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CRIME

FOTOS EXCLUSIVAS: Participante de crime do Dr Baba está foragido; conheça a real história do crime

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Várias versões foram divulgadas sobre a morte do médico Doutor Baba, todas com muitos equívocos e mal entendidos.

O Portal Por Acre.com.br teve acesso à documentos, fotos e vídeos, com exclusividade, que indicam um crime minuciosamente premeditado por um ´amigo´ da vítima, em conluio com outros três criminosos. Um deles atualmente foragido da Justiça. 

LOCAL DO CRIME

O crime não ocorreu em sua chácara chamada Hollywood, e sim em sua residência pessoal. O médico não residia na chácara, considerada por ele atrativo e ponto turístico.

O VERDADEIRO LOCAL DO CRIME: RESIDÊNCIA PESSOAL

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CONHEÇA OS ACUSADOS

São quatro os acusados do crime. E não três, como noticiado pela mídia local.

JOSÉ RENÊ DO NASCIMENTO AVELINO, brasileiro, sem ocupação, natural de Feijó/AC, nascido em 16/09/1999, atualmente recolhido na Unidade Penitenciária Antonio Amaro, em Rio Branco/AC;

LUCAS SILVA DE OLIVEIRA, brasileiro, natural de Feijó/AC, solteiro, sem ocupação, nascido no dia 19/06/1990, atualmente recolhido na Unidade Penitenciária Moacir Prado, em Tarauacá/AC;

 

FELIPE DE OLIVEIRA RODRIGUES (vulgo ‘Curica’), brasileiro, solteiro, sem ocupação, natural de Feijó/AC, nascido no dia 09/10/1997, atualmente recolhido na Unidade Penitenciária Moacir Prado, em Tarauacá/AC;

ANTONIO ELINELDO VIEIRA DE LIMA (vulgo “Douglas”), brasileiro, solteiro, sem ocupação, natural de Rio Branco/AC, nascido em 26/09/1997, RG n.° 1132938-6, filho de Lucimeudo Braga de Lima e Maria Cleonice Vieira de Lima, residente na Estrada do São Francisco, Quadra E, n.° 15, Bairro Eldorado, no Município de Rio Branco/AC.

Atualmente foragido da Justiça

A VERDADEIRA HISTÓRIA

DATA DO CRIME

No dia 27/10/2018, por volta das 21h00min, na BR 364, Projeto Envira, Km 02, Zona Rural de Feijó/AC, os denunciados José Renê do Nascimento Avelino, Lucas Silva de Oiiveira, Felipe de Oliveira Rodrigues (vulgo “Curica”) e Antonio Elineldo Vieira de Lima (vulgo “Douglas”), praticaram o crime que resultou na morte da vítima Rosaldo Firmo de Aguiar França, consoante laudo de exame cadavérico.

O acusado LUCAS sabia que a vítima possuía uma arma de fogo em casa. Na foto abaixo, revólver .38 (niquelado) roubado da vítima, e outra arma usada também durante o crime.

Nenhuma descrição de foto disponível.

AMIGO TRAIDOR

No dia dos fatos, JOSÉ RENÊ informou a LUCAS que estava na residência da vítima, em sua companhia; informando todos os passos da vítima.

José Renê dizia-se ser amigo da vítima. Os demais criminosos adentraram na residência conforme as orientações repassadas por José Renê, que estava dentro da residência, em companhia da vítima.

O IDEALIZADOR DO CRIME

De posse de tal informação, LUCAS disse a JOSÉ RENÊ que iria “soltar os meninos lá”, para roubarem a arma da vítima, ordenando a execução do crime a ANTÔNIO ELINELDO (‘Douglas’) e a FELIPE (‘Curica’), tendo ainda oferecido a este a quantia de R$ 500,00 (quinhentos reais) pela execução do crime.

PREPARAÇÃO DO CRIME

Na ocasião, LUCAS se dirigiu ao local juntamente com FELIPE e ANTÔNIO ELINELDO, levando uma arma de fogo, do tipo escopeta, com a qual praticariam o crime.

