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Pescadores do AC fisgam peixe com 2,4 metros e mais de 180 kg na Bolívia e vídeo viraliza
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3 anos atrásem
Ironildo Corrêa da Silva, o conhecido como “Mano”, e Cirley Oliveira da Cunha, o “Xis”, pescam juntos há mais de 20 anos em Brasileia, no interior do Acre, e foram até o território boliviano em busca de um novo cenário.
Capa: Mano, de camisa vermelha, e Xis, de azul, pescam juntos há mais de 20 anos — Foto: Arquivo pessoal
Mais de três horas e com dois lances de vara. Foi dessa forma que Mano, como é conhecido Ironildo Corrêa da Silva, e Xis, Cirley Oliveira Cunha, conseguiram fisgar um peixe da espécie piraíba em um rio boliviano.
A dupla, que pesca junta há mais de 20 anos, saiu da cidade de Brasileia, no interior do Acre, na última quarta-feira (24) para acampar na região. Na manhã de quinta-feira (25), entraram nas águas em uma área remota do Rio Manupare, na região da vila El Sena.
“Esse é um local pouco pescado. Eu, em 20 anos, só pesquei lá cinco vezes. Lá é muito bom de surubim, e o peixe maior fica na boca (do rio). E aí eu falei pro Xis: “vamos usar essa área aqui da boca”, conta Mano.
Mano relata ainda que, no segundo lançamento da vara de pescar, Xis percebeu que havia fisgado algo. Nesse momento, decidiram ligar o motor do barco e começar a sair de ré, pois, pelo peso, era um peixe muito grande para puxar apenas com a força dos braços.
Eles começaram a revezar por conta da força extrema necessária para puxar o animal. Depois de três horas de tentativas, Mano decidiu pular na água para amarrar o peixe, que já estava mais próximo da superfície.
“Aí, quando ela cansou, nós rebocamos ela. Ela encostou no bote, eu agarrei nas abas dela. Pulei na água, abracei ela e joguei dentro do bote pra amarrar, ela em questão de dois minutos”, relembra.
Mano conta que já havia pescado essa espécie, mas nunca com esse tamanho. Segundo ele, o peixe foi levado a um açougue, e onde constataram que pesava 182 quilos, com 2,4 metros. Fã de conteúdos de pescaria na internet, ele se sente orgulhoso do feito que conquistou com o amigo.
Ao compartilhar vídeos da pescaria em grupos de mensagens, Mano conta que o assunto ganhou repercussão na região e as imagens viralizaram na internet.
“Quando a gente é fã de uma área, a gente acompanha. E eu, assisto tudo. Sempre via vídeos de outros pescadores que pegavam peixes gigantes, e agora foi a nossa vez. Fico agradecido, sabendo que o assunto está bombando”, comenta.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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4 horas atrásem
23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.