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Paquistão critica sanções dos EUA ao programa de mísseis balísticos | Notícias
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O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Paquistão alerta que as sanções têm “implicações perigosas” para a “estabilidade estratégica da região”.
O Paquistão denunciou novas sanções dos EUA contra o programa de mísseis balísticos do país como “discriminatórios” e disseram que colocavam em risco a paz e a segurança da região.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Paquistão alertou na quinta-feira num comunicado que as sanções “têm implicações perigosas para a estabilidade estratégica da nossa região e para além dela”.
Também lançou dúvidas sobre as alegações dos EUA de que as empresas visadas estavam envolvidas na proliferação de armas porque as sanções anteriores “se basearam em meras dúvidas e suspeitas, sem qualquer prova”.
Também acusou os EUA de “duplos pesos e duas medidas” ao renunciarem aos requisitos de licenciamento de tecnologia militar avançada para outros países. As sanções congelam qualquer propriedade dos EUA pertencente às empresas visadas e impedem os americanos de fazer negócios com elas.
O Departamento de Estado dos EUA disse que uma dessas entidades sancionadas, o Complexo de Desenvolvimento Nacional com sede em Islamabad, trabalhou para adquirir itens para o desenvolvimento do programa de mísseis balísticos de longo alcance do Paquistão, que inclui a série SHAHEEN de mísseis balísticos.
As outras entidades sancionadas são Akhtar and Sons Private Limited, Affiliates International e Rockside Enterprise.
As últimas sanções dos EUA ocorreram meses depois de medidas semelhantes terem sido aplicadas a outras entidades estrangeiras, incluindo um instituto de investigação chinês, depois de o Departamento de Estado dos EUA as ter acusado de trabalhar para o Complexo de Desenvolvimento Nacional, que diz estar envolvido no desenvolvimento e produção de produtos de longa duração do Paquistão. mísseis balísticos de alto alcance.
O Paquistão tornou-se uma potência nuclear declarada em 1998, quando realizou testes nucleares subterrâneos em resposta aos realizados pela sua rival e vizinha Índia. Os dois lados testam regularmente os seus mísseis de curto, médio e longo alcance.
‘Ameaça emergente para os EUA’
Mais tarde na quinta-feira, um alto funcionário da Casa Branca disse que o Paquistão está desenvolvendo capacidades de mísseis balísticos de longo alcance que eventualmente poderiam permitir-lhe atingir alvos fora do Sul da Ásia, inclusive nos Estados Unidos.
O vice-conselheiro de Segurança Nacional, Jon Finer, disse que a conduta de Islamabad levantou “questões reais” sobre os objetivos do seu programa de mísseis balísticos.
“Sinceramente, é difícil para nós ver as ações do Paquistão como algo que não seja uma ameaça emergente aos Estados Unidos”, disse Finer ao público do Carnegie Endowment for International Peace.
“O Paquistão desenvolveu tecnologia de mísseis cada vez mais sofisticada, desde sistemas de mísseis balísticos de longo alcance até equipamentos que permitiriam testar motores de foguetes significativamente maiores”, disse ele.
Se essas tendências continuarem, disse Finer, “o Paquistão terá a capacidade de atingir alvos muito além do Sul da Ásia, inclusive nos Estados Unidos”.
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."
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6 de abril de 202609 e 10 de ABRIL
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11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC






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