A EXECUÇÃO E A LOGÍSTICA DO CRIME

Lá chegando, FELIPE e ANTÔNIO ELINELDO, de posse da arma de fogo, adentraram à residência da vítima, enquanto LUCAS permaneceu no carro que conduzia (veículo automotor Chevrolet Celta, cor preta, placa KIY 1463 – termo de apreensão), dando apoio/auxílio aos acusados.

Na sequência, FELIPE ficou com a escopeta. Na foto abaixo, a escopeta usada no crime.

Nenhuma descrição de foto disponível.

Felipe junto com ANTÔNIO ELINELDO, abordaram a vítima no momento em que ela ia saindo de casa, pela porta da cozinha.

Nesse instante, FELIPE, apontando a arma de fogo na direção da vítima, disse a ela “tu safado… só traz safado para tua casa“.

A CONSUMAÇÃO DO CRIME

Logo após proferir essas palavras, FELIPE efetuou um disparo com a arma de fogo, vindo a atingir a vítima na região do hemotórax esquerdo, causando-lhe os ferimentos descritos no laudo de exame cadavérico.

DR. BABA REAGE: LUTA CORPORAL

Após ser alvejada, a vítima tentou puxar o revólver que estava em sua cintura, mas foi contida por ANTÔNIO ELINELDO, que entrou em luta corporal com a vítima e lhe tomou a arma (revolver Taurus calibre .38, n° de série RK69496 – termo de apreensão).

JOSÉ RENÊ, que sabia da empreitada criminosa, presenciou o ocorrido e, ao perceber que a vítima tinha sido alvejada, tentou se aproximar dela, mas foi impedido por FELIPE, que o chutou e se apoderou de seu aparelho celular e de sua carteira, consoante termo de apreensão.

FOTOS EXCLUSIVAS: PERITOS DA POLÍCIA FEDERAL PERICIAM O LOCAL DO CRIME

FUGA NO VEÍCULO

Após a ação criminosa, os denunciados FELIPE e ANTÔNIO ELINELDO se evadiram do local, no automóvel conduzido por LUCAS.

Os criminosos deitaram a vítima na cama, e José Renê, o ´amigo´, foi procurar ajuda de vizinhos.

A AJUDA DO AMIGO TRAIDOR

Em seguida, JOSÉ RENÊ, o suposto ´amigo traidor´, procurou por ajuda, dirigindo-se à casa de vizinhos da vítima, J. C. D. e A. M. S., para pedir socorro. A Polícia Militar foi acionada e, chegando ao local, encaminhou a vítima ao HGF. Todavia, diante da gravidade dos ferimentos, a vítima veio a óbito, por choque hipovolêmico.

FORAGIDO É MEMBRO DE FACÇÃO CRIMINOSA

O acusado ANTONIO ELINELDO VIEIRA DE LIMA (“Douglas”) integrou, pessoalmente, organização criminosa.

Segundo foi apurado, o acusado ANTÔNIO ELINELDO integra a facção criminosa “Bonde dos 13”, no Município de Feijó/Ac, a qual atua mediante emprego de arma de fogo, conforme se observa do relatório policial.

DENÚNCIA DO MINISTÉRIO PÚBLICO

O MP já apresentou denúncia contra os acusados.

Ministério Público denuncia José Renê do Nascimento Avelino como incursos no art. 157, § 3°, inc. 11, c/c art. 29, ambos do Código Penal, com as disposições da Lei n.° 8.072/90.

Denunciou ainda Lucas Silva de Oliveira e Felipe de Oliveira Rodrigues como incursos no art. 157, § 3°, inc. II, do Código Penal, com as disposições da Lei n.° 8.072/90.

Denunciou também Antônio Elineldo Vieira de Lima, como incurso no art. 157, § 3°, inc. II, do Código Penal, c/c art. 2°, § 2°, da Lei n.” 12.850/2013, com as disposições da Lei n.° 8.072/90, em concurso material, conforme art. 69, do Código Penal.

Proibida a reprodução, sem a citação da fonte.

