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Pierre Palmade julgado por acidente de viação sob influência de drogas
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2 anos atrásem
Vinte e um meses após o acidente, chegou a hora do julgamento. Pierre Palmade será julgado, quarta-feira, 20 de novembro, pelo grave acidente rodoviário que causou em Seine-et-Marne enquanto estava sob o efeito de drogas. No dia 10 de fevereiro de 2023, no final do dia, o humorista pegou o volante para fazer compras, após vários dias de festa e consumo desenfreado de drogas. Numa estrada no sul do departamento, o carro dele bate em um veículo que se aproxima.
Além do ator, o acidente deixou três feridos graves da mesma família: um homem de 38 anos, o filho dele de 6 anos e a cunhada de 27 anos, que perdeu o bebê que ela estava esperando.
No final da investigação judicial, o juiz de instrução remeteu Pierre Palmade para o tribunal criminal de Melun, no final de maio, sob a única acusação de lesões involuntárias, agravadas pelo consumo de drogas. Ela não reteve a qualificação de homicídio involuntário, que o Ministério Público havia solicitado pela perda do feto, considerando que esta espinhosa questão, na confluência da bioética e do direito, merecia uma “debate perante o tribunal de primeira instância”.
“Eu sou perigoso”
Após o acidente, o nascituro foi extraído com urgência do ventre da mãe, por cesariana, aos seis meses de gravidez. Foi declarado morto após trinta e dois minutos de reanimação, sem ter dado qualquer sinal de vida extrauterina. No entanto, de acordo com a jurisprudência consistente do Tribunal de Cassação, que decidiu sobre casos semelhantes de acidentes rodoviários, uma criança que não nasce viva não existe como pessoa colectiva.
“A interpretação estrita da lei penal não autoriza a repressão e, portanto, a persecução de atos de homicídio culposo no caso de criança que não nasceu viva, o que é o caso” no caso Palmade, estimou a juíza de instrução no seu despacho de encaminhamento para o tribunal criminal, consultado pela Agence France-Presse.
No final de um dia de fevereiro, Pierre Palmade tinha uma grande quantidade de cocaína e 3-MMC (droga sintética) no sangue quando se sentou ao volante com dois companheiros. « trazer »que não foram processados. Na estrada departamental 372, perto de Villiers-en-Bière, o Peugeot 3008 da sua produtora desviou-se para a faixa contrária e colidiu frontalmente com o Renault Mégane da família Y., que chegava na direção oposta.
O artista diz não ter lembranças do acidente. “Pierre Palmade cometeu um erro de condução quando virou repentinamente o volante, fazendo com que o seu veículo andasse na direção errada”concluiu, no entanto, o juiz de instrução. Os familiares feridos ainda sofrem as sequelas físicas e psicológicas do acidente.
Durante o seu primeiro interrogatório perante o juiz de instrução, Pierre Palmade disse que «catástrofe» consequências para as vítimas. “Estou obcecado com isso, com o bebê que morreu (…). Sou perigoso por causa das drogas, sou um cara legal, sou uma boa pessoa”declarou o artista, que perdeu o pai em um acidente de viação aos 8 anos.
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Pierre Palmade é reincidente devido a uma condenação em 2019 por uso de drogas. Enfrenta assim uma pena de catorze anos de prisão e uma multa de 200.000 euros.
O mundo com AFP
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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