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Pacientes cardíacos da UPA da Sobral precisam pagar por exames
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8 anos atrásem
Os pacientes com suspeita de problemas cardíacos que dão entrada no setor de Emergência da UPA Franco Silva, na Sobral, em Rio Branco, estão precisando pagar exames laboratoriais para identificar se o problema é mesmo no coração. A denúncia foi feita por familiares de pacientes.
Na última quinta-feira, dia 21, um dos pacientes que deu entrada na unidade de saúde com suspeita de ter sofrido um infarto, precisou pagar pelo exame das enzimas em um laboratório da Capital. A irmã dele, Telma Oliveira, revela que passou por momento de desespero.
“É desesperador você chegar no hospital e não ter como saber o que realmente aconteceu com o seu irmão. Eles disseram que não tinha como fazer o exame das enzimas e que o outro aparelho, que vê os batimentos, estava com problema porque não tinha internet. Precisei tirar do bolso e pagar”, conta.
Em nota, a Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre) diz que os materiais necessários para feitura dos exames devem chegar nesta segunda-feira, dia 25, e os procedimentos voltarão a ser realizados normalmente. A pasta nega, contudo, que os pacientes sejam orientados a pagar pelos exames laboratoriais.
“Os exames de eletrocardiogramas estão sendo feitos normalmente e asseguram o diagnóstico correto do paciente com quaisquer suspeitas de problemas cardíacos, independentemente das enzimas”, destaca a Sesacre em nota. “Nenhum paciente, […] com sintomas de infarto é liberado por conta própria para fazer exames., sobretudo particulares”, completa.
Após a denúncia de Telma, a Sesacre informou que o problema será investigado internamente para saber por que o paciente foi liberado para realizar o procedimento fora da unidade pública de saúde. “A Unidade de Pronto Atendimento Franco Silva informa ainda que vai apurar se houve qualquer negligência em seus quadros”, informou
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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre
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10 horas atrásem
21 de setembro de 2026O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.
Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.
As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.
“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”
A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre
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18 de setembro de 2026O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.
A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).
O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
17 de setembro de 2026O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.
O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.