ACRE
Irã alerta potências europeias que censura da AIEA ‘complicará’ negociações nucleares | Notícias sobre armas nucleares
PUBLICADO
2 anos atrásem
Teerã teria oferecido parar de expandir seu estoque de urânio altamente enriquecido durante uma visita do chefe da vigilância nuclear da ONU.
Teerã, Irã – O Irão alertou três nações europeias contra a prossecução de uma nova resolução de censura contra ele na Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), pouco depois de o chefe do órgão de vigilância ter visitado Teerão.
O Ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, condenou os esforços da França, da Alemanha e do Reino Unido para aprovar a sua quarta resolução desde 2020 na reunião do conselho do órgão de vigilância nuclear das Nações Unidas na quarta-feira.
“Esta medida da E3 está em claro confronto com a atmosfera positiva criada nos compromissos entre o Irão e a AIEA, e só tornará a questão mais complicada”, disse Araghchi ao seu homólogo francês, Jean-Noel Barrot, numa conversa telefónica, de acordo com o Irão. Ministério das Relações Exteriores.
Os últimos relatórios confidenciais da AIEA aos estados membros na terça-feira indicaram que o Irão se ofereceu para não expandir ainda mais o seu stock de urânio enriquecido a 60 por cento, informaram vários meios de comunicação, incluindo a agência de notícias Reuters e a CNN.
O Irão já “começou a implementar medidas preparatórias” para limitar o stock de urânio altamente enriquecido – que está perto dos 90 por cento de enriquecimento para armas necessário para uma bomba – em cerca de 185 kg (407 libras), disse o órgão de vigilância global. de acordo com os relatórios vazados.
A oferta de Teerã teria sido feita durante uma visita ao Irã do chefe da AIEA, Rafael Grossi, na semana passada.
Grossi conheceu o presidente iraniano Masoud Pezeshkian, que lhe contou sobre o Irã quer “resolver dúvidas” sobre seu programa nucleare foi autorizado a visitar instalações nucleares iranianas sensíveis.
Teerã tem aumentado gradualmente seu nível de enriquecimento e expandido seus estoques de material físsil após a crise de 2018. retirada unilateral dos Estados Unidos do acordo nuclear do Irão de 2015 com as potências mundiais.
Washington embarcou na sua campanha de “pressão máxima” de sanções duras e confrontos militares com o Irão com base no argumento de que o acordo – também assinado pelo E3, China e Rússia – que levou anos a negociar era fraco. Não ofereceu um substituto.
A China e a Rússia votaram contra todas as outras medidas de censura anteriores contra o Irão na AIEA, incluindo em 2020, 2022 e junho de 2024.
O Irão tem agora material físsil suficiente para múltiplas bombas, mas ainda não conseguiu construir uma arma nuclear, segundo a AIEA e a inteligência ocidental.
Teerã afirma que não busca uma arma de destruição em massa. Mas as autoridades políticas e militares têm alertado cada vez mais que a política poderia ser potencialmente revertida se as ameaças de Israel e de outros países se tornarem demasiado grandes.
A decisão europeia de censurar o Irão na reunião da AIEA ocorre num contexto de crescentes tensões no meio das guerras em Gaza e na Ucrânia.
Na sua conversa com o Ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Araghchi do Irão condenou novamente novas sanções europeias sobre as companhias aéreas e companhias marítimas nacionais do Irão, com base em alegações de que Teerão enviou mísseis balísticos à Rússia para serem usados contra a Ucrânia, e disse que os partidos ocidentais têm a responsabilidade de apoiar o “genocídio” em Gaza.
Relacionado
VOCÊ PODE GOSTAR
ACRE
Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
6 dias atrásem
3 de julho de 2026A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex) da Ufac realizou o lançamento do projeto “Extensão Universitária: Implantação e Divulgação de Unidade de Produção Rural Integrada para a Amazônia”, o qual coordenado pela professora Marilene Santos, é viabilizado por emenda parlamentar do senador Alan Rick (Republicanos-AC), no valor de R$ 5,7 milhões. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 3, no laboratório de mecanização, e foi marcado pela entrega de equipamentos agrícolas para uso de agricultores familiares.
A rede de apoio atende produtores orgânicos, integrantes do Movimento das Mulheres Camponesas e produtores de cacau de Acrelândia (AC), englobando ações em municípios acreanos como Rio Branco, Porto Acre, Bujari e Capixaba. Entre as frentes técnicas desenvolvidas, destacam-se a implantação de sistemas agroflorestais, o incentivo à adubação verde, melhorias na suinocultura, o manejo de pastagens e o fomento à cultura do cacau, com a meta de ampliar a produção regional para mais de 10 mil pés.
