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Sena Madureira

Para se livrar de assalto taxista de Sena se joga do veiculo em frente a Delegacia de Polícia

Luanna, Colaboradora do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Na noite de quinta-feira (11), por volta das 20h30 cerca de seis pessoas entre eles duas mulheres menores e quatro homens fortemente armados, tentaram roubar o carro do taxista iniciais J.M.C, após pedirem que o mesmo fizesse uma corrida para os assaltantes. Sem saber o que estava para acontecer, o taxista começou o seu trajeto e logo percebeu do perigo que estava dentro de seu veiculo.

Para tentar se salvar, após os bandidos anunciarem o assalto, o taxista bolou um plano para fugir das mãos dos criminosos e ao passar em frente à Delegacia Geral de Policia localizada na Avenida Brasil, o mesmo jogou o carro no pátio da Delegacia, abriu a porta do carro e pulou do veiculo. Um policial Civil que estava em frente da Delegacia, ao ver aquela situação e o taxista falar que estava com assaltantes dentro do carro, o mesmo abriu fogo contra os criminosos que conseguiram escapar adentrando nas matas que ficam nas redondezas da Delegacia no Conjunto Canizio Brasil, onde o local é cercado de residências.

Logo um grande cerco policial foi fechado por parte da Policia Militar e Civil para capturarem os acusados, e com ajuda de equipamento não dirigível (DRONE) de visão noturna por parte da PM, logo conseguiram prender uma mulher que estava dentro da mata atrás da rodoviária. Os policias conseguiram capturar um capuz e uma escopeta e a mulher que foi levada para a Delegacia Geral de Policia do município.

No decorrer da noite o momento era de tensão e medo por parte dos moradores, em decorrência dos criminosos estarem fortemente armados, o que isto gerou um clima tenso e os moradores fecharam cedo suas residências.

“Teve um momento que pensei que não iria sair vivo desta situação, pois todos estavam armados com revolveres e escopeta, o qual um chegou a dizer que iria me amarrar e colocar dentro do porta-malas”. Então não vi alternativa a não ser jogar o carro no pátio da Delegacia e se jogar, para se livrar daquela situação”. Graças a Deus não aconteceu o pior destacou o mesmo.

Por volta da meia noite, entramos em contato com a Policia Militar, onde foi repassado a nossa redação, de que até o momento apenas uma menor de idade  teria sido capturada, a outra menor e mais quatro homens ainda estão foragidos, mas que as buscas continuam  durante toda  o fechamento desta matéria a Policia ainda continuava realizando buscas no matagal com o intuito de prender os outros acusados. Mas que ja conseguiram egar uma escopeta que seria usada no assalto e também um capuz.

AC PURUS

Sena Madureira

Comarca de Sena Madureira condena réus por improbidade administrativa

Gecom TJAC, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Dano ao erário foi causado por dez servidores públicos municipais, em esquema de funcionários fantasma.

O dano ao erário averiguado durante o trâmite da Ação Civil Pública n° 0700299-79.2012.8.01.0011 refere-se a nove servidores municipais que eram funcionários fantasmas e que enriqueceram ilicitamente sem desempenhar suas funções. Esses servidores e o prefeito responsável pela violação aos princípios administrativos, no período, foram condenados pelo Juízo da Vara Cível da Comarca de Sena Madureira.

Parte dos funcionários fantasmas sequer morava no município. De acordo com os autos, um ocupava o cargo de vigia, mas cursava Medicina em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia. Já um comerciante de Rio Branco passou 15 anos recebendo seus proventos indevidamente.

Na denúncia, também consta o caso de uma técnica em enfermagem, que tinha problemas com frequência desde o ano de 2007, e que se mudou para Rio Branco, em 2011, para cursar Fisioterapia, e continuou a receber seu salário indevidamente durante um ano.

Os demais agiram ilegalmente pela falta de regularidade no trabalho, como uma servidora que passou 62 meses sem trabalhar, um operador de máquina que afirma que se afastou sem custas – porém, recebeu pelos meses quatro meses não trabalhados. Também um professor que se afastou das salas de aula e que se defendeu afirmando que foi firmado um acordo com o prefeito.

