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Para ajudar em tratamento de fotógrafo, família põe à venda livro com cerca de 100 fotos históricas do AC

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Fotógrafo Américo de Mello registrou momentos históricos do Acre e reuniu tudo em um livro. Obra é vendida a R$ 50 e dinheiro vai ajudar no tratamento de saúde dele.

Foto de capa: Acervo reúne cliques da história do Acre feitos pelo fotografo Américo de Mello (Foto: Américo de Mello/Arquivo pessol).

Cliques históricos como a assinatura da lei que elevou o Acre a Estado, em junho de 1962, são algumas das fotografias feitas pelo fotógrafo Américo de Mello, de 91 anos, encontradas no livro Encontro da História do Acre – Estado 50 anos.

Para ajudar no tratamento de saúde de Mello, a família colocou 400 exemplares da obra à venda. O livro pode ser adquirido pelo valor de R$ 50. Os familiares não informaram a doença de Mello, apenas disseram que são complicações devido à idade.

O interessado em adquirir o livro, deverá entrar em contato pelo telefone 68 9.9947-7633 (Bruna Mello).

Américo de Mello é um dos principais jornalistas do Acre. Construiu, ao longos dos anos, um acervo importantíssimo de registros marcantes da história do estado, passagem de personalidades como Mané Garrincha.

Trabalhou com o jornalista José Chalub Leite, integrou a Associação dos Repórteres Fotográficos de São Paulo e a Associação dos Repórteres Cinematográficos do Brasil no Acre. Além disso, foi correspondente de revistas brasileiras.

 Livro com fotos de momentos históricos do Acre estão disponível para venda (Foto: Américo de Mello/Arquivo pessol)

Livro com fotos de momentos históricos do Acre estão disponível para venda (Foto: Américo de Mello/Arquivo pessol)

“Há quatro anos o pai adoeceu e aos poucos foi deixando de lado o trabalho dele por conta da saúde. Esse ano, a gente viu que o acervo estava se perdendo por causa do tempo. Como os custos com a saúde, médicos e cuidadores são bem altos, conseguimos fazer uma campanha de venda para arrecadar custos”, explicou a filha do fotógrafo, a jornalista Bruna Mello.

Ainda segundo ela, o livrou reúne uma seleção com ceca de 100 fotos. Com mais de 60 anos de carreira, Mello registrou a passagem de importantes personalidades pelo Acre. Sobre o livro, a família contou que a obra foi lançada em 2012.

“São fotos que retratam o momento histórico do Acre, personalidades que passaram por aqui. A gente quer vender o que tem e arrecadar aos poucos. A pessoa pode ir buscar ou combinamos a entrega”, detalhou.

Fotografo Américo de Mello é um dos principais jornalistas do Acre e enfrenta problemas na saúde (Foto: Arquivo da família) Fotografo Américo de Mello é um dos principais jornalistas do Acre e enfrenta problemas na saúde (Foto: Arquivo da família)

Fotografo Américo de Mello é um dos principais jornalistas do Acre e enfrenta problemas na saúde (Foto: Arquivo da família). Com informações de Aline Nascimento, G1 AC, Rio Branco.

O interessado em adquirir o livro, deverá entrar em contato pelo telefone 68 9.9947-7633 (Bruna Mello).

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Casal deve ir a júri popular por sequestrar motorista de app e matar homem a tiros em Rio Branco

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Elvis Preslei de Sena Figueiredo e Mayra Jane Mendes de Oliveira foram pronunciados a júri popular pela 1ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Rio Branco. Casal é acusado de matar Leonir Lima Fernandes Júnior em maio de 2021.

Capa: Acusados devem ir a júri por homicídio qualificado — Foto: Divulgação/TJ-AC.

Elvis Preslei de Sena Figueiredo e Mayra Jane Mendes de Oliveira foram pronunciados a júri popular pela 1ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Rio Branco. Eles são acusados de sequestrar uma motorista de aplicativo e utilizar o carro para ir até onde Leonir Lima Fernandes Júnior, de 22 anos, estava e matá-lo em maio de 2021.

A defesa dos acusados entrou com recurso contra decisão. No último dia 19, a Justiça abriu vista para o Ministério Público Estadual (MP-AC) se manifestar.

Leonir Júnior era preso monitorado por tornozeleira eletrônica e participava de um bingo em uma praça da Rua Nossa Senhora da Conceição, bairro Cidade Nova, em Rio Branco. Dois homens chegaram em um carro, desceram e atiraram na vítima, que morreu no local.

O carro usado pelos criminosos era de uma motorista de aplicativo. A mulher foi abordada pelos acusados durante uma corrida para o bairro Seis de Agosto. Na época, a vítima falou que Elvis Figueiredo assumiu o volante do veículo e Mayra ficou no banco do passageiro com o celular da motorista.

