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Pets: 7 dicas para diminuir o medo do barulho dos fogos de artifício
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2 anos atrásem
Já sabe como vai proteger seus pets agora no fim de ano? Então veja 7 dicas de uma especialista nessa época de barulho de fogos de artifícios. Isso aumenta o nível de estresse, o medo e até a ansiedade dos bichinhos. Alguns chegam a fugir de casa sem rumo e correm risco de atropelamento durante a queima de fogos.
Mas tem como se antecipar para amenizar a situação e evitar o desespero deles. Cleuma Ferreira, veterinária especialista em nutrição animal, explica que essa situação pode trazer problemas de saúde a longo prazo, como distúrbios de comportamento e dificuldade de socialização.
“Tremores, ofegação, latidos excessivos e tentativas de fuga recorrentes podem estar associados aos cães, já os gatos podem apresentar vocalização intensa, arranhões e evacuação fora da caixa de areia. Se não for investigado, isso pode se estender para a vida cotidiana’’, alertou Cleuma.
7 dicas para acalmar seu pet durante as festas
- Mantenha o ambiente fechado;
- Evite deixar o animal sozinho;
- Crie um esconderijo ou espaço individual para o pet;
- Deixe brinquedos à disposição para distraí-lo;
- Diminua a comida durante o dia para que o pet se interesse por petiscos durante a noite;
- Use técnicas de dessensibilização, acostumando-o com barulhos gradativamente;
- Tenha um Kit de emergência com medicamentos necessários.
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Proteja os ouvidos dos pets
Com uma audição extremamente desenvolvida, eles são capazes de ouvir a uma distância quatro vezes maior que nós. Por esse motivo você deve usar protetores auriculares ou até mesmo um algodão em seus ouvidos para bloquear o barulho em excesso.
Ressignifique os fogos
Quando não são treinados desde pequenos, os pets associam a queima de fogos ao perigo. Acostume seu bichinho de estimação desde pequeno combinando brincadeiras, comemorações e petiscos ao barulho, ele irá entender que é sinônimo de algo bom.
Identifique o pet sempre
Na hora do susto, o barulho dos fogos pode fazer com que eles corram e escapem pelo desespero. Coloque uma plaquinha com o nome dele na coleira, seu telefone para contato, até mesmo sua rede social, vai que você trocou de número mas não trocou a coleira.
A atenção é fundamental
Ficar de olho no seu pet é de extrema importância. Faça companhia pra ele durante um tempo se for possível. Converse com calma, porém, não tente contato físico com ele pois pode deixá-lo ainda mais inseguro.
Uma dica é ir acostumando os pets com barulhos altos. Utilize o seu celular para reproduzir barulhos diversos (como o de fogos de artifício explodindo).
Comece bem baixinho e sempre que colocar para tocar, faça festa com o pet. Vale dar carinho e até um petisco.
Dê atenção para o seu animalzinho nesta época e comemore junto com ele a virada de ano novo . Foto: Freepik
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
28 de agosto de 2026A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.
O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.
“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”
A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”
A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”
Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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