotina da população, como o Carnaval (16 a 18/02, ponto facultativo), o Dia do Servidor Público (28/10, ponto facultativo) e o Aniversário de Rio Branco (28/12, feriado municipal) — fechando o ano com a véspera de Ano Novo (31/12, ponto facultativo).
Clique aqui para baixar o calendário municipal completo: DOE, edição 3.452, de 30.12.2025 – Calendário Prefeitura de Rio Branco-AC
Por que isso importa
O calendário oficial é mais do que uma lista de “dias marcados”: ele é o roteiro do funcionamento do Estado. Para o cidadão, significa previsibilidade; para advogados e jurisdicionados, significa atenção ao modo como cada órgão funcionará em datas críticas; para gestores, significa logística e escala; e para o próprio Acre, significa um desenho institucional que equilibra tradição, trabalho e continuidade.
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