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Pilotos de F1 se unem para emitir declaração exigindo que a FIA os trate como adultos | Fórmula Um
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2 anos atrásem
Giles Richards
Os pilotos de Fórmula 1 exigiram que a FIA pare de tratá-los como crianças, em uma acusação contundente às políticas recentes do órgão dirigente e ao seu presidente, Mohammed Ben Sulayem.
A Associação de Pilotos de Grande Prêmio (GPDA), que representa os pilotos de F1, emitiu uma declaração fortemente redigida e altamente crítica na quinta-feira, abordando a recente controvérsia sobre palavrões. Questionou o “tom e linguagem” utilizados por Ben Sulayem e questionou a transparência financeira da FIA, numa crítica altamente invulgar e muito pública que coloca a FIA numa posição difícil.
Depois de ambos Max Verstappen e Charles Leclerc foram recentemente punidos por xingar nas conferências de imprensa da FIA. O sentimento entre os pilotos era de que o corpo diretivo estava exagerando. Na quinta-feira, a sua reação contundente e unida foi a primeira declaração pública coletiva desde 2017 – indicativa da sua frustração com a FIA e Ben Sulayem.
“Há uma diferença entre palavrões com a intenção de insultar os outros e palavrões mais casuais, como aqueles que você pode usar para descrever o mau tempo ou mesmo um objeto inanimado, como um carro de F1 ou uma situação de direção”, disse o comunicado.
“Pedimos ao presidente da FIA que considere o seu próprio tom e linguagem ao falar com os nossos pilotos membros, ou mesmo sobre eles, seja num fórum público ou de outra forma. Além disso, nossos membros são adultos. Eles não precisam receber instruções da mídia sobre assuntos tão triviais como o uso de joias ou cuecas.”
Esta última referência é ao período em que Ben Sulayem insistiu na aplicação de regras em torno de jóias e roupas íntimas, o que também provocou descontentamento dos motoristas e, no caso do piercing no nariz de Lewis Hamilton, levou a um longo impasse com o piloto britânico.
Acredita-se que a última repressão aos palavrões tenha vindo diretamente de Ben Sulayem, que deu uma entrevista pouco antes da punição de Verstappen, na qual disse que não queria que os pilotos xingassem e afirmou que a F1 deve “diferenciar entre nosso esporte – o automobilismo – e a música rap”. ”.
O comentário foi criticado causticamente por Hamilton imediatamente depois. “Dizer ‘rappers’ é muito estereotipado”, disse ele. “Se você pensar bem, a maioria dos rappers são negros, então diz: ‘Não somos como eles’. Essa é a escolha errada de palavras e há um elemento racial aí.”
Verstappen recebeu um período de serviço comunitário por sua contravenção em Cingapura, quando descreveu seu carro como “fodido”. Ele reagiu à punição com fúria fria e praticamente se recusou a falar nas conferências de imprensa subsequentes da FIA, em vez disso conversando alegremente com a mídia depois. Leclerc foi multado em € 10.000 por dizer: “Eu estava tipo: ‘Foda-se’”, em referência a estar em um momento arriscado na pista o Grande Prêmio do México.
Fora dos incidentes de corrida em pista, que geralmente são punidos com penalidades de tempo ou de grid, a sanção mais comum da FIA são as multas e os pilotos também estão claramente insatisfeitos com a política e com a forma como essas receitas estão sendo gerenciadas.
“A GPDA expressou, em inúmeras ocasiões, a sua opinião de que as multas monetárias aos condutores não são apropriadas para o nosso desporto”, continua o comunicado. “Nos últimos três anos, pedimos ao presidente da FIA que compartilhasse os detalhes e a estratégia sobre como as multas financeiras da FIA são alocadas e onde os fundos são gastos.
após a promoção do boletim informativo
“Mais uma vez solicitamos que o presidente da FIA forneça transparência financeira e diálogo direto e aberto conosco. Todas as partes interessadas (FIA, F1, as equipas e a GPDA) devem determinar em conjunto como e se o dinheiro será gasto em benefício do desporto.”
Todos os 20 pilotos de F1 são membros do GPDA e o presidente é o ex-piloto Alex Wurz. Seus diretores incluem o piloto da Mercedes George Russell e o ex-campeão mundial Sebastian Vettel.
A declaração termina com um apelo para trabalhar com a FIA para resolver a situação.
A FIA foi contatada para comentar.
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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre
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28 de agosto de 2026A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.
O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.
“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”
A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”
A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”
Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Ufac entrega computadores para coordenações de PPGs — Universidade Federal do Acre
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28 de agosto de 2026A Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação (Proppi), da Ufac, entregou notebooks e computadores para as coordenações e as secretarias dos programas de pós-graduação (PPGs) da instituição. A solenidade ocorreu nesta sexta-feira, 28, no auditório da Pró-Reitoria de Graducação, campus-sede. Na ocasião, foram abordadas pautas como a liberação de mais de R$ 400 mil em recursos do Programa de Apoio à Pós-Graduação, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.
“A pesquisa e a pós-graduação foram a base que me consolidaram na gestão universitária. Queremos dialogar com os coordenadores para atender às demandas de pessoal, de espaço e de ajuste de fluxo”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Trataremos com a mesma atenção os mestrados acadêmicos, os mestrados profissionais e os programas em rede. Isso é uma condição mínima de trabalho para cada programa no seu dia a dia.”
Para o pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti, a medida visa fortalecer a infraestrutura de apoio à produção científica e tecnológica regional. “São equipamentos novos, com boa configuração, que vão dar suporte aos coordenadores comandarem esses programas tão necessários para o desenvolvimento da pesquisa, da inovação e da pós-graduação em nossa região”, comentou.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Ufac propõe criação do curso de Psicologia no campus Floresta — Universidade Federal do Acre
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26 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com o secretário de Educação Superior do Ministério da Educação (MEC), Marcus Vinícius David, e a equipe da Secretaria de Educação Superior (Sesu), nessa terça-feira, 25, em Brasília. A pauta foi a formalização da proposta de criação do curso de Psicologia no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A expectativa da universidade é de que o curso possa ser ofertado a partir de 2027.
O reitor destacou que o Vale do Juruá não dispõe de formação superior com esse perfil e que profissionais que atuam na região muitas vezes vêm de Rio Branco ou de outros Estados. A avaliação da gestão é de que existe demanda por psicólogos tanto no atendimento pelo Sistema Único de Saúde quanto no setor privado.
A criação do curso integra as possibilidades do Programa Universidades Transformadoras e, de acordo com o reitor, foi uma das demandas apontadas durante o processo eleitoral da atual gestão “Seria uma oportunidade para os filhos, os jovens que estão saindo do ensino médio, que têm o sonho de caminhar nessa área da saúde e se formar em Psicologia”, pontuou Josimar.
Na agenda com o MEC, também foram apresentadas outras demandas da universidade. O reitor convidou formalmente Marcus Vinícius David para conhecer o campus Floresta e visitar obras da Ufac vinculadas ao Programa de Aceleração do Crescimento no campus Fronteira, em Brasileia.
Nesta quarta-feira, 26, Josimar também participou da 188ª Reunião Extraordinária do Conselho Pleno da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), realizada na sede da entidade, em Brasília. A participação integrou a agenda institucional da Ufac na capital federal.
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