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Pacientes cardíacos da UPA da Sobral precisam pagar por exames
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7 anos atrásem
Os pacientes com suspeita de problemas cardíacos que dão entrada no setor de Emergência da UPA Franco Silva, na Sobral, em Rio Branco, estão precisando pagar exames laboratoriais para identificar se o problema é mesmo no coração. A denúncia foi feita por familiares de pacientes.
Na última quinta-feira, dia 21, um dos pacientes que deu entrada na unidade de saúde com suspeita de ter sofrido um infarto, precisou pagar pelo exame das enzimas em um laboratório da Capital. A irmã dele, Telma Oliveira, revela que passou por momento de desespero.
“É desesperador você chegar no hospital e não ter como saber o que realmente aconteceu com o seu irmão. Eles disseram que não tinha como fazer o exame das enzimas e que o outro aparelho, que vê os batimentos, estava com problema porque não tinha internet. Precisei tirar do bolso e pagar”, conta.
Em nota, a Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre) diz que os materiais necessários para feitura dos exames devem chegar nesta segunda-feira, dia 25, e os procedimentos voltarão a ser realizados normalmente. A pasta nega, contudo, que os pacientes sejam orientados a pagar pelos exames laboratoriais.
“Os exames de eletrocardiogramas estão sendo feitos normalmente e asseguram o diagnóstico correto do paciente com quaisquer suspeitas de problemas cardíacos, independentemente das enzimas”, destaca a Sesacre em nota. “Nenhum paciente, […] com sintomas de infarto é liberado por conta própria para fazer exames., sobretudo particulares”, completa.
Após a denúncia de Telma, a Sesacre informou que o problema será investigado internamente para saber por que o paciente foi liberado para realizar o procedimento fora da unidade pública de saúde. “A Unidade de Pronto Atendimento Franco Silva informa ainda que vai apurar se houve qualquer negligência em seus quadros”, informou
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Proint realiza atividade sobre trabalho com jovens aprendizes — Universidade Federal do Acre
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7 de maio de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint), da Ufac, promoveu um encontro com jovens aprendizes para formação e troca de experiências sobre carreira, tecnologia e inovação. O evento ocorreu em parceria com o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), em 28 de abril, no espaço de inovação da Ufac, campus-sede.
Os professores Francisco Passos e Marta Adelino conduziram a atividade, compartilhando conhecimentos e experiências com os estudantes, estimulando reflexões sobre o futuro profissional e o papel da inovação na construção de novas oportunidades. A instrutora de aprendizagem do CIEE, Mariza da Silva Santos, também acompanhou os participantes na ação, destacando a relação entre formação acadêmica e experiências no mundo do trabalho.
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Professora da Ufac faz visita técnica e conduz conferência em Paris — Universidade Federal do Acre
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5 de maio de 2026A professora do campus Floresta, Maria Cristina de Souza, que também é curadora do Herbário em Cruzeiro do Sul, esteve, de 9 a 15 de abril, no Museu de História Natural de Paris, representando a Ufac. Ela conduziu, em francês, conferência sobre a diversidade e a riqueza da região do Alto Juruá e realizou visita técnica, atualizando amostras das coleções de palmeiras (Arecaceae) do gênero Geonoma. As atividades tiveram apoio dos pesquisadores Marc Jeanson, Florent Martos e Marc Pignal.
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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre
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30 de abril de 2026O professor Rafael Coll Delgado, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza, da Ufac, participou como coautor do artigo “Interações Clima-Vegetação-Solo na Predição do Risco de Incêndios Florestais: Evidências de Duas Unidades de Conservação da Mata Atlântica, Brasil”, o qual foi publicado, em inglês, na revista “Forests” (vol. 15, n.º 5), cuja dição temática foi voltada aos desafios contemporâneos dos incêndios florestais no contexto das mudanças climáticas.
O estudo também contou com a parceria das Universidades Federais de Viçosa (UFV) e Rural do Rio de Janeiro e foi desenvolvido no âmbito do Centro Integrado de Meteorologia Agrícola e Florestal, da Ufac, como resultado da dissertação da pesquisadora e geógrafa Ana Luisa Ribeiro de Faria, da UFV.
A pesquisa analisa a interação entre clima, solo e vegetação em unidades de conservação da Mata Atlântica, propondo dois novos modelos de índice de incêndio e avaliando sua capacidade preditiva sob diferentes cenários do fenômeno El Niño-Oscilação do Sul. Para tanto, foram integrados dados climáticos diários (2001-2023), índices de vegetação e seca, registros de focos de incêndio e estimativas de umidade do solo, permitindo uma análise dos fatores que influenciam a ocorrência de incêndios.
“O trabalho é fruto de cooperação entre três universidade públicas brasileiras, reforçando o papel estratégico dessas instituições na produção científica e no desenvolvimento de soluções aplicadas à gestão ambiental”, destacou Rafael Coll Delgado.