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Pelo menos seis pessoas mortas em ataques israelenses ao sul da Síria | Notícias de guerra da Síria
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A violência nas marcas da área de fronteira aumentou o atrito entre Israel e Síria.
Pelo menos seis pessoas foram mortas em um ataque israelense a Koya no sul da Síria, diz o Ministério das Relações Exteriores do país.
Os militares israelenses disseram que o ataque ocorreu na terça -feira depois que combatentes armados abriram fogo em direção a tropas israelenses, sem especificar se as forças israelenses estavam localizadas no território sírio quando foram alvo. Ele disse que suas tropas devolveram o fogo e que um plano de guerra israelense atingiu os combatentes. Não deu detalhes sobre as baixas, mas disse que “os acertos foram identificados”.
O Ministério das Relações Exteriores da Síria condenou “a contínua agressão israelense no território sírio, que viu uma escalada perigosa na vila de Kuwayya”, na província de Deraa do Sul.
Ele pediu uma investigação internacional sobre os ataques israelenses em seu território, descrevendo -os como uma “violação flagrante de sua soberania”.
O grupo palestino Hamas condenou o ataque a Koya “nos termos mais fortes”.
“Essa agressão fascista representa uma grave escalada de violações sionistas contra a República Árabe da Síria e seu povo fraternal e um novo crime de guerra”, afirmou o TELEGRAM na terça -feira.
A violência na área de fronteira ocorre no momento do aumento das tensões entre Israel e Síria, onde um novo governo interino liderado pelo presidente Ahmad Al-Sharaa foi instalado depois que combatentes da oposição derrubaram o ex-líder Bashar al-Assad em dezembro passado.
Após a remoção de Al-Assad, Israel lançou centenas de ataques aéreos em locais militares na Síria e enviou suas tropas pela fronteira para uma zona tampão não patrulhada, dizendo que eles impedirão qualquer ameaça. A liderança da Síria disse que não pretende abrir uma frente contra Israel.
Antes, os militares israelenses disseram que “atingiu as capacidades militares que permaneceram nas bases militares da Síria de Tadmur e T4”, referindo -se a bases em Palmyra e outros 50 quilômetros a oeste da cidade. Na sexta -feira, os militares realizaram ataques nas mesmas bases.
O chefe de política externa da União Europeia, Kaja Kallas, alertou na terça -feira que os ataques de Israel sobre a Síria “riscam mais escalada”.
Falando em uma entrevista coletiva conjunta com o ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Saar, Kallas disse que a dupla discutiu as ações de Israel.
“E nós (a UE) sentimos que essas coisas são desnecessárias, porque a Síria agora não está atacando Israel”, disse Kallas.
O Ministério das Relações Exteriores na Jordânia também condenou a incursão e o bombardeio de terça -feira como “uma escalada perigosa” que correu o risco de alimentar “mais conflitos e tensão na região”.
O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu exigiu a desmilitarização do sul da Síria, que faz fronteira com as alturas de Golan Israeli-Annexed Golan.
O enviado especial das Nações Unidas para a Síria Geir Pedersen disse ao Conselho de Segurança na terça -feira que estava “preocupado com as declarações israelenses sobre a intenção de permanecer na Síria” e exige a desmilitarização completa do sul.
Em uma cúpula árabe no Cairo, no início de março, a Al-Sharaa da Síria também pediu à comunidade internacional que pressione Israel a “imediatamente” retirar suas tropas do sul da Síria, chamando sua presença de “ameaça direta” à paz na região.
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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
1 de junho de 2026A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física.
O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.
A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.
Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico.
“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.
Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.
O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre
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1 de junho de 2026O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.
A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.
Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.
Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.
As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.
“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”
Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.
Próximos passos
Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:
– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;
– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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