Fonte: Acre.com.br

ACRE

Operação da Polícia Civil investiga desvios na merenda escolar

Agência de Notícias GOV/AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A Polícia Civil do Acre, por meio da Delegacia de Combate à Corrupção (Decor) e Departamento de Inteligência (DI), deflagrou nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira, 9, a Operação Mitocôndria que investiga desvio de recursos públicos e fraudes em licitações relacionadas à merenda escolar, em âmbito estadual. O nome da operação é uma ligação com as mitocôndrias,  organelas encontradas no núcleo da célula que, devido ao alto metabolismo, consomem muita energia dos alimentos que são ingeridos.

A investigação, que durou cerca de dois meses, foi um pedido do governador Gladson Cameli, do Secretário de Educação Mauro Sérgio, além da Casa Civil, Controladoria-Geral do Estado e Procuradoria-Geral do Estado, e resultou no cumprimento de 7 mandados de prisão temporária e 20 mandados de busca e apreensão, que foram realizados nas sedes de quatro empresas na capital e também em Tarauacá e Xapuri, além dos armazéns de merenda escolar da SEE, em Rio Branco, Tarauacá, Sena Madureira e Cruzeiro do Sul.

A investigação mobilizou diversas autoridades do Estado Fotos: Neto Lucena/Secom

Pelo menos R$ 5 milhões das contas dos investigados foram bloqueadas preliminarmente pela justiça acreana que atendeu à representação da Polícia Civil. Bens móveis, imóveis e semoventes (rebanhos que constituem patrimônio) dos envolvidos também foram indisponíveis temporariamente.

O foco principal das investigações foi desvio de recursos públicos relacionados à merenda escolar. Estão sendo apuradas diversas práticas delituosas como: entrega de produtos e itens com qualidade inferior ao contratado ou em quantidade menor, falsificação de documento público, falsidade ideológica e associação criminosa entre outros crimes e irregularidades previstas na Lei de Licitações e Contratos Públicos.

O foco principal das investigações foi desvio de recursos públicos relacionados à merenda escolar Foto: Cedida

O trabalho da Polícia Civil e Controladoria-Geral do Estado (CGE) conseguiu frear um desvio que poderia chegar a 22 milhões em contratos que ainda estão sob análise. Participaram da operação cerca de 100 policiais civis nas cidades de Rio Branco, Sena Madureira, Xapuri, Tarauacá e Cruzeiro do Sul.

CGE realizou mais de 70 dias de investigação na SEE

As investigações iniciaram com a Controladoria-Geral do Estado logo após o governador Gladson Cameli receber denúncia de possíveis crimes no setor da merenda escolar. De acordo com o controlador-geral do Estado, Luis Almir, cerca de 10 técnicos da CGE realizaram um trabalho de investigação de mais de 70 dias na Secretaria de Estado de Educação (SEE), durante o qual foram vislumbrados indícios de desvios de recursos, entrega de material de qualidade inferior ao que era pago. Ainda de acordo com o controlador, os levantamentos foram feitos em um montante de R$ 28 milhões, com mais de 20 empresas envolvidas.

“Nossos técnicos realizaram um trabalho minucioso e encontramos várias notas fiscais atestadas sem entrega de material algum, insumos da merenda escolar, outras entregues 10%, 20% desses insumos. E acabamos identificando as pessoas que atestaram essas notas e outras que revelaram que eram obrigadas a criar recibos e outros tipos de documentos falsos, inclusive com essas notas atestadas já liquidadas para serem pagas. Passamos todas as informações para a Polícia Civil que baseou a Operação Mitocôndria”, explicou o controlador-geral.

Foram encontradas várias notas fiscais atestadas sem entrega de material algum, insumos da merenda escolar, outras entregues 10%, 20% desses insumos Foto: Cedida

Investigação técnica e minuciosa

No final da manhã, o delegado-geral da Polícia Civil, Henrique Maciel, se reuniu com o Secretário de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), Paulo Cézar Rocha dos Santos, que representou o governador Gladson Cameli, com o delegado da Decor, Alcino Junior, o Diretor de Inteligência da Polícia Civil, delegado Pedro Buzzolin, e o promotor de Justiça, Antônio Alcestes, representando o Ministério Público, para falar com a imprensa sobre a operação.

