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Paulo Fonsca, o treinador do OL que havia tomado um árbitro, suspenso até 30 de novembro
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As imagens de Paulo Fonseca, treinador de Olympique Lyonnais (OL), gritando em Benoît Millot, seu rosto alguns centímetros do do árbitro, durante a partida do campeonato contra Brest, domingo, 2 de março, chocou. Um fortiori porque eles se registram em um contexto de aumento de tensões ao redor do corpo arbitral na França.
Várias vozes da comunidade de futebol, e o esporte de maneira mais ampla, exigiram uma sanção exemplar contra o técnico português e, sem surpresa, a frase pronunciada, quarta -feira, 5 de março, Pela Comissão Disciplinar da Liga Profissional de Futebol (LFP) é pesado: O treinador é condenado a uma suspensão de vários meses, até 30 de novembro. Ele está além de privado de acesso ao seu próprio vestiário até 15 de setembro.
Uma sentença ainda maior do que os sete meses de suspensão planejada na escala da Federação Francesa (FFF) em caso de “comportamento intimidador ou ameaçador”, que melhor caracteriza a sequência. Benoît Millot também denunciou um “Intimidação física”logo após os fatos em uma entrevista com um esporte diariamente A equipe.
A gerência de arbitragem havia colocado on -line, na manhã de quarta -feira, as trocas entre Benoît Millot e seus assistentes responsáveis pela arbitragem de vídeo (VAR) que precederam a briga. Nas paradas, o funcionário decide consultar o VAR, para uma possível penalidade a favor de Brest-isso não será concedido. Paulo Fonseca deixou seu banco pela primeira vez para protestar e recebeu um cartão amarelo.
Depois de assistir aos motivos lentos na situação disputada, enquanto ele voltou para o campo, Benoît Millot ouve o quarto árbitro, Thomas Léonard, peça que ele exclua o técnico do OL para disputa: “Você vai colocar um segundo aviso para Fonseca e Red. »» O funcionário corre, provocando a fúria do treinador, que levou à sequência pela qual ele foi convocado perante o comitê disciplinar do LFP. “Imagens duras lá”então lançou um dos membros presentes sob administração.
Desculpas que não serão suficientes
Paulo Fonseca, no domingo, tomou a medida de seu golpe de sangue, pedindo desculpas no microfone do difusor Dazn no final do jogo contra Brest. A parte interessada também enviou uma carta a Antony Gautier, diretora técnica de arbitragem na FFF e Amaury Deleroe, instrutora do árbitro da Ligue 1, para fazer as pazes.
“Apesar da agressividade com que falei (Benoît Millot)nunca houve outra intenção a senão expressar minha insatisfação com apaixonadamente e apaixonadamente ”escreve o treinador do Rhone nesta missiva que a agência da França-Presse aprendeu. Ele também expressou sua intenção de fazer trabalho de interesse geral, encontrando árbitros do Rhône e jovens jogadores de futebol.
OL havia dito que seu treinador será sancionado internamente, sem se comunicar com a natureza da referida sanção. Não foi suficiente para aliviar a frase. Esse caso ocorre quando Lyon compete na quinta -feira, 6 de março, sua oitava rodada da Liga Europa contra o FCSB, em Bucareste, uma reunião que Paulo Fonseca deveria ser capaz de dirigir a beira da margem. Mas sua sanção provavelmente será estendida internacionalmente.
Os portugueses, passaram os bancos de vários grandes estábulos europeus (Porto, como Roma, Chakhtar Donetsk ou AC Milan) foi nomeado para Lyon em 31 de janeiropor um contrato de dois anos e meio. Com esse recrutamento, o treinamento da Rodaniano esperava atravessar um curso no jogo, para se convidar no Top 4 da Ligue 1 após o ano fiscal de 2024-2025.
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Enquanto o sprint final da temporada está iminente, sua ausência do vestiário e o banco por um longo tempo não deixarão de ser um problema. OL aponta para 6e Coloque na Ligue 1, dois comprimentos de Lille, atuais 5ᵉ na classificação, sinônimos de qualificação para a Segunda Copa da Europa após a Liga dos Campeões.
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.
O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.
“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.
A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.
Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.
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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.
Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.
O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.
A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.
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