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Pelo menos 100 norte-coreanos mortos na guerra na Ucrânia, diz Seul – DW – 19/12/2024
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19/12/202419 de dezembro de 2024
Reino Unido anuncia ajuda militar de £ 225 milhões para a Ucrânia
O Reino Unido anunciou na quinta-feira um pacote de ajuda militar de 225 milhões de libras (286 milhões de dólares, 272,85 milhões de euros) para Ucrânia para 2025, para reforçar a sua defesas contra a Rússia.
O pacote inclui equipamentos navais, sistemas de defesa aérea, ferramentas de guerra contra drones e peças de reposição para equipamentos fornecidos anteriormente.
Na quarta-feira, o secretário da Defesa, John Healey, disse em Kiev que o apoio do Reino Unido à Ucrânia era “firme” e que a Grã-Bretanha estaria sempre “ombro a ombro para garantir que Putin não possa vencer”.
“O corajoso povo da Ucrânia continua a desafiar todas as expectativas com o seu espírito inquebrantável”, disse Healey mais tarde num comunicado. “Mas elesnão posso ir sozinho.“
Em Julho, o recém-eleito governo trabalhista comprometeu-se a atribuir 3 mil milhões de libras anualmente em ajuda militar à Ucrânia até 2030-2031.
“Com Putin recorrendo ao envio de até 2.000 soldados russos para a morte no campo de batalha todos os dias, é fundamental que a Ucrânia seja apoiada com um fornecimento de soldados devidamente treinados e equipados”, afirmou o Ministério da Defesa num comunicado na quinta-feira.
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19/12/202419 de dezembro de 2024
Coreia do Norte defende aliança militar com a Rússia e rejeita críticas
Coréia do Norte defendeu na quinta-feira os seus laços militares com a Rússia, chamando-os de “eficazes” no combate aos Estados Unidos e aos seus aliados.
Na segunda-feira, os EUA e outros nove países, bem como a União Europeia (UE), divulgaram uma declaração conjunta condenando O crescente envolvimento da Coreia do Norte na guerra da Rússia na Ucrânia.
Pyongyang respondeu à “provocação imprudente”, rotulando-a como “distorcendo e caluniando a essência das relações cooperativas normais” entre a Coreia do Norte e a Rússia.
Na sua declaração, o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Coreia do Norte acusou Washington e os seus aliados de prolongarem a guerra na Ucrânia e de desestabilizarem a segurança global com “políticas hegemónicas e aventureiras”.
A Coreia do Norte classificou a resposta das “forças hostis” como uma indicação de que o cooperação entre Pyongyang e Moscou estava efetivamente “dissuadindo a extensão mal intencionada da influência dos EUA e do Ocidente”.
A aliança entre as duas nações aprofundou-se desde a invasão de 2022, reflectida num pacto de defesa de Junho que entrou em vigor recentemente.
Nem a Rússia nem a Coreia do Norte confirmaram oficialmente o envolvimento de tropas.
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19/12/202419 de dezembro de 2024
Pelo menos 100 vítimas norte-coreanas na guerra na Ucrânia, diz Seul
Pelo menos 100 soldados norte-coreanos destacados para a Rússia foram mortos, com quase 1.000 feridos em lutando na Ucrânia na região de Kursk, de acordo com o Serviço Nacional de Inteligência da Coreia do Sul (NIS).
O legislador sul-coreano Lee Seong-kweun compartilhou os números após um briefing a portas fechadas, atribuindo o elevado número de baixas à inexperiência das tropas com drones e terreno desconhecido.
“Em dezembro, eles (as tropas norte-coreanas) se envolveram em combates reais, durante os quais ocorreram pelo menos 100 mortes”, disse Lee após o briefing. “O Serviço Nacional de Inteligência também informou que o número de feridos espera-se que chegue a quase 1.000.”
A Coreia do Norte teria enviado mais de 10.000 soldados e suprimentos significativos de artilharia para ajudar no esforço de guerra da Rússia contra a Ucrânia.
Apesar das perdas relatadas, a inteligência sugere que o líder norte-coreano Kim Jong Un está a treinar forças adicionais para o destacamento. Especialistas dizem que Kim está interessado em adquirir tecnologia avançada da Rússia e ganhar experiência de batalha para suas tropas.
Na quinta-feira, a Coreia do Norte classificou a sua aliança militar com a Rússia como “muito eficaz” na dissuasão dos Estados Unidos e dos seus aliados, ao mesmo tempo que condenou uma declaração recente de Washington e dos seus parceiros criticando os laços entre Pyongyang e Moscovo.
Nem a Rússia nem a Coreia do Norte confirmaram oficialmente o envolvimento de tropas.
ss/lo (AP, AFP, Reuters)
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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