No total, a iniciativa atende a cinco grupos de produtores que recebem o acompanhamento especializado de uma equipe de cinco pesquisadores da Ufac, cinco engenheiros agrônomos, técnicos de nível superior, além de bolsistas de graduação e de mestrado.
“Aqui temos os melhores pesquisadores. Estamos muito felizes com essa entrega, que temos certeza de que ajudará nossos estudantes a entrarem com uma perspectiva diferente no mercado de trabalho”, destacou a reitora Guida Aquino.
A coordenadora do projeto, Marilene Santos, disse que a ação é uma semente que foi plantada e colherá bons frutos quando chegar ao resultado final. “Agradeço ao senador pela iniciativa.” Segundo Alan Rick, é preciso investir na base. “Não vamos conseguir colher a plantação se não houver nada plantado”, pontuou. “É um imenso prazer saber que contribuí em um projeto como esse.”

A equipe técnica e de pesquisadores que compõem o projeto é formada pelos professores Almecina Balbino Ferreira, Bruna Viana, Eduardo Pacca Matar, Eduardo Mitke Brandão, Matheus Matos e Sebastião Elviro Neto, além dos colaboradores Patrícia Cunha e Rogério da Silva Correia.
Também compuseram o dispositivo de honra os vereadores Neném Almeida (MDB) e Zé Lopes (Republicanos).
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
Relacionado
ACRE
Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
7 dias atrásem
2 de julho de 2026Proposta da Ufac, elaborada pelo Instituto eAmazônia, sobre energia sustentável e inovação para o edifício múltiplo do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, obteve o 3º lugar na classificação nacional e o 2º na classificação da região Norte na chamada pública Energia Zero em Prédios Públicos, do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel).
O projeto contempla a modernização dos sistemas de iluminação e de climatização do edifício, além da instalação de um sistema de geração de energia fotovoltaica. As intervenções têm como objetivo reduzir o consumo de energia elétrica da edificação e equilibrar a geração local com o consumo anual, caracterizando o conceito de “Edifício Energia Zero”.
A nota final da proposta da Ufac foi de 7,62. No projeto, o eAmazônia prevê investimento de R$ 1.348.587,92 em recursos não reembolsáveis da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A., no âmbito do Procel.
Após a homologação do resultado da chamada pública, a Ufac dará continuidade aos procedimentos para assinatura do termo de cooperação técnica. A previsão é que a execução das intervenções ocorra em até 24 meses, seguida por um período de monitoramento para verificação das metas estabelecidas pelo programa.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
Relacionado
ACRE
Fórum de reitores debate desafios para ensino superior público — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
1 semana atrásem
1 de julho de 2026A reitora Guida Aquino participou do 1º Fórum de Reitoras e Reitores da América Latina e do Caribe, realizado na segunda-feira, 29, e terça-feira, 30, em Foz do Iguaçu (PR), reunindo dirigentes de 89 instituições brasileiras, entre universidades e institutos federais, além de 67 representantes de 17 países latino-americanos e caribenhos, para debater os desafios e as perspectivas da educação superior pública, da cooperação internacional e da integração regional.
“A integração entre as universidades da América Latina e do Caribe é fundamental para o fortalecimento da educação superior pública, da produção científica e da construção de respostas conjuntas aos desafios sociais, econômicos e ambientais que compartilhamos enquanto região”, disse a reitora.
Durante a programação, foram debatidos temas estratégicos como a democratização do acesso ao ensino superior, a inclusão social, a mobilidade acadêmica, a pesquisa e a inovação, bem como mecanismos para ampliar a cooperação internacional e fortalecer as redes de produção científica e tecnológica entre os países participantes.
O evento contou com a participação do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e do secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Marcus David, além de representantes de organismos internacionais e lideranças acadêmicas.
Relacionado
PESQUISE AQUI
MAIS LIDAS
Economia e Negócios6 dias agoExplorando o novo oceano azul da América Latina: A MT Shared Power Bank acelera sua expansão no Brasil com uma “solução completa” baseada em IoT
ACRE7 dias agoUfac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel — Universidade Federal do Acre
ACRE6 dias agoUfac lança projeto de implantação de unidade de produção rural — Universidade Federal do Acre
Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48
You must be logged in to post a comment Login