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Pelo menos 17 pessoas mortas como brigas no Goma do Dr. Congo se intensifica | Notícias das Nações Unidas

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O grupo rebelde M23 declarou a principal cidade de Goma sob seu controle, sinalizando um grande golpe para o exército congolês.

Lutando na República Democrática do Leste do Congo (DRC) a cidade de Goma se intensificou como militar continua adiando as forças do M23.

Na segunda-feira, os rebeldes, que as Nações Unidas dizem ser apoiadas por Ruanda, marcharam para Goma e declararam a cidade-chave sob seu controle, sinalizando um grande golpe para o exército congolês e uma grave escalada no conflito de anos que matou centenas e Deslocou milhões no DRC oriental.

O ministro do Desenvolvimento Rural da RDC, Muhindo Nzangi, disse que o exército congolês controlava 80 % de Goma, com tropas ruandesas nos arredores da cidade ou na fronteira.

Pelo menos 17 pessoas foram mortas em Goma na segunda -feira, e a agência de notícias da AFP relatou citar fontes hospitalares que os médicos da cidade estavam tratando 367 pessoas feridas nos confrontos.

Os membros da sociedade civil e as ONGs que trabalham em Goma colocaram o número de mortos aos 25 anos, com 375 pessoas feridas.

“Nossas equipes cirúrgicas agora estão trabalhando 24 horas por dia para lidar com o enorme influxo de feridos”, disse à AFP Myriam Favier, chefe do Comitê Internacional da Cruz Vermelha na província de Kivu do Norte.

Os oficiais de segurança de Ruanda acompanham os membros das forças armadas da RDC, que se renderam em Goma, após brigas com rebeldes M23, em Gisenyi, Ruanda (arquivo: Jean Bizimana/Reuters)

Na terça -feira, a África do Sul confirmou Três de seus soldados haviam morrido Na luta na segunda -feira, depois de ser “pego no fogo cruzado”. Acrescentou que outro soldado morto na luta recente também morreu na segunda -feira.

As trocas de incêndio também ocorreram entre as tropas congolitas e ruandesas em ambos os lados de uma passagem de fronteira perto de Goma.

Cinco civis foram mortos e 25 feridos seriamente nos arredores da cidade de Ruanda, Gisenyi, disse o militar de Ruanda na segunda -feira.

“Os moradores nos disseram que haviam devolvido parte do centro da cidade”, disse Malcolm Webb, da Al Jazeera, relatando de Nairobi, a capital queniana.

Greg Ramm, diretor do país da Save the Children in RDC, disse a um briefing on -line na terça -feira que, embora “temos relatos de que os bairros estão calmos, alguns minutos depois, ouvimos relatos de novos bombardeios”.

O governo da RDC disse que “continua trabalhando para evitar a carnificina e a perda da vida humana” em Goma, de acordo com o porta -voz Patrick Muyaya.

Medo e incerteza, pois os rebeldes M23 tomam a maior cidade oriental do Congo
Pessoas deslocadas pelos brigas com os rebeldes M23 chegam ao centro de Goma (Moses Sawasawa/AP Photo)

Um morador de Goma disse à Agência de Notícias da Reuters que tinha visto homens de uniformes do Exército Ruanda na segunda -feira.

“À noite, saí para ver qual era a situação. Vi soldados vestidos com novos uniformes de Ruanda ”, disse o morador do centro de Goma.

M23, ou o movimento de 23 de março, é um dos centenas de grupos armados que operam na RDC oriental e buscando controlar minas minerais críticas.

O grupo é composto dos combatentes e afirma que está lutando pelos direitos da população minoritária da DRC. Emergiu em 2012 depois que um grupo das forças armadas da RDC (FARDC) se separou, reclamando de maus-tratos.

Em 2012, o M23 apreendeu Goma pela primeira vez, mas o exército congolês, apoiado pelas forças da ONU, empurrou os rebeldes de volta às colinas orientais na fronteira com Ruanda em 2013.

O governo da RDC e o ONU acusam Ruanda, sob o presidente Paul Kagame, de apoiar o M23 com soldados e armas em uma tentativa de controlar a RDC oriental rica em minerais.

“Não há dúvida de que existem tropas ruandesas em Goma apoiando o M23”, disse Jean-Pierre Lacroix, chefe de manutenção da paz da ONU, a repórteres no mesmo evento ao vivo. “É difícil dizer exatamente quais são os números”.

Ruanda negou a acusação e acusou a RDC de abrigar membros das forças democráticas para a libertação de Ruanda, um grupo rebelde anti-kagame que esteve envolvido no genocídio de 1994.

À medida que os combates aumentam, o Conselho de Paz e Segurança da União Africana realizará uma reunião na terça -feira para discutir a crise.

O Conselho de Segurança da ONU também se reunirá na terça -feira para discutir a crise.



Leia Mais: Aljazeera

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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