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‘Para mim, para uzi’: por que Paul Chuckle como gangster não é uma mudança de carreira tão dramática | Filme

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Stuart Heritage

NNo próximo ano, um filme de gangster britânico será lançado, intitulado Cair para o topo. Sua trama trata de um trabalhador frustrado que se torna traficante de drogas e acaba tentando controlar todo o submundo do crime em Londres. Seu resumo oficial promete “morte, engano e carnificina”. Uma coisa que não promete, no entanto, é o que pode vir a ser a sua maior atração: Paul Chuckle.

Leitores de uma certa safra reconhecerão Paul Chuckle como um dos Chuckle Brothers, a amada dupla de entretenimento infantil pastelão que estrelou 292 episódios de ChuckleVision do CBBC entre 1987 e 2009. Um episódio típico de ChuckleVision veria Paul e seu irmão Barry conseguirem emprego em um novo local de trabalho e, em seguida, essencialmente destruir tudo ao seu redor com sua perigosa inépcia. Foi brilhante.

E agora parece que Paul Chuckle tem um papel em Fall to the Top. Hoje o Warrington Guardian relatou o diretor do filme, Pete Hirst, disse: “Ter Paul em um papel mais sombrio é algo verdadeiramente especial. Ele é conhecido por sua comédia, mas em Fall to the Top o público verá um lado completamente diferente dele que os deixará surpresos.” Em outras palavras, poderemos ver Chuckle matando alguém de maneira adequada.

À primeira vista, esta pode parecer a virada de freio de mão mais dramática de toda a história da humanidade. Imaginar Paul Chuckle em um filme de gangster é como tentar imaginar Badger de Bodger e Badger metralhando seus inimigos em uma fúria alimentada por drogas no clímax de um remake de Scarface não feito (embora eu afirme que isso é realmente muito fácil de imaginar, e na verdade isso provavelmente deverá acontecer em breve).

Paul e Barry Elliot fantasiados para a pantomima Branca de Neve em Wolverhampton em 1993. Fotografia: David Bagnall/REX/Shutterstock

Mas é tão incomum? Afinal, em 2011, Keith Chegwin se afastou das raízes televisivas de seus filhos ao fazer um filme de terror intitulado Mate Keithembora provavelmente valha a pena lembrar que Polanski o escalou para Macbeth muito antes de Cheggers Plays Pop. E Jeremy Irons interpreta monstros violentos há anos, apesar de já ter sido apresentador do Play Away. Paul Chuckle não é o primeiro artista infantil a se envolver em trabalhos mais dramáticos e não será o último.

Além disso, os Chuckleheads mais exigentes entre nós saberão que, como artistas infantis, Paul e Barry sempre tiveram um elemento sombrio. Eles foram capazes de subverter o ímpeto de suas carreiras sempre que necessário. Ambos apareceram no programa de TV Coach Trip, por exemplo, algo que nenhuma celebridade faria a menos que estivesse disposta a se submeter aos impulsos mais desagradáveis ​​da condição humana. E não podemos esquecer que, em 2014, lançaram seu próprio single grime. Além disso, Paul Chuckle é um homem que reagiu ao bloqueio de 2020 não fazendo pequenos vídeos para ajudar as crianças a se adaptarem às novas fronteiras do aprendizado em casa, mas tendo uma sucessão de raves estrondosas.

Mais relevante, porém, foi o vídeo de 2016 que os Chuckle Brothers fizeram para promover o videogame Hitman. Com a tarefa de derrubar um exército de traficantes de armas sérvios, os irmãos instruíram o personagem do jogo a assassinar vários inimigos de uma série de formas cada vez mais violentas. Notavelmente, foi Paul quem interrompeu o fluxo do jogo para instruir o personagem a sangrar um radiador e, em seguida, gritou “bate nela” quando confrontado com uma colega. Meu palpite sincero é que Paul Chuckle será um vilão excepcional em Fall to the Top, e já é a razão pela qual irei assisti-lo.

Isto é, a menos que ele faça isso no personagem, e ele interpreta um chefe do submundo que fica esbarrando nas coisas e escorregando em poças de sangue. Embora, para ser honesto, eu provavelmente assistiria isso também.



Leia Mais: The Guardian

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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