A dupla foi até o bairro Cidade Nova e matou Leonir. Após algumas horas do homicídio, o carro foi achado embaixo da quarta ponte de Rio Branco. A motorista estava dentro do veículo em estado de choque, mas sem ferimentos físicos.

Um terceiro homem chegou a ser indiciado pelos crimes, contudo, ele acabou não sendo pronunciado pela Justiça.

“Os réus respondem a este processo em liberdade, razão pela qual assim os mantenho pois além de não haver pedido do MP quanto à esse estado de liberdade, não existem nos autos outros elementos ou fatos contemporâneos que nos levem a ordenar as suas custódias preventivas”, destacou a juíza Luana Campos.

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Aberto edital para o fundo das penas pecuniárias da Comarca de Mâncio Lima

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Entidades interessadas em concorrer devem encaminhar os projetos para a secretaria criminal do Fórum de Mâncio Lima até o dia 30 de abril

O Juízo da Comarca de Mâncio Lima tornou pública a abertura de cadastramento de instituições aptas a receber benefícios do fundo das penas pecuniárias. O documento, que dispõe de informações para concorrer aos benefícios, foi assinado pela juíza de Direito Gláucia Gomes.



As entidades que pretendem adquirir os incentivos deverão estar regularmente constituídas e se cadastrarem na secretaria criminal da Comarca de Mâncio Lima, sendo obrigatória a atualização anual do cadastro. Devem também preencher o formulário disponível no anexo I do edital, além de apresentar projeto que seguirá o Roteiro de Projeto Técnico, que consta no anexo II.

 Os projetos serão recebidos até 30 de abril de 2024, no Fórum de Mâncio Lima, situado na rua Joaquim Generoso, 160, bairro Centro. O cadastro de entidades localizadas em outros municípios ou de outras comarcas é aceito, caso não haja projeto viável a ser implementado no local.

No final do projeto, a instituição beneficiária deverá prestar contas da verba recebida, no prazo de 15 dias, à secretaria criminal da Comarca de Mâncio Lima. No relatório deve constar: planilha detalhada dos valores gastos, as notas fiscais de todos os produtos e serviços custodiados e relatório com os resultados obtidos.

O edital n.º 01/2023 foi publicado no Diário de Justiça eletrônico n.º 7.394 (pág. 164 a 165), do dia 29 de janeiro de 2024. Para mais informações, ligue: (68) 3343-1039.

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STF rejeita denúncia por peculato contra ex-deputado federal Luiz Sérgio

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Segundo entendimento unânime do Plenário, a acusação não comprovou a prática do crime.

A denúncia pela suposta prática do crime de peculato apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-deputado federal Luiz Sérgio Nóbrega de Oliveira (PT-RJ) e a ex-secretária parlamentar Camila Loures Paschoal foi rejeitada, por unanimidade, pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF). O peculato ocorre quando funcionário público se apropria ou desvia bem público, de que tem posse em razão do cargo, em benefício próprio ou de outras pessoas.



De acordo com a denúncia apresentada em 2017 (Inquérito INQ 4529), o então deputado teria mantido Camila em cargo comissionado, em seu escritório parlamentar, entre fevereiro de 2013 e março de 2015, recebendo salário sem prestar os serviços devidos.

Competência

Em seu voto, o relator, ministro Gilmar Mendes, reconheceu a competência do STF para apreciar o caso. Isso porque, embora o denunciado Luiz Sérgio Nóbrega de Oliveira não mais exerça o mandato de parlamentar federal, o inquérito estava pronto para análise. A seu ver, é dever da Corte analisar a denúncia e as teses da defesa, de modo a se evitar o prosseguimento de processos sem justa causa.

Ausência de provas

O relator afirmou que a acusação não indicou qualquer elemento mínimo de prova que demonstrasse que o parlamentar tivesse conhecimento da alegada situação irregular da secretária parlamentar. Disse também que ex-secretário parlamentar do denunciado afirmou expressamente em depoimento prestado nos autos que era ele o responsável por atestar a frequência dos colaboradores do gabinete, inclusive da denunciada.

Para o ministro, ainda que se considere que Camila tenha recebido salário sem a devida contraprestação dos serviços, não houve a demonstração da forma pela qual tais valores foram indevidamente subtraídos, já que o pagamento dos salários se deu em virtude de sua nomeação, ou seja, para a finalidade hipoteticamente prevista em lei.

Dessa forma, para Mendes, a denúncia apresentada não se adequa ao crime de peculato, embora a conduta possa vir a constituir ilícito administrativo ou civil. 

A decisão foi tomada na sessão virtual encerrada em 9/2.

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