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Parlamento georgiano rechaça protestos para definir votação presidencial | Notícias Eleitorais

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Apesar das alegações de que a sua vitória eleitoral é ilegítima, o partido Georgian Dream planeia votar para o novo presidente em 14 de dezembro, usando regras que aprovou em 2017.

Os legisladores georgianos concordaram em escolher um novo presidente numa votação parlamentar em 14 de dezembro.

O parlamento marcou a data numa sessão de terça-feira, em meio a um boicote da oposição, que afirma que as eleições do mês passado foram manipulado. A posse de um novo presidente promete cimentar o domínio do partido governante Georgian Dream, que foi declarado vencedor.

A data foi escolhida de acordo com as novas regras impostas pelo Georgian Dream em 2017, que são criticadas por serem destinadas a garantir a vitória de um legalista. Pela primeira vez, o presidente será escolhido por colégio eleitoral em vez de voto popular.

A tomada de posse do novo líder para um mandato de cinco anos, em vez dos atuais seis anos, terá lugar no dia 29 de dezembro, segundo o decreto parlamentar acordado terça-feira.

Eleição contestada

Protestos antigovernamentais convocados pelo titular Presidente Salomé Zourabichvili persistem em Tbilisi, com os partidos da oposição a continuarem a contestar os resultados das eleições parlamentares de 26 de Outubro. O mandato de seis anos do chefe de Estado pró-Ocidente termina no próximo mês.

Os legisladores da oposição recusaram-se a ocupar os seus assentos no novo parlamento, que se reuniu para a sua primeira sessão na segunda-feira. Zourabichvili declarou a nova legislatura “inconstitucional” e pretende anular os resultados eleitorais.

Os observadores eleitorais europeus disseram que a votação ocorreu numa atmosfera “divisiva”, marcada por casos de suborno, votação dupla e violência.

De acordo com os resultados oficiais, o Georgian Dream obteve 54 por cento dos votos, o que lhe confere um quinto mandato desde 2012. O partido nega as acusações de fraude eleitoral.

Novas regras

Ao abrigo do novo processo, um colégio eleitoral de 300 membros, composto por todos os 150 deputados e representantes das autoridades locais e regionais, escolherá o novo presidente em votação aberta e sem debate prévio na câmara parlamentar. O papel do presidente é em grande parte cerimonial, mas tem influência, especialmente no que diz respeito à imagem internacional da Geórgia.

Os candidatos devem ser nomeados por pelo menos 30 membros do órgão de seleção, sobre o qual a Georgian Dream terá controlo porque detém a maioria tanto no parlamento nacional como nos conselhos regionais e locais.

Para vencer no primeiro turno, o candidato deve obter dois terços dos votos. Se este limite não for atingido, um segundo turno será realizado no mesmo dia, sendo suficiente uma maioria simples.

Os poderes do próximo presidente também serão reduzidos no âmbito da reforma constitucional.

O presidente continuará a ser o chefe de Estado, o comandante-em-chefe e o representante oficial da Geórgia na cena mundial, mas deixará de ter o direito de conduzir negociações com países estrangeiros ou de declarar a lei marcial sem a aprovação do primeiro-ministro.

Especialistas em direito constitucional disseram que as decisões tomadas pelo novo parlamento são inválidas porque ainda não houve nenhuma decisão sobre o esforço legal de Zourabichvili para anular os resultados das eleições de Outubro.

Muitos georgianos consideraram as eleições como um referendo sobre a candidatura do país à adesão à União Europeia.

Os críticos acusaram o Georgian Dream – estabelecido por Bidzina Ivanishvili, um bilionário que fez fortuna na Rússia – de se tornar cada vez mais autoritário e inclinado para Moscovo.



