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Papa Francisco deixa legado de humildade, igualdade, paz e generosidade; homenagem
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Acordamos com o coração partido. A notícia triste de que o Papa Francisco morreu esta madrugada abre uma lacuna e deixa um legado importante neste momento tão tenso no mundo.
O pontífice que revolucionou a Igreja Católica nos últimos anos, partiu aos 88 anos, após lutar bravamente contra a pneumonia dupla e uma infecção. Horas antes, ele apareceu na janela do Vaticano, mesmo debilitado, para deixar sua última mensagem de Páscoa. Era como se ele soubesse que ali, terminaria o que começou.
Reverenciado não só por católicos, Francisco, deixa um legado importante sobre amor, humidade, igualdade, paz e generosidade para a evolução da humanidade. Por meio dele, muitos se aproximaram da religião novamente. A espontaneidade e a afetuosidade acolheram aqueles que se sentiam alijados.
O comunicado Oficial
O Vaticano anunciou a morte do papa, confirmada às 7h35 (horário de Roma) e 2h35 (horário de Brasília) nesta segunda-feira, 21. Coube ao cardeal Joseph Farrell, camarlengo da Santa Igreja Romana e da Casa Santa Marta, contar ao mundo:
“Às 7h35 da manhã, o bipo de Roma regressou à Casa do Senhor. Ele dedicou sua vida ao serviço do Senhor e da Igreja.”
Em prosseguiu: “Ele nos ensinou a viver nos valores do Evangelho com a fidelidade, valentia e amor universal, especialmente em favor dos mais pobres e marginalizados.”
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A escolha do nome Francisco
Em março de 2013, quando o argentino Jorge Bergoglio foi eleito, em seguida veio a decisão de escolher o nome do São Francisco. Segundo ele, foi influenciado pelo cardeal brasileiro Dom Claudio Hummes que pediu que jamais esquecesse dos mais pobres.
Assim, em homenagem ao santo, que simboliza a humildade, a modéstia, a simplicidade e o amor aos menos favorecidos, ele, Bergoglio, passou a ser conhecido no mundo, como o papa Francisco.
Papa no Brasil
Em 2013, logo após ser empossado, o papa Francisco escolheu o Brasil para a primeira viagem internacional. Participou da Jornada da Juventude no Rio de Janeiro, disse que era devoto de Nossa Senhora Aparecida e fez piada com os jornalistas brasileiros.
Os brasileiros brincaram com ele, afirmando que era desafiador ter um papa “argentino”, ele, mais do rapidamente, respondeu: “Vocês querem tudo? Deus já não é brasileiro?”.
Assim era Francisco que, ao conhecer um brasileiro, lançava a pergunta: “Cachaça não é água, não?”.
Um papa diferente
Desde a posse, Francisco demonstrou que seria diferente. Recusou as vestes tradicionais dedicadas aos pontífices e quis seguir morando na Casa de Santa Marta, não na residência especial. Também mantinha um discurso mais simples, direto e menos formal.
A lista de transformações do papa argentino é tão extensa, que o difícil é selecionar temas, mas entre eles estão:
- Aproximação das pessoas: informal, comunicativo e sempre sorridente, utilizava as redes sociais e até telefone para falar com os fiéis;
- Contato com outras religiões: Francisco se reuniu com líderes do islamismo, judaísmo, ortodoxos e outros credos em busca do diálogo;
- Vínculo com as questões sociais: priorizou temas, como pobreza, migração, refugiados e mudanças climáticas, colocando a Igreja Católica em um papel mais ativo na discussão de problemas globais;
- Combate ao abuso sexual: estabeleceu tolerância zero em relação aos crimes sexuais na Igreja, determinando apuração de denúncias, afastando suspeitos e protegendo vítimas;
- Reformas na Igreja: reestruturou o Vaticano, estabeleceu normas para mais transparência e autorizou a participação de mulheres em cargos chaves;
Mundo chora
Líderes mundiais reagiram à morte do papa Francisco, lamentando sua partida e recordando o legado deixado por ele.
Fiéis se unem ao coro.
O sucessor
Após a morte do santo padre, o Conclave deve se reunir para escolher o sucessor entre 15 a 20 dias.
São 135 cardeais, dos quais 108 escolhidos por Francisco.
O Brasil tem sete cardeais, com menos de 80 anos, aptos para participarem do Conclave, quando se define o próximo papa.
Descanse em paz Francisco e obrigado por espalhar amor nesse mundo que anda tão esquisito.
O papa Francisco escolheu o Brasil, em 2013, para a primeira viagem internacional. “Deus já é brasileiro, vocês ainda querem ter um papa?”.

O santo padre do sorriso e da piada, do humor e da alegria, o papa Francisco deixa um legado de amor pleno e o mundo diz adeus com tristeza. Foto: Vatican News
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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre
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12 de março de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.
O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre
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9 de março de 2026A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.
São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”
A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.
A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.
No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.
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