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Para vencer Coronavírus, prefeita Marilete e governador Gladson poderão instituir ‘toque de recolher’
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7 anos atrásem
Em alguns países, estados e municípios do Brasil, prefeitos já decretaram a medida, como a Prefeitura de Maringá, que determinou toque de recolher para evitar contágio.
A exemplo da Prefeitura de Maringá, no norte do Paraná, que determinou toque de recolher diário, das 21h às 5h, como medida para conter a propagação do coronavírus, através de decreto, a prefeita de Tarauacá Marilete Vitorino e o governador Gladson Cameli, possivelmente farão o mesmo, como um reforço aos respectivos decretos que declararam situação de emergência em razão da pandemia do COVID-19.
A medida, possivelmente será um remédio amargo, mas necessário; porque a população local ainda não está consciente da gravidade da situação.
Em Tarauacá, mesmo com o Decreto Municipal nº.19/2020, a importância e necessidade do isolamento social ainda não foi assimilada pelo povo local. Sendo comum nesses últimos dias, a movimentação de pessoas nas ruas do município, exigindo a intervenção ininterrupta da polícia militar.
O povo de Tarauacá possivelmente terá de amargar o remédio do “toque de recolher”. Solução já implementada por cidades como Maringuá (PR), Itápolis (SP), Campo Grande (MT), dentre outras. No exterior, os países estão fechando fronteiras e adotando quarentena, colocando polícia para fiscalizar, aplicar multas e deter o cidadão, se for o caso. Chile, Itália, Estados Unidos, França e Argentina, são exemplos.
Em lugares onde o poder público não impôs o toque de recolher, os próprios traficantes locais impuseram o toque de recolher nas comunidades, a exemplo do Rio de Janeiro.
Em Maringá (PR), a medida passou a valer imediatamente nesta segunda-feira, 23. Toque de recolher será realizado das 21h às 5h até o fim da situação de emergência.
No caso do município de Tarauacá, a exemplo de Maringuá, poderá ser estipulada multa a quem for flagrado na rua. Na cidade paranaense, o valor é de R$ 300, e o valor será dobrado em caso de reincidência.
A circulação das 21h às 5h será permitida apenas para prestadores de serviços essenciais, desde que comprovada a necessidade ou urgência do deslocamento, diz o documento. O mesmo decreto também suspende, a partir das 20h desta segunda-feira, as atividades na rodoviária da cidade.
Segundo consta no decreto, a validade da ação restritiva vai durar enquanto durar o estado de emergência do município, decretado no dia 18 de março.
Além do toque de recolher e outras medidas, o município determinou o fechamento de todos os comércios. Só podem abrir mercados, postos de combustíveis, farmácias e distribuidoras de água e gás, dispõe o decreto.
Em Tarauacá, o Decreto nº.19/2020 não dispõe acerca da suspensão do transporte coletivo intermunicipal ou do fechamento temporário da rodoviária local, dentre outras situações. Entretanto, uma equipe instalou uma barreira na BR364.
A barreira sanitária foi montada na BR-364, entre os municípios de Feijó e Tarauacá. A estrada dá acesso ao município de Tarauacá que conta atualmente com uma população de mais de 42 mil habitantes. Na barreira improvisada, instalada durante o dia e a noite, agentes estão orientando que as pessoas só circulem entre os municípios se for necessário.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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