Havia ainda uma funcionária que pediu afastamento em junho de 2011 e seguiu remunerada normalmente. Outro servidor trabalhava com dedicação exclusiva à Polícia Militar, entretanto, acumulava a remuneração de vigia municipal. Por fim, um político está entre os condenados, ele ocupava o cargo de vigia, mas também não deixou de receber seus proventos durante pleito a candidatura ao cargo de vereador.

O juiz de Direito Gustavo Sirena, respondendo pela unidade judiciária, determinou que os réus ressarçam, solidariamente, o dano, que totalizou R$ 1.673.116,46, bem como que paguem as multas civis estabelecidas”

Na sentença, o magistrado manteve a decisão de indisponibilidade dos bens já decretada aos réus, limitada ao valor individual da condenação aplicada a cada requerido.

A Justiça aguardará o cumprimento voluntário da decisão, no prazo de 15 dias.

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CONDENAÇÃO

Vara Criminal da Comarca de Sena Madureira condena homem por roubo majorado

Gecom TJAC, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Vítima teria saltado do veículo ao passar em frente a uma Delegacia de Polícia Civil; acusado também foi condenado pelo crime de corrupção de menores.

O Juízo da Vara Criminal da Comarca de Sena Madureira condenou um homem a uma pena de 22 anos de prisão, em regime inicial fechado, pela prática dos crimes de corrupção de menores e roubo majorado na sede daquele município.

A decisão, que ainda aguarda publicação no Diário da Justiça Eletrônico (DJE), considerou que restaram devidamente comprovadas, durante a instrução penal, tanto a materialidade (conjunto de provas materiais) quanto a autoria dos fatos delitivos, impondo-se, dessa forma, a responsabilização criminal do réu.

Entenda o caso

Segundo a denúncia do Ministério Público do Acre (MPAC), o acusado, juntamente com outro homem (ainda não identificado) e dois menores, teria cometido o crime de roubo majorado (diz-se daquele ocorrido mediante violência ou grave ameaça, com emprego de arma de fogo e em concurso de duas ou mais pessoas) contra um taxista que atua na Praça de Sena Madureira.

Conforme a representação criminal, o acusado teria se utilizado de dois adolescentes (identificados e submetidos a internação socioeducativa no âmbito da Justiça Estadual), responsáveis por iniciar a corrida com a vítima e se reunir com os demais em um ponto de encontro previamente combinado. Nesse momento, grupo teria anunciado assalto e, em posse de arma de fogo, informado à vítima que o objetivo principal da ação, porém, seria “cumprir uma missão no (bairro) Ana Vieira” – que era atirar em umas pessoas, e após isso o matariam e colocariam o corpo no porta-malas do veículo.

Para se livrar do sinistro, a vítima, que dirigia em alta velocidade, sob ameaça do grupo, saltou do veículo, ao passar em frente à Delegacia de Polícia Civil de Sena Madureira. Um agente de segurança que estava de plantão tentou realizar a prisão do grupo, que, no entanto, logrou êxito em se evadir do local, após breve troca de tiros, levando consigo o celular da vítima. O acusado e dois menores que participaram da ação foram localizados no dia posterior pelo trabalho de inteligência da Polícia Militar.

Sentença 

Ao julgar o caso, o juiz de Direito sentenciante considerou que as provas materiais e testemunhais reunidas por ocasião do julgamento do processo são suficientes para a condenação do réu pela prática dos crimes de corrupção de menores (por duas  vezes) e roubo majorado.

Na fixação da pena privativa de liberdade, o magistrado destacou, entre outros: os maus antecedentes e a “audácia” do acusado, que pautou sua “conduta com extrema frieza”; além das graves  consequências do crime de roubo – no caso, o “abalo psíquico” da vítima, que “a todo momento foi ameaçada de morte”.

Foram reconhecidas, ainda, na sentença, duas causas de aumento de pena: o “concurso de duas ou mais pessoas” e “violência ou ameaça (…) exercida com emprego de arma de fogo”.

O réu, que deverá cumprir uma sanção de 22 anos e 20 dias de reclusão, em regime inicial fechado, além do pagamento de mil dias-multa (no valor de 1/30 do salário mínimo vigente à época dos delitos, também teve negado o direito de apelar em liberdade.

Ainda cabe recurso da sentença junto à Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre.

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