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País transforma igreja abandonada em piscina pública coberta; veja

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O entregador encontrou, no Recife, uma bolsa com R$ 1 mil. Ele devolveu tudo! - Foto: Arquivo pessoal

Um verdadeiro mergulho na fé e na inovação. Em Heerlen, na Holanda, uma igreja abandonada vai ser transformada em uma piscina pública coberta. O projeto se compromete a manter a beleza histórica do local, ao mesmo tempo que oferece um novo espaço de convivência.

A antiga Igreja de São Francisco de Assis, fechada desde 2023, estava sem uso até que dois escritórios de arquitetura venceram um concurso para repensar o espaço. Com direito a um piso móvel, reflexos que imitam a sensação de caminhar sobre as águas e elementos arquitetônicos preservados, o projeto emocionou os moradores.

Para dar lugar à piscina, o piso existente vai ser removido. Os bancos da igreja vão ser reutilizados, incorporando-os às paredes de vidro que separam o local de banho. O projeto começa ainda este ano e o primeiro mergulho está marcado para 2027!

Monumento histórico

A igreja sempre foi um marco na paisagem de Heerlen.

Com o encerramento das atividades religiosas, a cidade viu uma oportunidade de transformar o ponto em um espaço de convivência. Tudo isso sem apagar a importância cultural dela.

Como as outras piscinas públicas da cidade enfrentam superlotação, a transformação veio em ótima hora.

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Caminhar sobre as águas

E um dos destaques do projeto é o piso ajustável da piscina.

Ele pode ser totalmente elevado para criar uma superfície plana para eventos sociais ou culturais.

Há ainda a possibilidade de cobrir toda a área com uma fina camada de água.

Isso vai fazer surgir um efeito visual incrível: a igreja se reflete na água, dando a sensação que os visitantes estão andando sobre ela!

Tradição e modernidade

A entrada do novo espaço é marcada por uma marquise circular iluminada, que une o antigo ao novo.

Dentro da igreja, corredores vão conduzir os visitantes a vestiários e refeitórios integrados discretamente.

Os bancos originais vão ser reaproveitados como assentos e balcões. Até mesmo o antigo púlpito ganhou uma nova função: agora é onde o salva-vidas fica de olho nos nadadores.

Aquecimento eficiente

Manter a beleza histórica sem abrir mão do conforto moderno foi o maior desafio dos escritórios MVRDV e Zecc Architecten.

As paredes de vidro ao redor da área de banho vão proteger os vitrais e murais da umidade.

O telhado também foi isolado para garantir um aquecimento eficiente.

“Por que não dar a essas igrejas uma função social novamente, como costumavam ter? Uma piscina pública é ideal para isso. Imagine: nadar de costas com vista para a abóbada de uma igreja e vitrais. Ao cobrir toda a área da piscina com uma pequena camada de água, você também pode criar um belo efeito visual, permitindo que a igreja retorne à sua forma original e pareça ainda maior e mais impressionante através do reflexo”, finalizou Winy Maas, sócio-fundador da MVRDV.

O reflexo da piscina combinado com a iluminação especial, vai dar a sensação de que os visitantes estão "andando sobre as águas". - Foto; MVRDV O reflexo da piscina combinado com a iluminação especial, vai dar a sensação de que os visitantes estão “andando sobre as águas”. – Foto; MVRDV O local também será equipado com um bar para os clientes. - Foto: MVRDV O local também será equipado com um bar para os clientes. – Foto: MVRDV



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Proint realiza atividade sobre trabalho com jovens aprendizes — Universidade Federal do Acre

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Proint realiza atividade sobre trabalho com jovens aprendizes — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint), da Ufac, promoveu um encontro com jovens aprendizes para formação e troca de experiências sobre carreira, tecnologia e inovação. O evento ocorreu em parceria com o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), em 28 de abril, no espaço de inovação da Ufac, campus-sede.

Os professores Francisco Passos e Marta Adelino conduziram a atividade, compartilhando conhecimentos e experiências com os estudantes, estimulando reflexões sobre o futuro profissional e o papel da inovação na construção de novas oportunidades. A instrutora de aprendizagem do CIEE, Mariza da Silva Santos, também acompanhou os participantes na ação, destacando a relação entre formação acadêmica e experiências no mundo do trabalho.

 



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Professora da Ufac faz visita técnica e conduz conferência em Paris — Universidade Federal do Acre

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Professora da Ufac faz visita técnica e conduz conferência em Paris — Universidade Federal do Acre

A professora do campus Floresta, Maria Cristina de Souza, que também é curadora do Herbário em Cruzeiro do Sul, esteve, de 9 a 15 de abril, no Museu de História Natural de Paris, representando a Ufac. Ela conduziu, em francês, conferência sobre a diversidade e a riqueza da região do Alto Juruá e realizou visita técnica, atualizando amostras das coleções de palmeiras (Arecaceae) do gênero Geonoma. As atividades tiveram apoio dos pesquisadores Marc Jeanson, Florent Martos e Marc Pignal.

 



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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre

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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre

O professor Rafael Coll Delgado, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza, da Ufac, participou como coautor do artigo “Interações Clima-Vegetação-Solo na Predição do Risco de Incêndios Florestais: Evidências de Duas Unidades de Conservação da Mata Atlântica, Brasil”, o qual foi publicado, em inglês, na revista “Forests” (vol. 15, n.º 5), cuja dição temática foi voltada aos desafios contemporâneos dos incêndios florestais no contexto das mudanças climáticas.

O estudo também contou com a parceria das Universidades Federais de Viçosa (UFV) e Rural do Rio de Janeiro e foi desenvolvido no âmbito do Centro Integrado de Meteorologia Agrícola e Florestal, da Ufac, como resultado da dissertação da pesquisadora e geógrafa Ana Luisa Ribeiro de Faria, da UFV.

A pesquisa analisa a interação entre clima, solo e vegetação em unidades de conservação da Mata Atlântica, propondo dois novos modelos de índice de incêndio e avaliando sua capacidade preditiva sob diferentes cenários do fenômeno El Niño-Oscilação do Sul. Para tanto, foram integrados dados climáticos diários (2001-2023), índices de vegetação e seca, registros de focos de incêndio e estimativas de umidade do solo, permitindo uma análise dos fatores que influenciam a ocorrência de incêndios.

“O trabalho é fruto de cooperação entre três universidade públicas brasileiras, reforçando o papel estratégico dessas instituições na produção científica e no desenvolvimento de soluções aplicadas à gestão ambiental”, destacou Rafael Coll Delgado.

 



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