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Ouro tem pior semana em 3 anos em meio à vitória de Trump – 16/11/2024 – Mercado

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Os preços do ouro sofreram sua pior queda semanal em mais de três anos, com a vitória de Donald Trump nas eleições dos EUA e um dólar forte revertendo a histórica alta do metal precioso.

Após subir mais de 35% neste ano para uma série de recordes, os preços do ouro caíram 7% neste mês, para US$ 2.561 (cerca de R$ 14,8 mil) por onça troy (cerca de 31 gramas), incluindo uma queda de 3,1% no dia seguinte à eleição.

A vitória decisiva de Trump redefiniu as expectativas do mercado, enquanto investidores avaliam o impacto das prováveis políticas do presidente eleito. Os operadores precificaram menos cortes nas taxas de juros dos EUA e impulsionaram o dólar, temendo que potenciais cortes de impostos e tarifas possam levar a uma inflação mais alta.

O ouro, como um ativo sem rendimento, tende a se beneficiar de taxas mais baixas, enquanto um dólar forte, no qual o metal é precificado, também geralmente pesa sobre seu preço.

Investidores retiraram US$ 600 milhões de fundos negociados em bolsa lastreados em ouro na semana que terminou em 8 de novembro, de acordo com dados do Conselho Mundial do Ouro, o maior fluxo de saída semanal desde maio.

Analistas disseram que parte da queda se deveu a dinheiro especulativo que havia entrado na alta do ouro e agora está se movendo para a próxima tendência.

Houve um influxo de dinheiro em bitcoin e na Tesla, as negociações de Trump, e isso está atraindo dinheiro de refúgios típicos como o ouro”, disse Nicky Shiels, chefe de pesquisa da refinadora de ouro MKS Pamp. “Não é uma reversão da tendência de alta, o ouro simplesmente subiu rápido demais e agora está revertendo para uma trajetória menos otimista.”

Um resultado definido, com os republicanos assumindo um “controle total” do Congresso, também mudou o sentimento. Os preços do ouro caíram no período de 12 semanas após nove das últimas 12 eleições nos EUA, de acordo com Rhona O’Connell, chefe de análise de mercado na StoneX, a corretora.

“Um resultado eleitoral, a menos que fosse realmente claro de antemão, tira um elemento de risco dos mercados”, disse ela.

Mas analistas também alertaram que o dólar em alta provavelmente reduziria a demanda de bancos centrais, cujas compras em grande escala também sustentaram a alta.

Neste ano, os bancos centrais compraram 694 toneladas de ouro, de acordo com dados do Conselho Mundial do Ouro, diversificando suas reservas para longe do dólar americano.

George Saravelos, chefe de pesquisa de câmbio no Deutsche Bank, disse que as políticas de Trump provavelmente enfraqueceriam moedas de mercados emergentes, como o renminbi chinês.

“Muitos bancos centrais agora precisam gastar reservas em dólar para defender seu câmbio de saídas de capital e prevenir um enfraquecimento excessivo”, disse ele.

Apesar da venda deste mês, alguns estrategistas acreditam que a alta será retomada, com O’Connell esperando que os preços alcancem US$ 3.000 por onça troy no próximo ano.

A alta do ouro no último ano foi impulsionada por conflitos no Oriente Médio e na Ucrânia, e por expectativas de mais cortes nas taxas.

“O ajuste desta semana apenas redefine o ouro por enquanto, mas os temas que levaram o ouro a este nível ainda estão presentes”, disse Tom Price, analista da Panmure Liberum, apontando para guerra e risco geopolítico. “Todos esses fatores não mudaram desde que Trump foi eleito.”



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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-lula.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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