Durante a coletiva, além das informações sobre a operação, foram destacados os aspectos técnicos que nortearam as investigações e basearam as representações judiciais.

“Foi realizado um trabalho de investigação extremamente técnico que evidenciou indícios de crimes e isso serviu de base para a denúncia do Ministério Público e as representações judiciais”, disse o delegado Alcino Junior, destacando ainda que foram apreendidos cerca de R$ 5,5 milhões dos envolvidos, além do bloqueio de cerca de R$ 22 milhões que estavam prestes a serem pagos aos acusados.

“Havia notas que estavam atestadas e que iam ser pagas, mas que os insumos não tinha sido entregues ou que não foram entregues em sua totalidade, e de forma célere conseguimos que esses pagamentos fossem bloqueados. Estamos falando em coisa de R$ 22 milhões”, destacou.

O delegado-geral da Polícia Civil, Henrique Maciel, enfatizou ainda que as investigações não tiveram como foco principal as pessoas, mas sim, os crimes praticados por um grupo que gerou um prejuízo de grande monta para o Estado.

“As investigações focam nos crimes que estão sendo praticados e não em pessoas ou em questões políticas e ideológicas. É um trabalho que está sendo realizado com responsabilidade, técnico e sério, como sempre fizemos. Estamos trabalhando em parceria com o Ministério Público, ou seja, com total transparência e lisura nessa investigação e agora vamos trabalhar na perícia de todo o material apreendido, o que pode resultar em outros inquéritos”, destacou.

O secretário de Justiça e Segurança Pública, Paulo Cézar dos Santos, afirmou que a criação e atuação da Delegacia de Combate à Corrupção foi para garantir transparência na gestão do atual Governo do Estado e que por qualquer erro, ilicitude ou prática delituosa na administração pública os responsáveis serão sancionados. Santos destacou ainda que a investigação iniciou no órgão de controle interno do próprio Poder Executivo, passou efetivamente por um processo técnico de investigação da Polícia Civil e teve o crivo do Ministério Público.

“Por fim, culminou com a legitimação dos atos que foram praticados no dia de hoje que foram os mandados  cumpridos, portanto demonstra a transparência desse processo investigatório. A Polícia Civil tem total autonomia em suas ações e em suas investigações. O governador, ao determinar a criação da Delegacia de Combate à Corrupção, teve por objetivo garantir a transparência na atual gestão. E, se houve ou se houver algum erro administrativo nesse sentido, os responsáveis serão penalizados”, afirmou Paulo Cézar. Por Gleydison Meireles 

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ACRE

Polícia cumpre sete mandados de prisão de envolvidos em esquema de desvio de recursos da merenda escolar

Assessoria, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Investigação da Policia Civil, através da Delegacia de Combate à corrupção – DECOR e Departamento de Inteligência – DI, em parceria com a Controladoria Geral do Estado – CGE começou a cumprir, nesta quinta-feira, 07 mandados de prisão temporária, 20 mandados de busca e apreensão nas sedes de 4 empresas na capital, Tarauacá e Xapuri, além dos armazéns de merenda escolar da SEE, em Rio Branco, Tarauacá, Sena Madureira e Cruzeiro do Sul.

A justiça atendeu a representação da Polícia Civil e bloqueou, preliminarmente, R$ 5 milhões das contas dos investigados, além de tornar, temporariamente, indisponíveis bens móveis, imóveis e semoventes dos envolvidos. A operação policial já conta com 2 meses de investigação com foco em desvio de recursos públicos relacionados a merenda escolar sendo apuradas diversas práticas como: entrega de produtos e itens com qualidade inferior ao contratado ou em quantidade menor, além falsificado de documento público, falsidade ideológica e associação criminosa entre outros crimes e irregularidades previstas na Lei de Licitações e Contratos Públicos. O trabalho da Polícia Civil e Controladoria Geral do Estado – CGE conseguiu frear um desvio que poderia chegar a 22 milhões em contratos que ainda estão sob análise.

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