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Parlamento sul-coreano aprova projeto de lei buscando investigação do advogado de Yoon | Notícias do governo
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O partido do governo também está discutindo a possível renúncia de Yoon já em fevereiro e realizando eleições antecipadas em abril ou maio.
O parlamento da Coreia do Sul, controlado pela oposição, aprovou um projeto de lei que procura nomear um conselheiro especial para investigar o presidente Yoon Suk-yeol sobre lei marcial falhou enquanto o partido do governo discutia a sua potencial demissão nos próximos meses.
O projeto de lei, aprovado na terça-feira, solicita a nomeação de um procurador especial para “determinar a verdade sobre a rebelião interna através da declaração inconstitucional da lei marcial”, segundo a agência de notícias Yonhap.
Pelo menos 210 legisladores votaram a favor e 63 contra, enquanto 14 membros se abstiveram dos 287 que compareceram à sessão.
O projeto de lei surgiu depois que Yoon sobreviveu à primeira moção de impeachment na semana passada, quando o parlamento de 300 assentos não atingiu o quórum de 200 legisladores.
Uma ampla investigação foi lançada contra a administração Yoon depois que ele impôs a lei marcial, apenas para ser forçado a reverter essa decisão pelo parlamento do país poucas horas depois.
O projeto também exige a investigação de outras autoridades, incluindo o ex-ministro da Defesa Kim Yong-hyun e o chefe do Estado-Maior do Exército, general Park An-su, informou a Yonhap.
O Tribunal Distrital Central de Seul disse que estava analisando um pedido dos promotores de um mandado de prisão para Kim, que foi acusado de recomendar a lei marcial a Yoon e de enviar tropas à Assembleia Nacional para impedir que os legisladores votassem nela.
Em comunicado divulgado na terça-feira, o ex-ministro da Defesa disse que “pede desculpas profundas por causar ansiedade e inconveniência significativas”, acrescentando que toda a responsabilidade pela imposição da lei marcial cabe exclusivamente a ele.
As autoridades sul-coreanas também proibiram mais altos funcionários de deixar o país um dia depois de Yoon ter sido proibido de viajar.
Na terça-feira, Cho Ji-ho, comissário-geral da Agência Nacional de Polícia Coreana, e dois outros altos funcionários da polícia foram os últimos a serem impedidos de viajar ao exterior, informou a agência de notícias AFP.
Yoon vai renunciar?
Enquanto isso, o partido governista disse que estava discutindo a possível renúncia de Yoon já em fevereiro e realizando eleições antecipadas em abril ou maio.
Lee Yang-soo, que preside uma força-tarefa do Partido do Poder Popular constituída na segunda-feira para mapear a eventual e “ordenada” saída de Yoon, disse que sua equipe propôs a ideia de que Yoon renunciasse em fevereiro ou março e realizasse uma eleição dois meses depois.
A constituição da Coreia do Sul exige eleições no prazo de 60 dias após a saída do presidente. O mandato de cinco anos de Yoon termina em maio de 2027.
“Ainda não chegámos a uma conclusão em todo o partido e teremos outra reunião com todos os nossos membros do parlamento à tarde para discutir esse plano”, disse Lee aos jornalistas.

Orçamento aprovado
Na terça-feira também viu o parlamento aprovar um projeto de lei orçamentária para 2025 que foi retirado da proposta do governo e desencadeou o decreto de lei marcial de curta duração.
O parlamento de 300 membros votou 183-94 para aprovar um orçamento de 673,3 trilhões de won (US$ 470,6 bilhões) para 2025, que foi cortado pelo Partido Democrata dos 677,4 trilhões de won (US$ 473,5 bilhões) propostos pelo governo, sem chegar a um acordo com o PPP e o Partido Democrata. governo.
Foi a primeira vez que o parlamento aprovou um orçamento reduzido sem o consentimento dos ministérios do governo ou entre partidos rivais.
O Presidente Yoon citou o obstrucionismo da oposição sobre os orçamentos governamentais como uma justificação para o seu decreto de lei marcial.
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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre
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22 de maio de 2026Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.
A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.
O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.
Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.
A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.
A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.
Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.
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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre
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21 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.
A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.
O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.
Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.
A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.
A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.
O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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