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Pesquisas de opinião eleitorais alemãs – quem lidera em 2025 | Alemanha

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Seán Clarke and the visuals team

A Alemanha prepara-se para eleições gerais para o Bundestag, a câmara baixa do seu parlamento, em 23 de Fevereiro, depois do colapso da sua coligação de “semáforos” de social-democratas, liberais e verdes. O sistema eleitoral do país é altamente proporcional, pelo que as sondagens dão uma boa indicação sobre qual a forma de governo que poderá ser possível após as eleições.

Últimas pesquisas de opinião alemãs

Média móvel de 14 dias %

CDU/CSU
SPD
Verdes
PSD
AfD

Fonte: Média móvel do Guardian de dados de pesquisas recentes de wahlrecht.de, última atualização

Quem é quem? Perfis de festa

SPD – Sociais Democratas

Olaf Scholz

O SPD é a força tradicional de centro-esquerda e o partido político mais antigo da Alemanha. Após anos de declínio, recuperou um pouco em 2021, permitindo a Olaf Scholz tornar-se chanceler à frente de uma coligação de “semáforos” de social-democratas, liberais e Verdes.

CDU/CSU – Democratas Cristãos

Friedrich Merz

Friedrich Merz

A CDU de centro-direita e o seu partido irmão na Baviera, a CSU, gostam de se considerar – não sem razão – como o partido natural do governo da Alemanha, tendo liderado muitas das suas coligações do pós-guerra. Eles lutaram para se recuperar da retirada de Angela Merkel da política, mas reviveram nas pesquisas nos últimos anos. Merz é advogado corporativo.

Os Verdes – Verdes

Roberto Habeck

Roberto Habeck

Os Verdes da Alemanha são uma força política mais poderosa do que partidos semelhantes noutros países. Fizeram parte da coligação de Scholz neste parlamento, com Habeck a servir como ministro da Economia e outra proeminente Green, Annalena Baerbock, como ministra dos Negócios Estrangeiros.

AfD – Nacionalistas de extrema direita

Alice Weidel

Alice Weidel

AfD – Alternative für Deutschland (Alternativa para a Alemanha) é um partido de extrema direita que se opõe à imigração e à integração europeia. Foi fundada em 2013 e geralmente tem se movido para a direita desde então. Entrou pela primeira vez no parlamento em 2017.

BSW – Aliança Sahra Wagenknecht

Sahra Wagenknecht

Sahra Wagenknecht

Sahra Wagenknecht é uma antiga política do Linke que partiu para fundar o seu próprio partido, que de momento eclipsou o dos seus antigos colegas, e formou um grupo dissidente no parlamento.

FDP – Liberais

Christian Lindner

Christian Lindner

O Partido Democrático Livre ou FDP é um pequeno partido liberal pró-negócios, menos conservador culturalmente do que a CDU e mais laissez-faire na economia do que o SPD. O seu líder, Christian Lindner, foi ministro das Finanças no governo de Scholz, até que a sua demissão precipitou o colapso da coligação.

Die Linke – A Esquerda

Jan Van Aken e Heidi Reichinnek

Jan Van Aken e Heidi Reichinnek

Formado por remanescentes dos antigos comunistas da Alemanha Oriental e de social-democratas dissidentes descontentes com o crescente centrismo do SPD, o Die Linke – a Esquerda – é agora um partido populista de esquerda com apoio concentrado nos estados orientais.

O Bundestag cessante

A composição da actual câmara deixa claro que o governo de Scholz não poderia sobreviver sem o FDP, mas também teria dificuldades para formar qualquer nova coligação que não incluísse a conservadora CDU/CSU. Por seu lado, o partido de Friedrich Merz tem actualmente mais a ganhar com novas eleições do que com o apoio à chanceler.



Leia Mais: The Guardian

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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