POLÍTICA
PF cumpre mandados em RJ e MG contra esquema de co…

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5 meses atrásem

Lucas Mathias
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira, 16, uma operação para desmantelar um esquema de corrupção e lavagem de dinheiro em cinco cidades no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. Ao todo, foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão, além do bloqueio de 3,5 bilhões de reais em contas, além da suspensão das atividades de oito empresas.
A Operação Teatro Invisível II, segunda fase de uma ação que teve o mesmo nome, mira endereços em Cabo Frio (RJ), Itaguaí/RJ, Mangaratiba (RJ), Rio de Janeiro (RJ) e Juiz de Fora (MG). A organização criminosa alvo da PF é suspeita dos crimes de obstrução da justiça, caixa dois, fraudes em licitações e lavagem de dinheiro.
De acordo com as investigações, foram identificados indícios de uso de recursos não declarados à Justiça Eleitoral para beneficiar candidatos nas eleições de 2024. Parte dos investigados seria proprietária de empresas envolvidas em fraudes licitatórias nos municípios de Cabo Frio, Itaguaí e Mangaratiba, além da cidade de São João de Meriti, na Baixada Fluminense.
Há ainda indícios, segundo a corporação, de que o grupo criminoso destruiu provas armazenadas, principalmente, em meios digitais, para evitar a responsabilização criminal de seus membros. A ação desta quarta decorre da análise do material apreendido na primeira fase da operação, que aconteceu em setembro do ano passado.
Novas provas reforçam também as acusações de lavagem de dinheiro, com indícios de transações ilegais por meio de contas de passagem, uso de valores em espécie, empresas com intensa movimentação financeira e aquisição de bens de alto valor.
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POLÍTICA
A articulação para mudar quem define o teto de jur…

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4 meses atrásem
5 de maio de 2025
Nicholas Shores
O Ministério da Fazenda e os principais bancos do país trabalham em uma articulação para transferir a definição do teto de juros das linhas de consignado para o Conselho Monetário Nacional (CMN).
A ideia é que o poder de decisão sobre o custo desse tipo de crédito fique com um órgão vocacionado para a análise da conjuntura econômica.
Compõem o CMN os titulares dos ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento e da presidência do Banco Central – que, atualmente, são Fernando Haddad, Simone Tebet e Gabriel Galípolo.
A oportunidade enxergada pelos defensores da mudança é a MP 1.292 de 2025, do chamado consignado CLT. O Congresso deve instalar a comissão mista que vai analisar a proposta na próxima quarta-feira.
Uma possibilidade seria aprovar uma emenda ao texto para transferir a função ao CMN.
Hoje, o poder de definir o teto de juros das diferentes linhas de empréstimo consignado está espalhado por alguns ministérios.
Cabe ao Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS), presidido pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, fixar o juro máximo cobrado no consignado para pensionistas e aposentados do INSS.
A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, é quem decide o teto para os empréstimos consignados contraídos por servidores públicos federais.
Na modalidade do consignado para beneficiários do BPC-Loas, a decisão cabe ao ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Wellington Dias.
Já no consignado de adiantamento do saque-aniversário do FGTS, é o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que tem a palavra final sobre o juro máximo.
Atualmente, o teto de juros no consignado para aposentados do INSS é de 1,85% ao mês. No consignado de servidores públicos federais, o limite está fixado em 1,80% ao mês.
Segundo os defensores da transferência da decisão para o CMN, o teto “achatado” de juros faz com que, a partir de uma modelagem de risco de crédito, os bancos priorizem conceder empréstimos nessas linhas para quem ganha mais e tem menos idade – restringindo o acesso a crédito para uma parcela considerável do público-alvo desses consignados.
Ainda de acordo com essa lógica, com os contratos de juros futuros de dois anos beirando os 15% e a regra do Banco Central que proíbe que qualquer empréstimo consignado tenha rentabilidade negativa, a tendência é que o universo de tomadores elegíveis para os quais os bancos estejam dispostos a emprestar fique cada vez menor.
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