Leia Mais: Aljazeera

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Nota da Andifes sobre os cortes no orçamento aprovado pelo Congresso Nacional para as Universidades Federais — Universidade Federal do Acre

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publicado:
23/12/2025 07h31,


última modificação:
23/12/2025 07h32

Confira a nota na integra no link: Nota Andifes



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Ufac entrega equipamentos ao Centro de Referência Paralímpico — Universidade Federal do Acre

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Ufac entrega equipamentos ao Centro de Referência Paralímpico — Universidade Federal do Acre

A Ufac, a Associação Paradesportiva Acreana (APA) e a Secretaria Extraordinária de Esporte e Lazer realizaram, nessa quarta-feira, 17, a entrega dos equipamentos de halterofilismo e musculação no Centro de Referência Paralímpico, localizado no bloco de Educação Física, campus-sede. A iniciativa fortalece as ações voltadas ao esporte paraolímpico e amplia as condições de treinamento e preparação dos atletas atendidos pelo centro, contribuindo para o desenvolvimento esportivo e a inclusão de pessoas com deficiência.

Os equipamentos foram adquiridos por meio de emenda parlamentar do deputado estadual Eduardo Ribeiro (PSD), em parceria com o Comitê Paralímpico Brasileiro, com o objetivo de fortalecer a preparação esportiva e garantir melhores condições de treino aos atletas do Centro de Referência Paralímpico da Ufac.

Durante a solenidade, a reitora da Ufac, Guida Aquino, destacou a importância da atuação conjunta entre as instituições. “Sozinho não fazemos nada, mas juntos somos mais fortes. É por isso que esse centro está dando certo.”

A presidente da APA, Rakel Thompson Abud, relembrou a trajetória de construção do projeto. “Estamos dentro da Ufac realizando esse trabalho há muitos anos e hoje vemos esse resultado, que é o Centro de Referência Paralímpico.”

O coordenador do centro e do curso de Educação Física, Jader Bezerra, ressaltou o compromisso das instituições envolvidas. “Este momento é de agradecimento. Tudo o que fizemos é em prol dessa comunidade. Agradeço a todas as instituições envolvidas e reforço que estaremos sempre aqui para receber os atletas com a melhor estrutura possível.”

O atleta paralímpico Mazinho Silva, representando os demais atletas, agradeceu o apoio recebido. “Hoje é um momento de gratidão a todos os envolvidos. Precisamos avançar cada vez mais e somos muito gratos por tudo o que está sendo feito.”

A vice-governadora do Estado do Acre, Mailza Assis da Silva, também destacou o trabalho desenvolvido no centro e o talento dos atletas. “Estou reconhecendo o excelente trabalho de toda a equipe, mas, acima de tudo, o talento de cada um de nossos atletas.”

Já o assessor do deputado estadual Eduardo Ribeiro, Jeferson Barroso, enfatizou a finalidade social da emenda. “O deputado Eduardo fica muito feliz em ver que o recurso está sendo bem gerenciado, garantindo direitos, igualdade e representatividade.”

Também compuseram o dispositivo de honra a pró-reitora de Inovação, Almecina Balbino, e um dos coordenadores do Centro de Referência Paralímpico, Antônio Clodoaldo Melo de Castro.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Orquestra de Câmara da Ufac apresenta-se no campus-sede — Universidade Federal do Acre

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Orquestra de Câmara da Ufac apresenta-se no campus-sede — Universidade Federal do Acre

A Orquestra de Câmara da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 17, uma apresentação musical no auditório do E-Amazônia, no campus-sede. Sob a coordenação e regência do professor Romualdo Medeiros, o concerto integrou a programação cultural da instituição e evidenciou a importância da música instrumental na formação artística, cultural e acadêmica da comunidade universitária.

 

A reitora Guida Aquino ressaltou a relevância da iniciativa. “Fico encantada. A cultura e a arte são fundamentais para a nossa universidade.” Durante o evento, o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes, destacou o papel social da arte. “Sem arte, sem cultura e sem música, a sociedade sofre mais. A arte, a cultura e a música são direitos humanos.” 

Também compôs o dispositivo de honra a professora Lya Januária Vasconcelos.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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